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9.4.11

Dia 190 - Filme 190 - Branca de Neve e os Sete Anões


Olá, crianças!

Nessa sexta resolvi rever um clássico da animação Disney e que eu acho que todo mundo já viu ou pelo menos sabe contar a história inteira: Branca de Neve e os Sete Anões.

Uma rainha muito bonita e muuuuuito malvada questiona a seu espelho mágico se existe outra pessoa mais bela que ela e ele responde que só existe uma - Branca de Neve, que por coincidência é enteada da Rainha Má.

Possessa de raiva por não ser a mais bela criatura, a Rainha ordena que um carrasco leve Branca de Neve para a floresta e a mate, o que ele não consegue fazer, deixando-a fugir.

Sozinha na floresta ela encontra uma casa muito bagunçada e resolve arrumá-la na esperança de os moradores deixarem-na morar ali. Ela cai no sono depois da faxina e é surpreendida por sete anões que são os donos da casa. Eles caem de amores pela beleza da princesa e ela passa a viver com eles. Até que um dia a Rainha Má, fantasiada como uma velha e horrenda vendedora de frutas, chega à casa dos anões enquanto eles estão trabalhando e entrega uma maçã envenenada à Branca de Neve. A princesa morde a maçã e cai em um sono profundo, só sendo despertada por um beijo de seu príncipe encantado.

Ah, minha gente, não sei se todos concordam, mas eu acho o desenho perfeito. Além de ser um marco no cinema por ser o primeiro longa-metragem de animação, a história é linda, os personagens são uma gracinha e todo mundo se apaixona por tudo.

Nota: 5 popcorns. Com certeza vai fazer parte da estante das crianças aqui de casa.

Trailer dublado!!!!



Ficha técnica:
título original: Snow White and The Seven Dwarfs
ano de lançamento: 1937
direção: David Hand
roteiro: Dorothy Ann Blank, Richard Creedon, Merrill De Maris, Otto Englander, Earl Hurd, Dick Rickard, Ted Sears e Webb Smith, baseado em estória de Jacob Ludwig Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm
produção: Walt Disney
música: Frank Churchill, Leigh Harline, Paul J. Smith e Larry Morey
fotografia: Maxwell Morgan
direção de arte: Ken Anderson, Tom Codrick, Hugh Hennesy, John Hubley, Harold Miles, Kendall O'Connor, Charles Philippi, Hazel Sewell, Terrell Stapp, McLaren Stewart e Gustaf Tenngren
vozes: Adriana Caselotti, Harry Stockwell, Lucille La Verne, Moroni Olsen

Amores,

daqui a pouco a crítica do sábado!

bjoks!

5.2.11

Dia 127 - Filme 127 - Fantasia


Olá, meu povo!

De volta a casinha da mamãe para mais um fim de semana. Chegamos tarde aqui ontem, então só deu tempo de ver o filme e a crítica ficou pra hoje.

O filme de ontem foi um patrocínio da minha amiga Aline, que cada vez mais tem uma locadora pessoal maior, o que eu acho ótimo! Valeu, flore!

Sinceramente, eu não me lembro de quando assisti a "Fantasia". Acho que eu era muito criança, então o que mais me marcou foi a aparição do Mickey como um aprendiz de mago. Por isso, sempre que alguém falava nesse filme, eu imaginava que tudo era baseado na presença de Mickey no filme todo.

Mas, Fantasia é um filme com várias histórias, cada uma ao som de uma música clássica de compositores famosíssimos como Bach, Tchaikovsky, Stravinsky, Beethoven e outros. Com cenas de desenhos abstratos que "dançam" ao som da música, ou hipopótamos e elefantes dançando ballet, ou mesmo a evolução da vida na Terra desde micróbios até os dinossauros, o desenho é o casamento do visual com a música e cada desenho segue as evoluções da sinfonia.

De verdade, o filme é perfeito por ter sido feito em 1940. Mas, não acredito que seja voltado para crianças. É muuuuito parado e as músicas clássicas não devem atrair muito os pequenos.

Nota: 4 popcorns. A idéia é ótima, os desenhos são muito bem feitos, mas eu achei bem cansativo, principalmente no início.



Ficha técnica:
título original: Fantasia
ano de lançamento: 1940
direção: James Algar, Samuel Armstrong, Ford Beebe, Hamilton Luske, Jim Handley, Norman Ferguson, T. Hee, Wilfred Jackson, Bill Roberts, Paul Sattersfield
roteiro: Joe Grant e Dick Huemer (sequências de orquestra); Lee Blair, Elmer Plummer e Phil Dike ("Toccata e Fuga em Ré Menor"); Sylvia Moberly-Holland, Norman Wright, Albert Heath, Bianca Majolie e Graham Heid ("Suíte Quebra-Nozes"); Perce Pea
produção: Walt Disney
fotografia: James Wong Howe e Maxwell Morgan
direção de arte: Ken Anderson, J. Gordon Legg, Lance Nolley, Yale Gracey, Herbert Ryman e Hugh Hennesy ("Sinfonia Pastoral"); Bruce Bushman, Curtiss D. Perkins, Al Zinnen e Arthur Byram ("Suíte Quebra-Nozes"); Robert Cormack ("Toccata e Fuga em Ré Menor")

Xuxus,

daqui a pouco tem a crítica de hoje.

bjoks

18.1.11

Dia 110 - Filme 110 - M - O Vampiro de Dusseldorf



Olá, queridões!

Não adianta pensar o contrário: o atendimento da maioria das empresas prestadoras de serviços de Brasília é uma M... Ninguém está preocupado se você se organizou pra ficar em casa para esperar por eles e do nada, eles telefonam e dizem que não tem equipe para comparecer à sua residência. Bacana, né? Tudo confirmado e faltando cinco minutos para dar uma hora de atraso, eles ligam para dizer que não vêm. Putz, tira qualquer um do sério!!!

Mas, depois do desabafo e tirando o ódio do coração, vamos ao que interessa. Já tem um tempo que eu estou incomodada de estar assistindo muitos filmes novos, dos anos 1990 para cá. Daí, depois de ouvir esse mesmo comentário da minha amiga Aline, eu com a minha cara de pau, pedi que ela me emprestasse esse clássicos de 1900 e bolinhas que ela tem na estante de casa.

E pra sair de vez do século XXI, comecei pelo filme mais antigo que ela já tinha sugerido e me emprestou: M - O Vampiro de Dusseldorf. Eu já tinha ouvido falar desse filme, mas só de nome mesmo. Não sabia de nada da história e nem que ele era alemão.

Em uma cidade da Alemanha, um criminoso assusta a população quando mata várias crianças durante alguns meses. Os adultos passam a proteger seus filhos com unhas e dentes, para que o assassino não aja mais. A polícia vigia a cidade 24 horas por dia, revistando lojas e casas atrás de alguma pista do matador.

Essa ação faz com que os bandidos da cidade, prejudicados em seus "negócios" por conta da constante vigilância da polícia, resolvam ir atrás do assassino para fazer justiça com as próprias mãos.

M - O Vampiro de Dusseldorf é um ícone do cinema expressionista alemão, dirigido por um dos diretores mais influentes da sétima arte, Fritz Lang. E vou contar pra vocês: o cara dá show mesmo! Sabe aquelas cenas dos filmes de hoje, onde a câmera mostra o ator desesperado porque será capturado, enquanto vozes subjetivas fazem todo o suspense no fundo??? "Sinais" do diretor M. Night Shyamalan, (O Sexto Sentido) tem uma cena desse jeitinho. E Fritz Lang fez isso em 1931! Passeio de câmera na mão, duas cenas distintas acontecendo simultaneamente, uma complementando a outra... Ele também fez isso nesse filme. Não é a tôa que ele é citado como influência para diretores como Alfred Hitchcock e Orson Welles.

Nota: 4 popcorns. O filme te prende até o final. Mas, como é alemão e tem várias cenas sem diálogos, fica cansativo. Ah, e o filme não tem nada de vampiro, ok?

Gente, procurei até, mas não achei um trailer com legendas. Mas, acho que dá pra entender a história.



Ficha técnica:
título original: M
ano de lançamento: 1931
Direção: Fritz Lang
Roteiro: Thea von Harbou, Fritz Lang
Fotografia: Fritz Arno Wagner
Música: Edvard Grieg
elenco: Peter Lorre, Gustaf Gründgens, Ellen Widmann, Inge Landgu, Otto Wernicke, Theodor Loos

Amanhã é dia da categoria mais comentada aqui: Meu marido indica. Boa sorte pra mim!

bjoks

22.10.10

Dia 22 - Filme 22 - O Mágico de Oz



Oi, crianças!!!!

Hoje é o dia mais legal da semana. Primeiro porque é sexta-feira e eu não trabalho amanhã, êbaaaaaa, e é "Dia das Crianças" no 365Pipocas. Além disso, hoje é niver do meu papai lindão!!!!!! Então, hoje escolhi um clássico de 1939, mas que ainda encanta todo mundo.

"O Mágico de Oz" é uma história linda, baseada nos livros do americano L. Frank Baum. O filme conta a história de Dorothy, uma garota doce e apaixonada pelo seu cachorrinho, Totó. Ela vive no estado do Kansas com seus tios e depois de uma tentativa de fuga, por conta da "prisão" de Totó, ela volta para casa no meio de um tornado, é engolida por ele, vai parar num mundo mágico e junto com sua casa cai e acaba com a Bruxa Má do Leste. Com isso, Dorothy é proclamada a heroína daquela terra.

Mas, Dorothy quer achar uma forma de voltar para o Kansas e é informada que deve procurar o Grande Mágico de Oz, na cidade das Esmeraldas, para que ele a ajude. E ela segue pela famosa estrada de tijolos amarelos.

Perseguida pela Bruxa Má do Oeste, irmã da outra que bateu as botas, pois essa xexelenta quer roubar os sapatos de rubi de sua irmã que acabaram aparecendo nos pés de Dorothy, a menina encontra em seu caminho três personagens: o espantalho, que quer ter um cérebro; um homem de lata, que literalmente não tem um coração; e um leão, que não tem um pingo de coragem. E esses três também vão pedir ajuda ao Mágico.

Ao encontrar o Mágico, os quatro necessitados são informados que só serão ajudados por ele, caso tragam a vassoura da Bruxa Má do Oeste. Só que essa bruxa é de lascar o cano. Com um exército de macacos voadores, ela não deixa barato para o quarteto. Claro, que no final tudo dá certo. Mas, eu tenho certeza que todo mundo conhece essa história, não é mesmo?

Eu já tinha assistido ao filme quando criança, mas hoje não me lembrava de quase nada. Valeu cada minuto. O filme é um clássico que fez história no cinema. Em 1939, eles já usavam gruas e trilhos para as câmeras, planos detalhes perfeitos e tudo para gerar a magia que o filme precisava. Com canções belíssimas, principalmente a música tema que é regravada até hoje, nos leva a refletir o quanto as coisas que queremos são possíveis. E aquilo que somos pode estar escondido dentro de nós mesmos. É só prestar um pouquinho mais de atenção.

Nota: 5 popcorns. Queria até dar uma nota mais alta, mas o blog não permite. Vai estar na estante de DVDs dos cinco filhos.

Não coloquei o trailer, pois todo mundo conhece a história. Então, achei um vídeo com a canção principal, com legendas, iupi!!!!



Ficha técnica:
Título original: The Wizard of Oz
Ano de lançamento: 1939
direção: Victor Fleming
roteiro:Noel Langley, Florence Ryerson e Edgar allan Woolf, baseado em livro de L. Frank Baum
produção:Mervyn LeRoy
música:Harold Arlen
fotografia:Harold Rosson
Elenco: Judy Garland, Frank Morgan, Ray Bolger, Bert Lahr, Jack Haley

Crianças,

até amanhã com a categoria "Quem é mesmo?"

Ah, e todo mundo cantando parabéns pro meu papai.

Bjoks