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6.6.11

Dia 248 - Filme 248 - Se Meu Apartamento Falasse



Olá, tchu-tchucos!

Domingo, dia de Oscar aqui no 365Pipocas, começando a semana com um clássico! Lembram que eu falei que descobri uma coisa doida na minha TV a cabo, que tem uns filmes baratinhos pra comprar? Então, achei lá o filme "Se meu apartamento falasse", clássico de 1960 e vencedor do Oscar de Melhor Filme. Ou seja, perfeito para a categoria de domingo.

Jack Lemmon é o jovem solteiro C. C. Baxter. Já tem um tempão que ele trabalha na mesma empresa e continua com a mesma função. Pra subir na vida, fazendo seus chefes gostarem ainda mais dele e talvez recomendá-lo para um cargo melhor, ele começa a emprestar seu apartamento para os garanhões do escritório, para escapadas semanais com suas amantes.

Só tem um problema: a fila de gente querendo uma vez no famoso apartamento de Baxter. E o coitado tem que ficar até mais tarde no trabalho, esperando que os altos executivos terminem o "serviço" com as moças.

Um dos executivos tem como amante a discreta e reservada ascensorista Fran Kubelik (Shirley MacLaine, que eu acho que é avó da Meredith Grey de Grey's Anatomy. Como parece!!!), que acaba ganhando o coração de Baxter. Mas, o cara fica num beco sem saída: como ganhar a amante do chefe sem perder o emprego?

Eu gostei muito do filme. Como todas as comédias daquela época, não é um filme de rolar no chão dando risada, mas tem uma história muito divertida e as técnicas de filmagem são excelentes. "Se meu apartamento falasse" é dirigido por Billy Wilder, mesmo diretor de "Quanto mais quente melhor", já visto aqui no 365Pipocas (relembre a crítica). Venceu cinco Oscar - filme, diretor, roteiro original, direção de arte - preto e branco e edição - e é o último filme em preto e branco (já que A Lista de Schindler tem cenas com vermelho) a ganhar o prêmio máximo da Academia.

Nota: 4 popcorns. Comédia muito bacana e um clássico do cinema. Recomendo!

Trailer sem letrinhas em português.



Ficha técnica:
título original: The Apartment
ano de lançamento: 1960
direção: Billy Wilder
roteiro: I.A.L. Diamond e Billy Wilder
produção: Billy Wilder
música: Adolph Deutsch
fotografia: Joseph LaShelle
direção de arte: Alexander Trauner
edição: Daniel Mandell
elenco: Jack Lemmon, Shirley MacLaine, Fred MacMurray, Ray Walston

Xuxus,

segunda é dia de comédia por aqui. Aguardem!

bjoks

29.5.11

Dia 239 - Filme 239 - A Bela Adormecida


Olá, meninos e meninas!

Sexta-feira é o dia da criançada aqui no 365Pipocas e com saudade dos clássicos da Disney, peguei na locadora o DVD de "A Bela Adormecida" de 1959.

A famosa história da princesa que dorme após uma maldição começa no seu nascimento. Na festa comemorativa oferecida por seus pais, a princesa Aurora deve receber um presente de cada uma de suas três fadas-madrinhas. Flora concedeu à princesa o dom da beleza; Fauna, o dom da música; e quando era a vez de Primavera dar seu presente, ela foi interrompida por Malévola, uma bruxa terrível que não foi convidada para a festa.

Tomada pelo ódio, Malévola coloca uma maldição sobre Aurora: no dia de seu 16º aniversário, ela vai espetar o dedo em uma roca (máquina de fiar) e vai dormir eternamente. Primavera não consegue reverter a maldição, apenas amenizá-la: se a princesa furar o dedo na roca, cairá num sono profundo até ser despertada pelo beijo de seu amor verdadeiro.

Para evitar que Malévola tente fazer maldades com Aurora, as três fadas passam a criá-la em segredo na floresta até o 16º aniversário da menina. Mas, tudo dá errado e Aurora acaba caindo no sono profundo. Para evitar que todos saibam, as fadas adormecem todas as pessoas do reino até que encontrem Felipe, o príncipe que se apaixonou por Aurora e foi aprisionado por Malévola. Claro, que tudo dá certo no final se não, não era um conto de fadas, né minha gente?

Filme fofo, com músicas lindas e animação de qualidade. É um clássico desde o seu lançamento e, com certeza, continua agradando todo mundo.

Nota: 4 popcorns. É lindo, mas não é um dos meus favoritos.

Não achei o trailer com legendas e nem dublado. :(



Ficha técnica:
título original: Sleeping Beauty
ano de lançamento: 1959
Direção: Clyde Geronimi
Roteiro: Charles Perrault (história), Erdman Penner (adaptação), Joe Rinaldi, Winston Hibler, Bill Peet, Ted Sears, Ralph Wright, Milt Banta
vozes: Mary Costa, Bill Shirley, Eleanor Audley, Verna Felton, Barbara Luddy, Barbara Jo Allen, Taylor Holmes

Bonitos,

daqui a pouco a crítica de sábado.

bjoks.

23.5.11

Dia 231 - Filme 231 - A Ponte do Rio Kwai


Olá, queridões!!!!

Na quinta-feira, finalmente eu pude adequar a categoria de domingo. Assisti a "Ponte do Rio Kwai", emprestado pela minha amiga Aline. O filme venceu o Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora e ainda foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante.

Como está um frio danado aqui na capital federal, resolvi não aparecer na foto de hoje, já que estou escrevendo debaixo das cobertas. Pra vocês terem noção do clima, até o meu Taz está bravo com a temperatura.

Na Segunda Guerra Mundial, uma tropa de soldados britânicos é capturada por japoneses, que ordenam que os mocinhos da rainha devem contruir uma ponte para ligar a linha férrea até o outro lado do Rio Kwai. O coronel Nicholson é o chefe dos ingleses e se recusa a realizar a tarefa, pois os japoneses não querem respeitar as hierarquias do exército e dispensar os oficiais (altas patentes) do trabalho braçal. Pela desobediêcia, ele e os oficiais são presos em regime de tortura (sem água, em um cubículo de "telha eternit" ao sol), até que Nicholson vence o Coronel Saito (que comanda os japoneses) pelo cansaço.

Nicholson vai usar a construção da ponte para motivar e dar sentido à vida de seus soldados. Ele coordena tudo de perto e exige que a obra seja realizada com qualidade, no tempo estipulado.

Mal sabe Nicholson que seus planos irão pelos ares, quando o major americano Shears, que fugiu do campo dos prisioneiros, volta à selva para ajudar outros britânicos a explodir a ponte, evitando, assim, que o Japão escoe suas armas para a guerra.

O filme é grandioso! A trilha sonora é clássica e é referência para qualquer menção ao exército. A história é ótima e mostra que mesmo quando a liberdade nos é tirada, é possível fazer algo para dar sentido à nossa existência. O único problema é que o filme é bem longo, então, dá um soninho de vez em quando.

Nota: 4 popcorns. Clássico total, mas como eu disse é loooongo.

Trailer "corre pro Google Translator".



Ficha técnica:
título original: The Bridge on the River Kwai
ano de lançamento: 1957
Direção: David Lean
Produção: Sam Spiegel
Roteiro: Michael Wilson, Carl Foreman
Música: Malcolm Arnold
Fotografia: Jack Hildyard
Edição: Pater Taylor
Elenco: William Holden, Alec Guinness, Jack Hawkins, Sessue Hayakawa

Lindões,

amanhã continuo as críticas.

bjoks!

20.5.11

Dia 228 - Filme 228 - Os Homens Preferem as Loiras


Olá, xuxus!

Segunda-feira, dia de comédia aqui no 365Pipocas e dessa vez resolvi assistir a um clássico do gênero com ninguém menos que Marilyn Monroe. Dêem uma olhada o quanto eu fiquei inspirada depois de assistir ao filme. Não consegui comprovar, mas provavelmente "diamantes sãos os melhores amigos de uma garota" mesmo! kkkkkkkk

Como vocês podem imaginar, minhas luvas cor-de-rosa estavam na lavanderia, então usei só os meus diamantes, ok? A cor das unhas é parecida, não acham?

Marilyn Monroe e Jane Russel (que eu descobri que era outro sex symbol da década de 1950) são Lorelei e Dorothy, duas dançarinas que vivem se divertindo com os homens que caem aos seus pés. Lorelei está noiva de um ricaço e Dorothy só se importa se o cara é bonito ou não. As duas embarcam num cruzeiro para Paris, custeado pelo noivo de Lorelei. Ao chegarem à Cidade Luz, a loira pretende laçar definitivamente o milionário (contra a vontade do pai dele, claro).

Mas, o prevenido pai rico manda um detetive particular ficar de olho na loira, esperando por um escândalo que lhe dê respaldo para proibir que seu filho caia nas garras dela. E como Lorelei é apaixonada por diamantes, ela começa a "investir ingenuamente" num proprietário de uma mina de diamantes, que está em viagem com sua esposa. Exatamente tudo o que o papai rico precisava! Fotos e gravações comprovando tudo!

Ao chegar a Paris, as duas não tem dinheiro nem para o hotel e resolvem voltar à vida de dançarinas. O ex-noivo rico vai até a boate onde as duas trabalham e vê o número de dança mais famoso de Lorelei e isso faz com que ele tome uma decisão definitiva quanto ao futuro dos dois.

Eu gostei muito de "Os Homens Preferem as Loiras". As cenas são engraçadas e os números musicais também são ótimos. E nem precisa falar do famosíssimo número de Marilyn falando sobre os melhores amigos das mulheres (trailer abaixo). Além de linda, ela também era muito divertida e segura o filme, bem mais de Jane Russell que foi muito mais bem paga que a loira.

Nota: 4 popcorns. Como "Quanto mais quente melhor" não esperem uma comédia de fazer xixi nas calças. Mas, recomendo mesmo!

Sem trailer hoje. Resolvi trazer o número de Marilyn e os diamantes.



Ficha técnica:
título original: Gentlemen Prefer Blondes
ano de lançamento: 1953
direção: Howard Hawks
roteiro: Charles Laderer, baseado em peça de Joseph Fields e Anita Loos
produção: Sol C. Siegel
fotografia: Harry J. Wild
direção de arte: Lyle R. Wheeler e Joseph C. Wright
figurino: Travilla
edição: Hugh S. Fowler
elenco: Jane Russell, Marilyn Monroe, Charles Coburn, Elliott Reid

29.3.11

Dia 179 - Filme 179 - Cantando na Chuva


Olá, xuxus!

Bom, crianças, nessa segunda-feira juntei dois gêneros do cinema, pois estava doida para assistir a "Cantando na Chuva", o musical mais famoso de Hollywood, mas que também tem várias pitadas de comédia.

Don Lockwood (Gene Kelly) é o ator mais famoso do cinema mudo. Ele e sua parceira de cena, Lina Lamont (Jean Hagen), dominam a sétima arte até que suas carreiras ficam comprometidas quando surge a magia do cinema falado. Acostumados com as caras e bocas do cinema mudo, os dois sofrem várias críticas na première do primeiro filme do casal com falas.

Para salvar a carreira dos dois astros, que de tantos filmes juntos deram espaço às fofocas de que eram um casal também fora das telas, Don recebe ajuda de sua namorada Kathy Selden (Debbie Reynolds) e de seu amigo Cosmo Brown (Donald O'Connor). Eles têm a brilhante idéia de Kathy dublar a voz de Lina, que é uma mistura de falar pelo nariz e taquara rachada, completando com um sotaque caipira carregadíssimo.

Gene Kelly divide a direção e as coreografias do filme com Stanley Donen, famoso por vários outros musicais de sucesso como "Um dia em Nova Iorque" e "Cinderela em Paris". Kelly é considerado um dos grandes astros dos musicais de Hollywood e o filme ainda conta com a voz e passos de dança de Debbie Reynolds que tem uma longa trajetória no cinema e que eu descobri ser mãe da Princesa Léia, na verdade da atriz Carrie Fisher.

Eu simplesmente adorei o filme!!! As músicas são deliciosas de acompanhar, as coreografias são cheias de detalhes e cores e os atores são divinos, especialmente Gene Kelly que comanda a cena e era um gato e Jean Hagen como a atriz caipirona com voz estridente.

Nota: 5 popcorns. Com certeza um dos melhores musicais que eu já vi em toda a minha humilde história de telespectadora cinematográfica.

Ao invés de trailer, achei a clássica cena de "Singin'in the rain" na voz e coreografia de Gene Kelly.



Ficha técnica:
título original: Singin'in the Rain
ano de lançamento: 1952
direção: Gene Kelly, Stanley Donen
roteiro: Betty Comden e Adolph Green
produção: Arthur Freed
música: Nacio Herb Brown e Lennie Hayton
fotografia: Harold Rosson
direção de arte: Randall Duell e Cedric Gibbons
figurino: Walter Plunkett
edição: Adrienne Fazan
elenco: Gene Kelly, Donald O'Connor, Debbie Reynolds, Jean Hagen

Amorecos,

mais tarde tem a crítica de terça, dia de vocês por aqui.

bjoks

2.3.11

Dia 152 - Filme 152 - O Homem que Sabia Demais


Olá, bonitas e bonitos!

O filme dessa terça-feira, dia da categoria elaborada pelos maravilhosos e tchuqui-tchuquis seguidores do 365Pipocas foi indicado e emprestado pela minha amiga Aline (JasminTuk). Valeu, flore!!!

Acho que todo mundo já pelo menos ouviu falar de Alfred Hitchcock, o rei do suspense. Eu nunca tinha assistido a um filme dele até ontem e acabei gostando, apesar de achar que os filmes dele seriam bem diferentes desse.

A versão de 1956 de "O Homem que Sabia Demais" é uma refilmagem do filme de 1934, também dirigido por Hitchcock. O médico americano Ben McKenna (James Stewart) está no Marrocos com sua esposa Jo (Doris Day) e seu filho Hank após passar pela França para um congresso. Lá, eles conhecem um homem que os deixam intrigados e até desconfiados, pois ele apresenta um comportamento estranho.

O homem, que depois descobrimos o porquê dele estar naquele país, acaba assassinado, contando a Ben um segredo político que envolve a morte de um estadista. Como Ben é o único que sabe disso, os malandros que estão articulando o crime resolvem raptar Hank para que o médico não abra a boca para a polícia. Como estão de mãos atadas, pensando na segurança de seu filho, Ben e Jo têm que agir sozinhos sem poder contar com apoio policial.

Eu sempre quis assistir a um filme de Hitchcock e eu gostei desse. Não é um filme de super suspense, mas é muito bem produzido e a história é muito bom. E tem cenas ótimas que nos deixam muito tensos, especialmente a que mostra um concerto no Royal Albert Hall em Londres. Nervoso!!!

Nota: 4 popcorns. Tem uns pedaços meio parados, mas o filme é de muita qualidade. Pode ser que não agrade a todos, principalmente quem gosta do suspense pesado, cheio de sustos a cada minuto.

Não achei o trailer do filme, mas trouxe uma cena que acontece no final do filme, onde Doris Day canta a música "Que sera, sera".



Título original: The Man Who Knew Too Much
Ano de lançamento: 1956
direção: Alfred Hitchcock
roteiro: John Michael Hayes, baseado em estória de Charles Bennett e D.B. Wyndham-Lewis
produção: Alfred Hitchcock
música: Bernard Herrmann
fotografia: Robert Burks
direção de arte: Henry Bumstead e Hal Pereira
figurino: Edith Head
edição: George Tomasini
elenco: James Stewart, Doris Day, Brenda De Banzie, Bernard Miles, Ralph Truman

Amorecos,

amanhã tem a crítica dessa quarta.

bjoks

14.2.11

Dia 137 - Filme 137 - Quanto Mais Quente Melhor


Olá, xuxus!

Essa semana tá uma correria, então os posts, provavelmente, serão rápidos. Sorry!

Confesso a vocês que sempre achei a Marilyn Monroe belíssima, mas nunca tinha assistido a um filme dela. Daí, quando vi "Quanto Mais Quente Melhor" por R$ 9,90, tive que comprar pra assistir. E não me arrependi!

O filme, na verdade, conta a história de Joe e Jerry, dois músicos desempregados que viram testemunhas de uma matança cometida por gângsters em Chicago (EUA). Para se safar dos criminosos, eles resolvem pegar o único emprego que apareceu: tocar como mulheres em uma banda de jazz feminina que está seguindo para uma temporada de shows em Miami, Flórida.

Chegando à estação de trem para juntarem-se à banda, Josephine e Daphne (as novas mocinhas) caem de amores pela vocalista Sugar Kane, interpretada pela ingênua e sensual Marilyn. Ao chegarem em Miami, Joe(sephine) resolve dar em cima de Sugar, fingindo ser um milionário do ramo de petróleo que tem um iate ancorado na praia em frente ao hotel onde a banda se apresenta e ela fica maluca para conquistar o ricaço.

O problema é que o bando de gângsters de Chicago chega a Miami para participar de um evento de "amigos da ópera" e encontram os dois malandros. Fugindo para o iate do verdadeiro milionário, que está apaixonado por Jerry-Daphne, Joe revela sua identidade para Sugar e sai feliz da história, ao contrário de Jerry que não consegue se livrar do ricaço pegajoso.

O filme é muito engraçado!!! Daquelas comédias bacanas, sem palavrões e apelos exagerados para o sexo de hoje em dia. Marilyn era muito linda mesma, mas esse é mais um de seus papéis famosos da loira-sexy-burra. Jack Lemmon e o galã Tony Curtis, de "Spartacus" fazem a gente rir muito com suas ótimas interpretações de Jerry e Joe. Uma comédia clássica, que vale muito a pena assistir. Concorreu ao Oscar de Melhor Diretor, Ator (Jack Lemmon), Roteiro Adaptado, Fotografia P&B, Direção de Arte P&B e venceu por Melhor Figurino.

Nota: 4 popcorns. Não esperem por uma comédia de fazer xixi na calça de tanto dar risada. Mas, o filme é uma delícia!

Trailer com letrinhas e preto-e-branco.



Ficha técnica:
título original: Some Like It Hot
ano de lançamento: 1959
direção: Billy Wilder
roteiro: I.A.L. Diamond e Billy Wilder, baseado em estória de M. Logan e Robert Thoeren
produção: Billy Wilder
música: Adolph Deutsch
fotografia: Charles Lang
direção de arte: Ted Haworth
figurino: Orry-Kelly
edição: Arthur P. Schmidt
elenco: Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon, George Raft

Amorecos,

amanhã é dia de vocês aqui!

bjoks

13.2.11

Dia 136 - Filme 136 - Sindicato de Ladrões


Olá, gatinhas e gatões!

Bom, xuxus, o domingão está acabando, mas a preguiça não! Vixi, a segunda vai ser difícil, eheheeh.

Hoje, continuando a onda de filmes antigos aqui, patrocinados em sua maioria pela minha amiga Aline (valeu, flore, de novo!), assisti a mais um filme com Marlon Brando: Sindicato de Ladrões.

O eterno "Poderoso Chefão" é nesse filme o ex-boxeador Terry Malloy que, sem futuro no esporte, ganha a vida como capanga e pau-pra-toda-obra do mafioso Johnny Friendly, um gângster que controla o sindicato dos trabalhadores do porto de Nova Iorque.

O filme começa com Terry atraindo o jovem Joey Doyle para o telhado de um prédio, achando que os capangas de Friendly só vão dar um susto nele, considerado dedo-duro pelos mafiosos, e que portanto, mereceria morrer. Mas, o pior acontece e Terry se sente culpado, só que não pode contar nada para não ter o mesmo fim de Joey.

Com a morte do rapaz, Terry conhece a irmã dele, a bela e inocente, Edie Doyle que quer por tudo vingar a morte do irmão. E logo, os dois se apaixonam, com Terry cada vez mais se sentindo culpado pela arapuca criada para Joey. Tendo o Padre Barry, um homem justo e indignado com o sofrimento dos trabalhadores do porto, como confidente de seu crime, Terry passa o filme todo brigando com sua consciência, mas opta por agir corretamente.

Sendo considerado o novo dedo-duro, Terry sofre ameaças do chefão, perde amigos e é excluído do grupo de trabalhadores do porto. Mas, seus companheiros, cansados da opressão e da roubalheira de Friendly, entendem a importância do ato de Terry e acabam ficando do seu lado, indo trabalhar para um novo chefão.

O filme venceu o Oscar nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Marlon Brando), melhor atriz coadjuvante (Eva Marie Saint), melhor direção de arte - preto e branco, melhor fotografia - preto e branco, melhor edição e melhor roteiro. E foi indicado nas categorias de melhor ator coadjuvante (Karl Malden, Lee J. Cobb e Rod Steiger) e melhor trilha sonora.

Nota: 4 popcorns. O filme é muito bom, com Marlon Brando bonitão e ótimas atuações dos coadjuvantes. Dei umas cochiladas, porque às vezes ficava muito parado, mas recomendo.

Trailer antiiiiiigo e sem letrinhas.



Ficha técnica:
título original: On the Waterfront
ano de lançamento: 1954
direção: Elia Kazan
roteiro: Budd Schulberg, baseado em estória de Budd Schulberg
produção: Sam Spiegel
música: Leonard Bernstein
fotografia: Boris Kaufman
direção de arte: Richard Day
figurino: Anna Hill Johnstone
edição: Gene Milford
elenco: Marlon Brando, Karl Malden, Lee J. Cobb, Rod Steiger

Amores,

amanhã é dia de Divina Comédia por aqui.

bjoks e boa semana pra todo mundo!!!!!

20.1.11

Dia 112 - Filme 112 - O Mercador de Almas


Olá, meus amores!

To com muito sono, então o post de hoje vai ser rápido.

O filme de hoje foi patrocínio da minha amiga Aline, que contribuiu para que o meu blog fique um pouco mais velho, saindo um pouco das décadas de 1990 e 2000.

Gente, se o Rodrigo Santoro é o meu xuxu atual (bem depois do maridinho, claro), Paul Newman é o meu coroa! Meninas, como esse moço era lindo jovem!!! E não perdeu nem um pouco do charme ao envelhecer. Aqueles olhos azuis (suspiro)!!!

Eu nunca tinha ouvido falar de "O Mercador de Almas", onde o quase iniciante Paul Newman vive o forasteiro Ben Quick, que chega a uma cidade dominada por Will Varner, um bronco que manda e desmanda em todos e não tem um bom relacionamento com seus filhos, Jody e Clara. Apesar da fama de Quick, Will o toma como parceiro em suas mutretas, considerando-o um possível pretendente para sua filha, Clara, uma moça teimosa e com opiniões fortes a respeito dos homens.

O filme mostra ainda a difícil relação de Will com seus filhos, especialmente quando ele apresenta uma preferência pelo zé-ninguém Ben Quick, ao ponto de levá-lo para morar na mansão da família e ter uma ascenção rápida nos negócios do patriarca. Jody não gosta de Ben, pois este o fez perder o respeito de seu pai. E Clara, não suporta o rapaz e muito menos a idéia de se tornar sua esposa. Mas, no fim tudo dá certo e todos vivem felizes para sempre.

Nota: 4 popcorns. De verdade, gostei muito do filme, mesmo sendo tão antigo. Os atores são muito bons e a história é bacana. Mas, gostei principalmente de Paul Newman sem camisa, com aquele abdominal definido. Definitivamente, ele é o meu coroa!

Xuxus, o trailer é sem legenda. Mas, tem uns textos em inglês pra facilitar.



Ficha técnica:
título original: The Long Hot Summer
ano de lançamento: 1958
direção: Martin Ritt
roteiro: Irving Ravetch e Harriet Frank Jr., baseado em livro de William Faulkner
produção: Jerry Wald
música: Lionel Newman
fotografia: Joseph LaShelle
direção de arte: Maurice Ransford e Lyle R. Wheeler
figurino: Adele Palmer
elenco: Paul Newman, Joanne Woodward, Anthony Franciosa, Orson Welles

Iupi!!! Amanhã é sexta, dia da criançada por aqui.

bjoks!

11.1.11

Dia 103 - Filme 103 - Spartacus


Olá, meus amores!

E aí? Gostaram da promoção de aniversário do 365Pipocas? Que bom que muita gente participou e parabéns ao vencedor!

Hoje, quase terminando minhas férias, snif, snif, aproveitei pra dormir até bem tarde, tipo 12h45. ;) Depois, fiquei zapeando pela TV a cabo e pela internet e fui assistir ao filme de hoje, indicado e emprestado pela minha amiga Aline (Jasmin Tuk, para os íntimos). Valeu, flor!


É até vergonhoso dizer que nunca tinha assistido a "Spartacus". Nunca tive vontade de pegar esse filme na locadora, apesar de saber da importância dele para a história do cinema. Mas, com o blog, tive a oportunidade de assistí-lo.

Spartacus (Kirk Douglas) é um homem que nasceu escravo no Império Romano. Condenado à morte por morder um guarda, ele é "salvo" por um "empresário" de gladiadores que o compra e o leva para sua escola para treiná-lo na arte do combate de entretenimento (hummm, acho que já vi essa história essa semana).

Um belo dia, dois casais de romanos poderosos chegam à escola e ordenam que sejam agraciados com dois combates até a morte, entre gladiadores que as mulheres dos romanos escolhessem. Spartacus é um deles e perde sua luta. Seu opositor não tira sua vida e agride os romanos que o matam.

A morte do amigo causa revolta em Spartacus que acaba por liderar uma rebelião em toda a Itália, massacrando os exércitos romanos que subestimaram a força do povo escravo. Ele e seus liderados travam muitas batalhas, até chegarem a luta final, encurralados a caminho de Roma.

O filme também mostra a política no Senado Romano, as armações dos políticos, as alianças... Não muito diferente do que acontece hoje. Além disso, conta com milhares de figurantes e me surpreendeu por ser um filme de Stanley Kubrick. Eu não conheço muita coisa desse diretor, mas pelo que eu sei não é muito o estilo dele. Até vi uma crítica dizendo que Spartacus é mais Kirk Douglas do que Kubrick, por causa da fama do primeiro, que convidou o segundo para a direção, impondo algumas de suas idéias.

Nota: 4 popcorns. Eu achei o filme interessante, mas é extremamente cansativo. São 3 horas de história, mas com muitas cenas longas e sem diálogos, que me fizeram cochilar.

Trailer muito engraçado dos velhos tempos. Mas, sem letrinhas.



Ficha técnica:
título original: Spartacus
ano de lançamento: 1960
direção: Stanley Kubrick
roteiro: Dalton Trumbo, baseado em livro de Howard Fast
produção: Edward Lewis
música: Alex North
fotografia: Russell Metty
direção de arte: Eric Orbom
elenco: Kirk Douglas, Laurence Olivier, Peter Ustinov, Jean Simmons, Charles Laughton

Amorecos,

amanhã é dia do maridinho aqui no blog. Boa sorte, Marina!!!!

bjoks

22.12.10

Dia 82 - Filme 82 - Morangos Silvestres

Oi, meus lindos!

O filme de hoje foi indicado e emprestado pela minha amiga Ale, mãe do bebezuco. Valeu, flore! A Aline (Jasmin) também já indicou esse filme aqui no blog, pois ela ama o Ingmar Bergman.


"Morangos Silvestres" mostra a história do professor-médico Isak Borg e a trajetória dele, junto com sua nora Marianne, para chegar de carro a sua cidade natal onde receberá um prêmio honorário pela suas contribuições com a medicina por mais de cinquenta anos.

Durante a viagem, Isak se recorda de vários momentos de sua vida, alguns bons e outros nem tanto, cenas de sua infância e cruza com pessoas que passam por sua vida ali naquela estrada. O medo da morte, que na idade de Isak já está próxima, faz isso com o personagem: a reflexão, o saudosismo...

O filme é muito bem dirigido por Bergman, onde cada detalhe tem participação importante no roteiro como por exemplo, o tempo que não pára na vida real, acaba não andando nos sonhos de Isak, remetendo à curta vida que ele ainda pode ter.

Nota: 4 popcorns. Confesso que cochilei em algumas partes, pois as vezes fica cansativo. Mas, o filme é muito bom!

Como é falado em sueco, trouxe uma cena que encontrei com legendas:



Ficha técnica:
Título original: Smultronstället
ano de lançamento: 1957
Direção: Ingmar Bergman
Produção: Allan Ekelund
Roteiro: Ingmar Bergman
Música:Erik Nordgren
Edição: Oscar Rosander
Elenco: Victor Sjöström, Bibi Andersson, Ingrid Thulin

Amanhã, dia do maridinho!

bjoks com sonooooooo!

5.12.10

Dia 66 - Filme 66 - Ben-Hur


Oi, minha gente!!!!

E aí? Muita preguiça nesse domingão? Mais um fim de semana quente aqui no Planalto Central. Tô achando que esse ano ta chovendo pouco por aqui. Será???? Aquecimento global ta mudando tudo nesse mundo.

Bom, como disse pra vocês, essas duas semanas vão ser correria, mas o blog vai bombar ainda mais, ok? Não se preocupem, pois não vou abandoná-los, ok?

O filme de hoje com certeza foi o filme mais longo que eu já assisti, mas valeu a pena demais. "Ben-Hur" é um clássico do cinema, lançado em 1959, vencedor de 11 Oscar, empatado com Titanic e O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei.


Ben-Hur é um judeu muito rico que vive em Jerusalém no século I. Por conta de um desentendimento com o amigo, Messala, que comanda as tropas romanas na cidade, Ben-Hur é condenado a viver como escravo trabalhando em navios de batalha como remador, sendo separado de sua mãe e irmã.

Aproveitando as oportunidades que a vida lhe dá, Ben-Hur vira o protegido de um cônsul romano, que o adota, dando a ele a chance de voltar a ser uma pessoa respeitada em Roma. E ele aproveita desse prestígio para retornar a sua terra em busca de sua mãe e irmã e vingar-se daquele que o colocou nessa situação.

Não tem explicação, gente! O filme é de 1959 e tem cenas grandiosas, numa época que ninguém duplicava multidões no computador. Eram figurantes de verdade mesmo. De acordo com o DVD, foram 8 mil figurantes, 100 mil figurinos e 300 cenários. Imaginem isso!!!!!!

Nota: 5 popcorns. O filme é excelente, o roteiro é ótimo, as cenas com Jesus são lindas, mas se preparem porque é muuuuuito longo.

Trailer com legendas. Iupi!



Ficha técnica:
título original: Ben-Hur
ano de lançamento: 1959
direção: Edward C. Carfagno e William A. Horning
roteiro: Karl Tunberg, baseado em livro de Lew Wallace
produção: Sam Zimbalist
música: Miklós Rózca
fotografia: Robert Surtees
elenco: Charlton Heston, Jack Hawkins, Haya Harareet, Stephen Boyd.

Criançada, ótima semana pra todo mundo e continuem comentando!!!!!

bjoks

16.11.10

Dia 47 - Filme 47 - O Sétimo Selo


Oi, povo!

Dia de indicação dos seguidores do blog e mais uma vez trouxe para vocês um filme emprestado pela minha amiga Aline. Ela é super fã de Ingmar Bergman e me disse que esse é o filme que ela mais gosta do diretor sueco.


"O Sétimo Selo" conta a história de um cavaleiro que retorna das Cruzadas da Fé e encontra seu país assolado pela peste negra. Refletindo sobre sua crença em Deus e sobre o significado da vida, ele recebe a visita da própria Morte, que lhe diz que sua hora chegou. Para ganhar tempo e na tentativa de ainda conseguir realizar algum ato importante em sua vida, o cavaleiro propõe à morte uma partida de xadrez, e caso ela vença, ele segue com ela. Se ele vencer, ela o deixará em paz.

O filme também mostra a história de uma família de artistas, que mesmo vivendo com dificuldades, consegue ser feliz com os pequenos acontecimentos da vida. E isso toca o coração do cavaleiro, em sua busca constante por significados, porquês, a existência de Deus ou do Diabo...

O Sétimo selo é um filme de filosofia, onde nos deparamos com algumas das maiores questões da humanidade de uma forma simples e até irônica. Os primeiros minutos do filme me pareceram um pouco malucos, mas, depois de um tempo, fiquei curiosa para saber onde o roteiro nos levaria. Eu nunca tinha assistido nada de Ingmar Bergman e confesso que me surpreendi com esse.

Nota: 4 popcorns. É um filme muito interessante, cheio de cenas lindas, repletas de significados ocultos, mas, um pouco cansativo.

Achei o trailer legendado, porque ninguém merece tentar entender o que esses suecos estão dizendo ;)



Ficha técnica:
título original:Det Sjunde Inseglet
ano de lançamento: 1956
direção: Ingmar Bergman
roteiro: Ingmar Bergman, baseado em peça de Ingmar Bergman
produção: Allan Ekelund
música: Erik Nordgren
fotografia: Gunnar Fischer
elenco: Max Von Sydow, Gunnar Björnstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Bibi Andersson

Amanhã é dia de "Meu marido indica...".
Boa sorte pra mim, apesar de achar que ele não vai ser tão bobo-feio-chato comigo.

bjoks

15.11.10

Dia 45 - Filme 45 - Uma rua chamada pecado


Olá, bonitonas e bonitões!!!!

Como vocês já sabem, domingo é dia de vencedores/indicados ao Oscar de Melhor Filme aqui no 365Pipocas. E mais um filme emprestado pela amiga Aline (Jasmin), lançado em 1951, indicado a 10 Oscar, vencedor nas categorias de melhor atriz, atriz coadjuvante, ator coadjuvante e direção de arte.


"Uma rua chamada pecado" é um filme baseado em uma peça de teatro e conta a história de Blanche DuBois (Vivien Leigh de ...e o vento levou), uma mulher madura, mas bonita e sensual, que chega a New Orleans para visitar a irmã e o cunhado, com a desculpa de que tirou uma licença do trabalho. Na verdade, Blanche é uma desequilibrada (doida mesmo), cheia de desilusões e culpa, que vive fora da realidade (bêbada, na maioria das vezes), e que ainda busca pretendentes amorosos.

Só que, com esse comportamento, além das mentiras constantes, Blanche deixa cada vez mais seu cunhado Stanley (Marlon Brando, docinho de côco) fora do sério. Ele é um homem grosseiro e valentão, mas que tem a irmã de Blanche, Stella, aos seus pés. Sem mais paciência e depois de descobrir o verdadeiro passado de Blanche, Stanley convence Stella a dar um jeito na irmã, deixando-os livres da maluca no final.

Nota: 4 popcorns. O filme é um clássico, mas achei um pouco cansativo por ser muito longo. Marlon Brando e Vivien Leigh dão um show de interpretação, além dele ser um bonitão nesse filme, né, meninas?

Trailer:



Ficha técnica:
título original: A Streetcar Named Desire
ano de lançamento: 1951
direção: Elia Kazan
roteiro: Oscar Saul, baseado em peça de Tennessee Williams
produção: Charles K. Feldman
música: Alex North
fotografia: Harry Stradling Jr.
elenco: Vivien Leigh, Marlon Brando, Kim Hunter, Karl Malden, Rudy Bond

Xuxus,

bjoks pra vocês e feriado cheio de comédia, amanhã.

15.10.10

Dia 15 - Filme 15 - Alice no País das Maravilhas



Olá, meninos e meninas!!!!!!!

Começamos a terceira semana do 365 Pipocas com a categoria mais cuti-cuti do blog, o "Dia das Crianças". E pra gente começar essa semana com classe, escolhi um dos filmes mais encantadores da Disney: Alice no País das Maravilhas.

Gente, fala que não é uma gracinha???? Esse filme é muito fofo e mesmo com o lançamento da nova versão de Tim Burton, cheia de efeitos especiais, tecnologia 3D e o sempre gatíssimo Johnny Depp, esse desenho lançado em 1951 ganha o coração da gente.

Acho que todo mundo conhece a história, não é? Mas, vamos lá. Alice é uma menina muito esperta e curiosa que sonha em ter um mundo só seu. Enquanto não está nem preocupada com sua aula de história, Alice vê um coelho de colete e relógio que entra num buraco no pé de uma árvore. Com toda a sua curiosidade, Alice segue o coelho atrasado (é tarde, é tarde...) e chega ao País das Maravilhas, lugar de sonhos e de criaturas mágicas.

Alice encontra vários personagens malucos: o coelho atrasado, os gêmeos Tweedle-Dee e Tweedle-Dum, uma lagarta "fumada", flores que cantam e o Mestre Gato, que aparece e desaparece quando quer. Mas, pra mim, os melhores personagens são o Chapeleiro Louco e a Lebre Maluca na famosa cena da hora do chá de desaniversário.

Doida varrida também é a Rainha de Copas. De pavio mais que curto, resolve seus problemas com a famosa frase "Cortem a cabeça!!!!!!". (Bem que eu queria resolver alguns problemas com certas pessoas assim, eheeheheh).

Uma coisa engraçada que aconteceu hoje é que eu comecei a assistir ao desenho legendado. Daí, fiquei achando que tinha alguma coisa errada. Passei para dublado e aí sim! Quando a Alice disse "É um coelho de coletes e relógio, Diná", com a voz da versão que eu assisti quando era criança, valeu a pena de novo!

Nota: 5 popcorns. Clássico para todas as idades. Já vou comprar pra deixar pros meus cinco filhos, ehehehe.

Não quis colocar o trailer dessa vez. Achei a cena do Chá de Desaniversário que é hilária. E abaixo, um pouco da ficha técnica.



Ficha técnica:
título original: Alice in Wonderland
ano de lançamento: 1951
direção: Clyde Geronimi , Wilfred Jackson , Hamilton Luske
roteiro: Winston Hibler, Ted Sears, Bill Peet, Erdman Penner, Joe Rinaldi, Milt Banta, William Cottrell, Dick Kelsey, Joe Grant, Dick Huerner, Del Connell, Tom Oreb e John Walbridge, baseado em livros de Lewis Carroll
produção: Walt Disney
música: Oliver Wallace

Crianças, assistam a esse filme com suas crianças. Ou, finjam que os anos não passaram e vejam de novo com aquele olhar de quando éramos pequenininhos.

Amanhã, dia de biografia. "Quem é mesmo?"

bjoks e vão dormir!