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30.9.11
Dia 365 - Filme 365 - Os Goonies
Olá, tchuqui-tchuquis
Última sexta-feira do 365Pipocas, dia da criançada, mas ainda não vou me despedir por enquanto. Escreverei essa crítica como se fosse uma sexta-feira normal e depois vem mais um post de agradecimentos e choradeira.
Um grupo de garotos que se intitulam Os Goonies estão despedindo-se de Astoria (Oregon, EUA) porque suas casas serão compradas e demolidas para a construção de um campo de golfe. Revoltados com isso, Mickey (Sean Astin, o Sam de "O Senhor dos Anéis"), Bocão (Corey Feldman), Dado (Jonathan' Ke Huy Quan) e Gordo (Jeff Cohen) querem achar uma solução para que as casas não sejam vendidas e que eles não tenham que deixar a cidade.
Acompanhados pelo irmão de Mickey, Brand (Josh Brolin, de Milk - A Voz da Igualdade), o grupo sobe até o sótão onde o Sr. Walsh, pai de Mickey e Brand, guarda coisas antigas vindas de museu. Lá, os garotos encontram um mapa que remete a uma antiga lenda de que perto dali existe um navio cheio de ouro que pertenceu ao Pirata Willy, O Caolho.
Os garotos dão um jeito de despistar Brand e saem para a caça ao tesouro. O problema é que o mapa indica que o lugar onde é o começo da trilha fica exatamente embaixo de um restaurante abandonado. Vocês podem pensar que isso não é problema algum, mas o restaurante é o esconderijo dos Fratelli, uma quadrilha de italianos que resolvem tudo a base de tiros.
Aos Goonies se juntam Andy (Kerry Green) e Steph (Martha Plimpton) e todos, com exceção do Gordo que fica para chamar a polícia, entram no túnel embaixo do restaurante e começam a percorrer a trilha. Os Fratelli descobrem tudo e vao atrás dos garotos e todos percorrem passagens subterrâneas e enfrentam várias armadilhas colocadas por Willy, até chegarem ao esperado navio pirata.
O filme é TUUUUUDO de bom, tem todos os elementos para prender a criançada, pelo menos da minha época. Piratas, bandidos, grupo de crianças destemidas, esperança de que tudo vai dar certo e um monstrengo com o coração de ouro. Armadilhas mirabolantes, mapas do tesouro, navio pirata com "andar sobre a prancha"... Quem é que não gosta?
Claro que assistindo mais uma vez, a gente percebe o quanto a produção era tosca e o número infinito de erros de continuidade. Mas, quem vai perceber isso quando se é criança? Eu adorava!!!!!!
"Os Goonies" é o filme da minha casa. Não do meu lar atual, mas da casa dos meus pais. Todo mundo, inclusive a minha mãe que gosta de filmes, mas não é muito vidrada em escolher um preferido, idolatra esse filme como O filme da família Guimarães Barros. Sem exageros, eu devo ter assistido a "Os Goonies" umas mil vezes. E sempre me divirto em todas elas. Meu pai, minhas irmãs e eu sabemos as falas de cor e até quando era hora de entrar os comerciais da Globo, já que a fita VHS lá de casa era gravada da TV.
Nota: 5 popcorns. Filme que eu espero mostrar para os meus filhos e que eles não digam: Mãe, que besta tudo isso aí. Dedos cruzados!!!!!!
Para quem ama "Os Goonies" como eu, lembra bem da música da colorida Cindy Lauper, "The Goonies R Good Enough".
Ficha técnica:
título original: The Goonies
ano de lançamento: 1985
direção: Richard Donner
produção: Richard Donner, Harvey Bernhard
edição: Chris Columbus
história: Steven Spielberg
música: Dave Grusin, Cyndi Lauper
edição: Michael Kahn
elenco: Sean Astin, Josh Brolin, Jeff Cohen, Corey Feldman, Kerri Green, Martha Plimpton, Jonathan Ke Quan, Anne Ramsey
Queridões,
daqui a pouco o post final do primeiro ano do 365Pipocas. Aguardem!
bjoks
26.9.11
Dia 357 - Filme 357 - Retroceder nunca, render-se jamais
Olá, meus amados seguidores
Só o maridinho mesmo para ter poder sobre esse blog e me fazer assistir ao filme mais tosco de toda a história do 365Pipocas. Alguém já ouviu falar de "Retroceder Nunca, Render-se Jamais"?????? Aposto que a Aline e a Camilinha vão dizer que sim, já que elas adoram e conhecem todos os filmes que o maridinho indica aqui. Meninas, não tem como ser mais podre!!!!!!!!
Mas, vamos à história: Jason é um garoto que treina karatê na academia de seu pai em Los Angeles. Um dia, três malvadões, incluindo Ivan (leia "Aivan"), vivido por um quase desconhecido e jovem Jean-Claude Van Damme, aparecem na academia e dão um pau no pai do Jason. Eles querem que ele entre para um negócio (que ninguém explica o que é até o final do filme), mas o pai, muito honesto, não quer saber de encrenca.
Com isso, Jason e sua família mudam-se para Seattle e daí as coisas ficam ainda mais hilárias e toscas. Jason conhece um garoto que aparece do nada na sua casa e já vira "brother"; os dois vão até o túmulo de Bruce Lee para pedir conselhos de como lutar bem; Jason toma uma surra de uns carinhas de uma academia onde ele queria treinar; de repente, Jason está namorando a bonitona Kelly e seu ex-namorado também quer dar um pau no Jason; o mocinho recebe a visita do espírito (!!!) de Bruce Lee que o treina para que ele lute com segurança e sem violência; Jason vive tendo discussões com seu pai que não aceita que ele chegue em casa todo dia após brigas de rua; e claro, a luta final do filme tem Jason e "Aivan" no ringue com todos os dubladores gritando sem parar "Jason, Jason, Jason......" É, eu esqueci de falar que o maridinho fez questão de que assistíssemos em português. Gente boa, né?
Minha gente, vocês tinham que ver o maridinho delirando com o filme inteiro enquanto eu quase fazia xixi nas calças de tanto rir dos absurdos. Primeiro que todo mundo parece estar em um comercial de refrigerante, com caras e bocas de matar qualquer um de tanta risada. A iluminação do filme é péssima e na mesma cena temos um ambiente azul, amarelo e laranja. O microfone usado no filme aparece sem parar na parte de cima da tela, quase encostando na cabeça dos atores. E a história é ruim de doer demais da conta "de com força".
Nota: 1 popcorn. Sem comentários!
Trouxe a parte do filme onde Jason treina com a ajuda de seu amigo "brother". Olha a trilha sonora! Horrível!!!!!!!
Ficha técnica:
título original: No retreat, no surrender
ano de lançamento: 1985
Direção: Corey Yuen
Roteiro: See-Yuen Ng, Keith W. Strandberg
música: Paul Gilreath
edição: James Melkonia, Mark Pierce, Allan Poon
Elenco: Kurt McKinney, Jean-Claude Van Damme, J.W. Fails, Kathie Sileno, Tai Chung Kim
Gente do céu,
ninguém merece, né? Já, já, a crítica de sexta. Filme cláaaassico da minha infância.
bjoks
17.9.11
Dia 333 - Filme 333 - Uma Linda Mulher
Olá, lindos e lindas
Dia de comédia aqui no 365Pipocas, na segunda-feira, dia 29, resolvi aproveitar mais um patrocínio da minha amiga Karlinha e rever, ou ver pela primeira vez, desde o começo, "Uma Linda Mulher". Quero deixar registrada a minha homenagem à minha tia Vilma que aaaaaammmmmmaaaa de paixão esse filme. Bjoks, tia!Acho que todo mundo já ouviu falar de algum conto de fadas. E "Uma Linda Mulher" é bem isso: uma garota pobre conhece um cara rico, os dois passam alguns dias juntos, se apaixonam e no fim eles vivem felizes para sempre. Mas, temos que acrescentar alguns detalhes nessa história: a moça pobre é Vivian (Julia Roberts), uma prostituta que trabalha nas ruas de Beverly Hills (EUA); o cara rico é o bilionário Edward Lewis (Richard Gere), que ganha a vida comprando empresas falidas, fatiando-as e vendendo cada pedaço por um preço muito maior que pagou. O "passar uns dias juntos" é na verdade um contrato de trabalho: Edward paga a Vivian para que ela passe uma semana com ele, enquanto ele frequenta vários eventos na cidade para fechar um negócio bilionário.
No início tudo gira em torno da sedução e do sexo, mas ao longo da semana, Edward e Vivian vão se aproximando cada vez mais, tendo encontros românticos, como a clássica cena de quando ele a leva para assistir a uma ópera em São Francisco. Ela se transforma, com a ajuda do dinheiro de Edward, claro, mas também com os palpites e confiança de Barnard "Barney" Thompson (Hector Elizondo), o gerente do hotel onde estão hospedados.
No fim do período combinado, os dois têm que voltar às suas realidades, especialmente quando o asqueroso advogado de Edward tenta outras coisas mais íntimas com Vivian para se vingar de seu chefe. Mas todo mundo já sabe que o sentimento agora é outro e numa cena linda, com direito a cavalo branco (leia-se limousine branca), tudo se resolve entre Edward e Vivan. "E foram felizes para sempre".
Eu já vi esse filme mil vezes, mas todas as vezes acho a história linda e perfeita. Revendo dessa vez, percebi que gosto mais de Julia Roberts nesse papel do que em qualquer outro. Ela convence, mas com um certo exagero, de que é uma moça da vida, simples, sem recuros, mas muito verdadeira. Richard Gere está um pão de ló, charmoso e lindo!
Nota: 4 popcorns. Apesar de alguns exageros é uma comédia que marcou a história do cinema, queiram os críticos concordarem ou não.
Ficha técnica:
título original: Pretty Woman
ano de lançamento: 1990
direção: Garry Marshall
roteiro: J.F. Lawton
produção: Arnon Milchan e Steven Reuther
música: James Newton Howard
fotografia: Charles Minsky
direção de arte: David M. Haber
figurino: Marilyn Vance
edição: Raja Gosnell e Priscilla Nedd-Friendly
elenco: Richard Gere, Julia Roberts, Hector Elizondo, Jason Alexander
Gatinhas e gatões,
daqui a pouco a crítica de terça-feira.
bjoks!
22.8.11
Dia 321 - Filme 321- Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida
Olá, queridões!
Tô aqui em casa de bobeira, começando minhas três semanas de férias e colocando o 365Pipocas em dia, já que não tenho mais desculpa para atrasá-lo, não é?
Bom, na quarta-feira passada, aproveitando os vários DVDs que eu peguei emprestado com a minha amiga Aline, o maridinho resolveu que o filme do dia seria "Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida". Eu, que não sou boba, obedeci logo, com medo dele inventar um filme "clássico" da lista dele.
Eu me lembro de quando assistia a qualquer um dos filmes do Indiana Jones com meu pai. Eu lembro direitinho dele morrendo de rir e até hoje ele adora as aventuras do professor americano de arqueologia que, além de dar aulas, leva a vida correndo atrás de relíquias religiosas e históricas escondidas nos lugares mais improváveis.
Nesse primeiro filme, o Dr. Indiana Jones (Harrison Ford) vai até o Egito em busca da Arca da Aliança, o baú bíblico onde os israelitas guardaram os pedaços da tábua dos Dez Mandamentos. Com a ajuda de sua antiga paixão, Marion Ravenwood (Karen Allen), Indiana tem que enfrentar os nazistas que estão em busca da mesma Arca já que ela pode trazer poderes inimagináveis a quem a abrir e Adolf Hitler quer botar as mãos nela de qualquer jeito.
A história de "Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida" é muito boa e as coisas se encaixam com a ajuda de vários exageros. As cenas são ótimas, mentirosas até o último grau e cheias de erros de continuidade, mas repletas de muito bom humor. Harrison Ford é um charme como Indiana Jones, com aquela expressão de "sabe-tudo" e ao mesmo tempo garanhão.
Esse é o primeiro filme da "quadrilogia" de Indiana Jones, mas é o segundo na ordem cronológica. Foi com essa obra que Harrison Ford se tornou realmente um astro de sucesso, o que já havia iniciado como Han Solo em Guerra nas Estrelas. Spielberg também já vinha de sucessos como "Tubarão" e "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", mas nada como o Dr. Jones para dar a Steven um ar mais leve em sua carreira.
Nota: 5 popcorns. Mesmo com todos os erros de continuidade, "Indiana Jones..." é entretenimento puro. Pai, lembra da cena da espada???? kkkkkkkkk
Ficha técnica:
título original: Raiders Of The Lost Ark
ano de lançamento: 1981
direção: Steven Spielberg
roteiro: Lawrence Kasdan, baseado em estória de George Lucas e Philip Kaufman
produção: Frank Marshall
música: John Williams
fotografia: Douglas Slocombe
direção de arte: Leslie Dilley
figurino: Deborah Nadoolman
edição: Michael Kahn
elenco: Harrison Ford, Karen Allen, Paul Freeman, Ronald Lacey
Amorecos,
daqui a pouco a crítica de quinta-feira. Filme indicado na promoção dos 300 dias do 365Pipocas. Aguardem!
bjoks
17.8.11
Dia 318 - Filme 318 - E.T. - O Extraterrestre
Olá, amados!
Domingo foi dia de Oscar por aqui e aproveitei o canal mágico da minha TV a cabo e comprei baratinho "E.T. - O Extraterrestre", dirigido por Steven Spielberg e um filme que marcou a minha infância total.
Num belo dia comum, o garoto Elliot (Henry Thomas) escuta um barulho no seu quintal e vai verificar o que é. Ele não encontra nada, mas fica encucado com isso e na noite seguinte, fica de plantão e suas suspeitas de que havia alguma coisa lá se confirmam. Ele dá de cara com um ser de outro planeta, uma criatura engraçada e desengonçada, mas que não oferece nenhum risco para Elliot.
Como a curiosidade é muito grande, Elliot leva o ET para dentro de casa e passa a escondê-lo de sua mãe, tendo como cúmplices seu irmão Michael (Robert MacNaughton) e a pequena e muito egraçadinha Gertie (Drew Barrymore). O ET começa a aprender coisas da Terra e desenvolve uma ligação muito forte com Elliot, pois o garoto começa a sentir tudo o que ET sente.
Elliot compreende que ET foi deixado por acidente na Terra, especialmente quando o moço do espaço cria um transmissor de mensagens para se comunicar com sua casa. As tentativas dão errado e ET fica muito doente. Com isso, ET é descoberto pelo governo americano que tenta tirá-lo de Elliot para estudos. Mas, a ligação do garoto com a criatura é muito forte e é isso que salva os dois amigos.
Acho que não tem ninguém que nunca tenha visto pelo menos a cena do ET com Elliot voando em frente a Lua numa bicicleta. Esse filme fez parte da minha infância e eu ficava morrendo de dó do ET e torcendo pra ele encontrar a mãe dele logo. Spielberg, semelhante a "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", mostra os extraterrestres como bonzinhos e nos dá um filme delicioso de assistir. A trilha de John Williams, companheiro fiel de Spielberg em todos os seus filmes, é perfeita e marcante, como várias outras - Superman, Parque dos Dinossauros, Indiana Jones e por aí vai...
Nota: 5 popcorns. Filme delícia, muito bem produzido e que tem uma mensagem linda de aceitação do que é diferente.
Trailer sem legendas :(
Ficha técnica:
título original: E.T. the Extra-Terrestrial
ano de lançamento: 1982
direção: Steven Spielberg
roteiro: Melissa Mathison
produção: Kathleen Kennedy e Steven Spielberg
música: John Williams
fotografia: Allen Daviau
edição: Carol Littleton
elenco: Dee Wallace-Stone, Henry Thomas, Peter Coyote, Robert MacNaughton, Drew Barrymore
Lindões,
daqui a pouco a crítica de segunda. Comédia na área.
bjoks
6.8.11
Dia 308 - Filme 308 - Rain Man
Olá, bonitos e bonitas
Como na segunda fiz a antecipação da categoria de drama, na quinta-feira assisti a um indicado ao Oscar de Melhor Filme, já que no domingo assistimos a uma comédia que seria na segunda. Kkkkkk, confuso? Mas, as contas estão corretas.
Eu já tinha assistido a "Rain Man" e sempre gostei muito de Dustin Hoffman nesse filme. Tom Cruise repete o papel de mocinho revoltado com o mundo, mas também está bem no personagem. Charlie Babbit (Cruise) é um jovem que vive em Los Angeles revendendo carros importados que um dia é avisado da morte de seu pai que não via há tempos. Ele vai até o enterro e acompanha a leitura do testamento que revela que seu pai não deixou nada para ele, a não ser um carro 1949 e suas roseiras premiadas. Já para outro beneficiário, o pai deixa nada menos que três milhões de dólares.
Charlie descobre que o beneficiário está internado em um hospital para pessoas especiais e resolve desvendar o mistério da herança. Ele fica sabendo que o herdeiro é seu irmão Raymond Babbit (Dustin Hoffman), que Charlie desconhecia a existência. Raymond sofre de autismo e vive seus dias na clínica com rotinas rígidas que o ajudam a se adaptar ao mundo.
Pensando somente no dinheiro, Charlie tira Raymond da clínica com a idéia de levá-lo até Los Angeles para brigar pela guarda do irmão nos tribunais e exigir metade da grana. Sem paciência alguma com Ray, Charlie tem que se adaptar à rotina dele e os dois cruzam o país em uma viagem de carro cheia de novas descobertas, inclusive a do amor entre os dois irmãos.
Provavelmente "Rain Man" está em milhares de listas de melhores filmes de todos os tempos. Com uma história brilhante, doce e completa, o filme é apaixonante. Tom Cruise e Dustin Hoffman se revezam no papel de ator principal o tempo todo, já que o personagem de um não é nada sem o outro.
"Rain Man" venceu quatro Oscar: melhor filme, diretor, roteiro original e ator para Dustin Hoffman. Foi indicado a outras quatro estatuetas: trilha sonora, direção de arte, fotografia e edição.
Nota: 5 popcorns. Obrigatório! Tem que dizer mais alguma coisa?
Trailer "the book is on the table".
Ficha técnica:
título original: Rain Man
ano de lançamento: 1988
direção: Barry Levinson
roteiro: Ronald Bass e Barry Morrow, baseado em estória de Barry Morrow
produção: Mark Johnson
música: Hans Zimmer
fotografia: John Seale
direção de arte: William A. Elliott
figurino: Bernie Pollack
edição: Stu Linder
elenco: Dustin Hoffman, Tom Cruise, Valeria Golino, Gerald R. Molen
Amorecos,
daqui a pouquinho a crítica de sexta. Criançada no 365Pipocas.
bjoks
Dia 307 - Filme 307 - La Bamba
Olá, queridões
Fazia tempo que o maridinho não trazia um clássico da Sessão da Tarde aqui pro 365Pipocas, então essa semana ele resolveu voltar à regra.
Eu me lembro direitinho de ver as propagandas de "La Bamba" na TV e de assistir a alguns pedaços do filme. Mas, como a idade chega pra todo mundo, a minha memória sobre esse filme estava pequena. No fim dos anos 1950, Richard Valenzuela (Lou Diamond Phillips) é apaixonado por rock'n roll e vive com sua família num vilarejo onde trabalham como catadores de frutas. Com a chegada do irmão-problema Bob, a família se muda para Los Angeles e Richie passa a frequentar a escola local, onde conhece um cara que tem uma banda e a garota Donna, paixão de sua vida que vai lhe render muito sucesso.
Descoberto por um produtor musical, Richie vira Ritchie Valens e emplaca três sucessos rapidamente: "Come On, Let's Go", "Donna" escrita após um rompimento com sua namorada e "La Bamba", transformada em rock por Vallens.
Famoso, com dinheiro para dar uma vida melhor à sua família, conseguindo recuperar o amor de sua vida e fazendo as pazes com seu irmão invejoso Bob, Ritchie é o sinônimo de sucesso. Mas, um fim trágico o espera de forma até irônica, tendo em vista o seu constante pânico em viajar nas alturas.
O filme é bacana, bem produzido e a história é interessante. Clássico mesmo das tardes após a escola e com trilha sonora que já embalou várias festas de formatura, casamento e bailinhos.
Nota: 3 popcorns. Não é uma super biografia, mas vale a pena assistir.
Trailer sem letrinhas. Mas, com fundo musical dançante!
Ficha técnica:
título original: La Bamba
ano de lançamento: 1987
direção e roteiro: Luis Valdez
produção: Bill Borden e Taylor Hackford
música: Miles Goodman e Carlos Santana
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte:
figurino: Sylvia Vega-Vasquez
edição: Don Brochu e Sheldon Kahn
elenco: Lou Diamond Phillips, Esai Morales, Rosanna DeSoto, Elizabeth Peña
Lindões,
daqui a pouco a crítica de quinta.
bjoks
2.8.11
Dia 305 - Filme 305 - Cinema Paradiso
Olá, amorecos!
Segunda-feira é dia de comédia aqui no 365Pipocas, mas por conta de prazo de entrega de DVDs na locadora, antecipei a categoria de quinta e assisti a um drama.
Comecei a ver o filme com a idéia de que na verdade estava revendo-o. Depois de dez minutos de história, percebi que nunca tinha assistido a "Cinema Paradiso" antes, acreditam? Muito engraçado. Não tinha nem idéia do que viria pela frente mesmo. Mas, vamos ao filme.
Salvatore, conhecido como Totó, é um garoto que vive em uma cidade da Sicília com sua mãe e irmã, à espera de seu pai que ainda não voltou da Guerra (a Segunda). Bem antes do surgimento da televisão, a cidade tem como única forma de diversão o Cinema Paradiso, onde são exibidos todos os tipos de filmes, mas não sem antes passar pela "edição" do padre da cidade.
Fascinado pelo mundo que o cinema proporciona, Totó fica no pé do empregado mais fiel do Paradiso, o projetista Alfredo (Philippe Noiret) para que ele o ensine a trabalhar com a máquina de projeção. Os dois começam uma amizade muito bonita e sincera e trocam de lugar no ofício da sétima arte quando uma tragédia acontece no cinema.
O filme, na verdade, é visto em flashback, como memórias do agora adulto Totó que recorda os anos de ouro em que trabalhava no Cinema Paradiso e volta muito anos depois à sua antiga cidade, após uma notícia dada por sua mãe.
"Cinema Paradiso" é considerado um dos melhores filmes da história do cinema. E agora que assisti de verdade ;) concordo totalmente. Apesar de não ter gostado muito da qualidade da filmagem e do som (porque tudo parece dublado, não só o ator francês Philippe Noiret), a história é uma gracinha e não tem como não amar o pequeno Totó, garoto esperto e que vive se metendo em encrencas, mas que tem um coração enorme. E claro, nem é preciso citar muito Philippe Noiret, que como em "O Carteiro e o Poeta" (já visto AQUI), nos oferece um personagem tão querido.
Nota: 4 popcorns. Perdeu pontos só pela parte técnica.
O trailer não é nem em italiano e nem tem legendas. É narrado em inglês. ;)
Ficha técnica:
título original: Nuovo Cinema Paradiso
ano de lançamento: 1988
direção e roteiro: Giuseppe Tornatore
produção: Mino Barbera, Franco Cristaldi e Giovana Romagnoli
música: Andrea Morricone e Ennio Morricone
fotografia: Blasco Giurato
figurino: Beatrice Bordone
edição: Mario Morra
elenco: Philippe Noiret, Salvatore Cascio, Marco Leonardi, Jacques Perrin
Lindões,
daqui a pouco a crítica de terça. Filme indicado por vocês.
bjoks
26.7.11
Dia 299 - Filme 299 - A Casa da Rússia
Olá, meu povo
Ontem terminei de ver o filme do dia muito tarde e deixei para postar a crítica hoje. Escolhi um filme indicado pela minha amiga Aline (@jasmintuk) que gosta muito do Sir Sean Connery.
"A Casa da Rússia" acompanha um pedaço da vida de duas pessoas bem opostas, em Moscou após a dissolução da União Soviética. Katya Orlova (Michelle Pfeiffer) é uma editora russa, divorciada que vive com seus dois filhos pequenos e é amiga de um grande cientista conhecido como Dante. Bart Blair (Sean Connery) é um editor inglês que vive viajando para a Rússia e numa dessas vezes, encontra-se com Dante. Dante confia a Katya um manuscrito de um livro sobre como a ciência pode ser usada na guerra e ela deve entregá-lo a Bart numa feira de livros. Sem sucesso, ela deixa o manuscrito com um colega de Bart, que ao invés de levá-lo até o editor, resolve entregar o texto ao governo inglês.
Preocupados com o conteúdo do manuscrito, o governo e a CIA convencem Bart a ganhar a confiança de Katya (que ele nunca viu) para que ela revele informações sobre o livro, se é genuíno ou não. Ele passa a ser monitorado o tempo todo, vigiado em cada encontro que tem com Katya. Mas, Sean Connery é o 007 mais bonitão de todos os tempos. Vocês acharam que Katya ia resistir ao charme dele? Claro que não! E esse amor é o que vai contribuir para o sucesso ou não da operação espiã.
Eu gostei do filme. É interessante e acompanha um pedaço da história e da paranóia que virou os EUA com a Rússia. Todos os personagens parecem suspeitos, com medo, vigiando tudo o tempo todo. Sean Connery está com aquela cara de canalha que ele sabe fazer bem e Michelle Pfeiffer faz bem seu papel de mulher frágil. Destaque para Roy Scheider (Tubarão), como um importante chefe da CIA.
Nota: 4 popcorns. É um filme longo, político e pode ficar cansativo. Mas, recomendo.
Trailer muito doido que na verdade é uma propaganda de televisão anunciando o filme.
Ficha técnica:
título original: The Russian House
ano de lançamento: 1990
direção: Fred Schepisi
roteiro: Tom Stoppard, baseado em livro de John Le Carré
produção: Paul Maslansky e Fred Schepisi
música: Jerry Goldsmith
fotografia: Ian Baker
figurino: Ruth Myers
edição: Peter Honess
elenco: Sean Connery, Michelle Pfeiffer, Roy Scheider, James Fox
Amores,
daqui a pouco a crítica de quarta e mais tarde começa a promoção dos 300 dias.
bjoks
18.7.11
Dia 288 - Filme 288 - A Pequena Sereia
Olá, crianças
O bacana de fazer esse blog é, além de assistir a novos filmes, ter a oportunidade de rever clássicos que marcaram a minha infância, por exemplo. E "A Pequena Sereia" é um desses filmes que eu adoro rever.
Ariel é uma sereia de 16 anos, filha do rei dos sete mares Tritão, e diferente de suas irmãs, vive explorando o oceano, junto com seu fiel amigo, o peixe Linguado.Ariel sonha em conhecer um humano, para pôr fim em sua curiosidade a respeito da vida fora do mar. Ela vive recolhendo objetos em navios naufragados, mas é proibida por seu pai de ir até a superfície, pois os humanos são "bárbaros comedores de peixes".
Um dia, Ariel desobedece Tritão e na superfície conhece o príncipe bonitão Eric. Para se tornar humana e conquistar o coração de seu amado, Ariel faz um pacto com Úrsula, uma bruxa do mar que só quer saber de ganhar o lugar de Tritão. No prazo de três dias e com a ajuda de seu amigo siri, Sebastião, Ariel - que está sem voz, presa por Úrsula - tem que ganhar um beijo de amor de Eric para que a maldição lançada pela bruxa não se concretize.
"A Pequena Sereia" é implesmente P-E-R-F-E-I-T-O! A história, os personagens, as músicas, as cores... Tudo é maravilhoso e se encaixa com precisão. Clássico eterno da Disney, o filme salvou o estúdio junto com "A Bela e a Fera" (confira a crítica), vencendo dois Oscar: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.
Nota: 5 popcorns. Lindíssimo!
Pena que o trailer não tem legendas. :(
Ficha técnica:
título original: The Little Mermaid
ano de lançamento: 1989
direção: Ron Clements, John Musker
roteiro: Ron Clements e John Musker, baseado no conto de fadas de Hans Christian Andersen
produção: Howard Ashman e John Musker
música: Alan Menken
direção de arte: Michael Peraza Jr. e David Towns
edição: John Carnochan e Mark A. Hester
vozes: Jodi Benson, Christopher Daniel Barnes, Pat Carroll, Jason Marin
Bonitos,
a crítica de sábado vem amanhã, ok? Soninho...
bjoks
17.7.11
Dia 286 - Filme 286 - Dias de Trovão
Olá, lindões
Na quarta-feira, o maridinho voltou a indicar filmes das antigas e me pediu que assistisse a “Dias de Trovão” com Tom Cruise e Nicole Kidman.
O galã Tom faz o papel de Cole Trickel, um piloto bem esquentado de Stock Car. No final dos anos 1980, ele é convidado a pilotar em uma equipe pequena da categoria e terá como mentor, o experiente piloto Harry Hogge, vivido por Robert Duvall. Harry conhece o carro melhor que ninguém, já que foi responsável pela construção da máquina e tem altos e baixos com Cole, já que o jovem não entende nada de carros, o que faz com que a linguagem dos dois não case.E como todo esquentadinho, Cole coleciona inimigos nas pistas e fora delas. Mas, quando se envolve em um acidente com um de seus maiores adversários, a coisa muda. A morte fica mais próxima e Cole passa a mudar seu comportamento. Claro, que pra isso, ele tem a ajuda da super neurocirurgiã, Vanessa da Mata, quer dizer, Nicole Kidman (cabelão, kkkkk) que ganha o coração dele.
Eu achei o filme bem médio, cheio de clichês de superação e do bonzinho sempre se dá bem no final. Me lembrou a história de Top Gun (já visto aqui, confira). Tom Cruise, seja como Maverick ou como Cole, passa por um conflito existencial, mas tudo se resolve e ele vira herói. O único que se destaca é Robert Duvall, como em todos os filmes que ele faz.
Nota: 3 popcorns. Achei a história bem comum. Mas, tem cenas boas de corrida, especialmente os acidentes que são bem verdadeiros.
Trailer sem legendas :(
Ficha técnica:
título original: Days of thunder
ano de lançamento: 1990
direção: Tony Scott
roteiro: Robert Towne, baseado em estória de Robert Towne e Tom Cruise
produção: Jerry Bruckheimer e Don Simpson
música: Hans Zimmer
fotografia: Ward Russell
direção de arte: Benjamín Fernández e Thomas E. Sanders
figurino: Susan Becker
edição: Robert C. Jones, Chris Lebenzon, Bert Lovitt, Michael Tronick, Stuart Waks e Billy Weber
elenco: Tom Cruise, Robert Duvall, Nicole Kidman, Randy Quaid
Tchu-tchucos,
daqui a pouco a crítica de quinta. Quase chegando lá.
bjoks
11.7.11
Dia 278 - Filme 278 - Clube dos Cinco
Olá, lindões!
Olhem que engraçado. Uns dias atrás eu estava conversando com a minha amiga Aline e ela falou: "Mari, você tem que ver aqueles clássicos de adolescentes dos anos 1980, tipo, 'O Clube dos Cinco' e outros do John Hughes". E vejam o que é a coincidência, na terça passada procurando um filme indicado por vocês, dei de cara com "O Clube dos Cinco" na TV a cabo.
Nesse filme, cinco adolescentes típicos de filmes de high school americana são obrigados a passar um sábado inteiro de castigo na escola, por conta de pequenos delitos cometidos durante as aulas. A patricinha Claire (Molly Ringwald), o rebelde John (Judd Nelson), o gênio Brian (Anthony Michael Hall), o atleta Andrew (Emilio Estevez) e a esquisita Ally (Allison Reynolds) passam o dia sob a mira do inspetor do colégio e têm uma tarefa para cumprir até o final do dia: cada um deve escrever uma redação sobre o que pensa de si mesmo.
Enquanto são mantidos "reféns", os cinco passam a se conhecer, brigando e discutindo quem tem a pior vida. Problemas com os pais, na escola e nos relacionamentos são os temas básicos das conversas. Os diálogos mostram as dificuldades de ser um adolescente, vivendo o tempo todo preocupado com a opinião dos outros, seja a patricinha, seja o rebelde ou a esquisita.
"O Clube dos Cinco" realmente tem que ser considerado um clássico. Mostra a realidade da época e ao mesmo tempo é tão atual. A adolescência não é fácil pra ninguém, independente de onde se vive ou com quem se relaciona. E o filme mostra isso o tempo todo. Nesses tempos de palavras novas como "bullying", "O Clube dos Cinco" é uma ótima discussão sobre a adolescência atual.
Nota: 5 popcorns. Filme com Bodas de Prata e é tão atual. Ótimo!
Trailer sem letrinhas. :(
Ficha técnica:
título original: The Breakfast Club
ano de lançamento: 1985
direção e roteio: John Hughes
produção: John Hughes e Ned Tanen
música: Wang Chung, Keith Forsey e Simple Minds
fotografia: Thomas Del Ruth
figurino: Marilyn Vance
edição: Dede Allen
elenco: Emilio Estevez, Molly Ringwald, Paul Gleason, Anthony Michael Hall, Ally Sheedy
Bonitos,
daqui a pouco a crítica de quarta. Filme do maridinho.
bjoks
Dia 277 - Filme 277 - Três Solteirões e um Bebê
Olá, meus queridos
Na segunda-feira, revi um clássico da Sessão da Tarde que eu sempre gostei de assistir, mas que não me lembrava de quase nada da história: Três Solteirões e um Bebê.
Peter (Tom Selleck), Michael (Steve Guttenberg) e Jack (Ted Danson) são três amigos solteiros que dividem um enorme apartamento próximo ao Central Park em Nova Iorque. Os rapazes aproveitam a vida como todo solteiro com dinheiro em NY: mulheres, festas e hobbies caros. Peter é arquiteto, Michael é desenhista de quadrinhos e Jack é um ator ainda em busca da fama. No dia seguinte a uma festança de aniversário para Peter, Jack viaja para a Turquia a trabalho e avisa que vai ser entregue um pacote muito importante no apartamento e que alguns dias depois alguém iria passar para buscar. Mas, o que é "entregue" no apartamento é uma bebezinha de poucos meses chamada Mary com um bilhete da mãe dizendo que Jack é o pai e que ele deve cuidar da pequena.
Com o amigo fora da cidade, Peter e Michael têm que se virar para tomar conta de Mary. As cenas são engraçadíssimas quando eles tentam trocar a fralda da bebê ou quando vão dar banho nela na pia da cozinha.
O lance é que existe um outro pacote que foi entregue no apartamento: um envelope cheio de papelotes de heroína, que na verdade não são de Jack, mas de um amigo que pediu para que ele o recebesse. Daí, entra a polícia no meio, perseguições e bandidos, enquanto os três solteirões vão se apaixonando cada vez mais por Mary.
O filme é um clássico dos anos 1980. Eu até vi um cara com mulets (cabelo de argentino, sabe?) durante a festa de aniversário de Peter. A história é uma graça e os atores são ótimos. E não tem como não se apaixonar pela bebê Mary. É uma fofa!!!!
Curiosidade: Tem uma cena que eu vi um vulto escondido atrás de uma cortina, enquanto Jack fala com sua mãe para ajudá-lo com Mary. Li na internet que existem fóruns de discussão quanto à verdadeira identidade do vulto. Um monte de gente diz que é um fantasma que morreu no apartamento onde foi gravado o filme. Mas, os produtores garantem que é apenas um daqueles displays em tamanho natural de Jack, que foi esquecido pela produção durante a cena. Eu acho que não tem fantasma nenhum, já que em outra cena é possível ver o display bem de perto. ;)
Nota: 4 popcorns. Obrigatório filme dos anos 1980. E a sequência, chamada "Três Solteirões e uma Pequena Dama" também é muito legal.
Não achei uma versão do trailer que não seja para discutir o suposto fantasma. Então, trouxe uma cena bem bacana dos três cantando para a pequena dormir. Fofo!
Ficha técnica:
título original: Three Men and a Baby
ano de lançamento: 1987
direção: Leonard Nimoy
roteiro: Jim Cruickshank e James Orr, baseado em peça de Coline Serreau
produção: Robert W. Cort e Ted Field
música: Marvin Hamlisch
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte: Buena Vista Pictures
edição: Michael A. Stevenson
elenco: Tom Selleck, Steve Guttenberg, Ted Danson, Nancy Travis
Queridões,
daqui a pouco a crítica de terça. Filme dos anos 1980 também. Clássico!
bjoks
4.7.11
Dia 269 - Filme 269 - Sociedade dos Poetas Mortos
Olá, meus queridos
Estou super atrasada com as críticas, mas com filmes assistidos fica tudo fácil pra escrever depois. No domingo passado :-0 assisti a um indicado ao Oscar de Melhor Filme e a outros três prêmios, vencendo o de Melhor Roteiro Original.
John Keating (Williams) é um antigo aluno da Academia Welton para Rapazes, uma escola tradicional de preparação de garotos para se tornarem os futuros líderes dos EUA.
Ele é convidado a assumir uma vaga de professor de inglês-literatura em Welton e passa a lecionar para Neil Perry (Robert Sean Leonard), um rapaz que não tem muitos recursos e só faz o que seu pai o autoriza, sem poder viver como quer; Todd Anderson (Ethan Hawke), um garoto que tem muita dificuldade de se expressar e vive à sombra de seu irmão, uma lenda em Welton; Knox T. Overstreet, um rapaz que conhece a garota de sua vida, mas ela está comprometida com o filho de um grande amigo de sua família; e outros rapazes no meio da adolescência, cheios de sonhos, mas com muitas responsabilidades de se tornarem excelentes profissionais e chefes de família.
Com um jeito todo diferente, até excêntrico de ensinar em uma escola super tradicional como Welton, Keating passa a fazer diferença na vida dos alunos dali. Com o lema "Carpe Diem", em latim, "Aproveite o dia", Keating transforma o modo de pensar daqueles jovens e altera o curso de suas vidas.
Claro que alguma coisa muito séria dá errado e o cargo de Keating é colocado à prova, mas não antes de os alunos provarem a importância dele para cada um ali.
Não sei se foi porque eu assisti "Sociedade dos Poetas Mortos" no dia seguinte a "Mentes Perigosas" que também tem uma professora que muda a vida de seus alunos, dando-lhes esperança para mudar, mas eu não fiquei babando pelo filme de Robin Williams. Não quer dizer que a nota não vai ser boa, mas não é super-mega-master excelente como vemos por aí.
Nota: 4 popcorns. Filme obrigatório, mas não se deixe levar pela fama.
Trailer com letrinhas.
Ficha técnica:
título original: Dead Poets Society
ano de lançamento: 1989
direção: Peter Weir
roteiro: Tom Schulman
produção: Steven Haft, Paul Junger Witt e Tony Thomas
música: Maurice Jarre
fotografia: John Seale
direção de arte: Sandy Veneziano
figurino: Marilyn Matthews
edição: William M. Anderson e Lee Smith
elenco: Robin Williams, Robert Sean Leonard, Ethan Hawke, Josh Charles
Lindões,
daqui a pouco a crítica de segunda, terça, quarta...
bjoks
19.6.11
Dia 258 - Filme 258 - O Exterminador do Futuro
Olá, meus queridos
Na quarta-feira, o maridinho foi bacana comigo e me indicou "O Exterminador do Futuro" pra assistir. Eu sou apaixonada pelo filme 2, sendo capaz de assistí-lo várias vezes no mesmo dia, mas nunca tinha visto ao filme 1!!! O filme começa com uma cena de destruição no ano de 2029, onde máquinas dominam a Terra em ruínas. Depois disso, somos apresentados ao Exterminador, um robô coberto por um corpo humano, vivido pelo robô da vida real Arnold Schwarzenegger. Ele veio do futuro para 1984 com o propósito de matar Sarah Connor (Linda Hamilton), mãe do futuro líder da rebelião humana, John Connor (que conheceremos bem nos filmes seguintes).
Mas, o próprio John aproveita a máquina do tempo criada pelos robôs e manda um de seus liderados, Kyle Reese, para proteger sua mãe. A pobre da Sarah é uma garçonete que divide um apartamento com uma amiga e leva uma vida comum. De repente, ela entra numa perseguição terrível, ajudada por Kyle e tentando não ser morta pelo robozão "Arnold".
O bacana de ver esse filme depois de saber a história dos outros filmes foi que a gente vai vendo todos os detalhes que completam o roteiro dos outros e diz "olha, que legal, isso é do filme 2" e ainda preenche as lacunas que ficam das sequências. Eu fiquei com a mesma sensação de quando assisti aos filmes novos da série Star Wars.
Eu gostei bastante desse Exterminador, mas nada se compara ao que o filme 2 representa na minha vida. Assistir com o meu pai e minhas irmãs e morrer de rir quando o robô de metal líquido é peneirado com tanto tiro e depois levanta como se nada tivesse acontecido. Show!
Nota: 4 popcorns. A história já é tudo e James Cameron conseguiu aproveitar a computação gráfica possível da época e fazer um filme muito bacana.
Corre pro dicionário. Trailer sem legendas.
Ficha técnica:
título original: Terminator
ano de lançamento: 1984
direção: James Cameron
roteiro: James Cameron e Gale Anne Hurd
produção: Gale Anne Hurd
música: Brad Friedel
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte: George Costello
figurino: Hilary Wright
edição: Mark Goldblatt
elenco: Arnold Schwarzenegger, Linda Hamilton, Michael Biehn, Paul Winfield
Lindinhos,
daqui a pouco a crítica de quinta.
bjoks
29.5.11
Dia 238 - Filme 238 - O declínio do império americano
Olá, gatinhas e gatões!
Na quinta-feira, fui atrás de um filme que é pré-requisito para outro, então, teria que começar por ele ;) Em vários lugares, já li que não é possível assistir a "Invasões Bárbaras", filme canadense vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2004, sem assistir a "O Declínio do Império Americano" filme que o precede, do mesmo diretor. Então, cumpri a ordem e comecei pelo filme de 1986.
Os dois grupos se reúnem para o jantar e as conversas continuam girando em torno dos relacionamentos de cada um, abordando aspectos da superficialidade do sexo casual, da constante busca pelo prazer, para alcançar a felicidade individual. Segredos sórdidos são revelados, fazendo referência ao declínio do título que, na verdade, está em todo o filme. O fato das pessoas pensarem o tempo todo no prazer individual mostra que o poder de uma nação está sendo reduzido. O desejo coletivo é colocado de lado para a busca constante para a, muitas vezes, inalcansável felicidade.
O filme é um drama disfarçado de comédia. Os personagens são profundos e muito reais. Algumas conversas podem chocar pela baixaria, mas viram assunto fácil em discussões sobre as relações humanas.
Nota: 4 popcorns. Um filme "B", diferente, profundo e inteligente. Recomendo, mas vá com a cabeça aberta.
Trailer em francês com legendas em inglês. Ajuda, né?
Ficha técnica:
título original: Le Déclin de l'Empire Américain
ano de lançamento: 1986
direção e roteiro: Denys Arcand
produção: Roger Frappier e René Malo
música: François Dompierre
fotografia: Guy Dufaux
direção de arte: Gaudeline Sauriol
figurino: Denis Sperdouklis
edição: Monique Fortier
elenco: Dominique Michel, Dorothée Berryman, Louise Portal, Pierre Curzi
Tchuqui-tchuquis,
daqui a pouco a crítica de sexta-feira.
bjoks
21.5.11
Dia 229 - Filme 229 - A Lenda
Olá, meu povo!
Na terça, aproveitei pra assistir a um filme muito recomendado pela minha amiga Aline, que é super fã de filmes de fantasia. Valeu pelo empréstimo, flore!
Os servos do Mestre tiram o chifre de um dos unicórnios e isso faz com que o mundo mágico caia em um inverno terrível e sem fim. Lily tenta salvar o outro unicórnio, mas é levada pelas criaturas do mal para o Mestre das Trevas. Jack sai, então, em busca da princesa e tem que enfrentar todos os obstáculos do mal para conseguir recuperá-la com vida e normal, já que o belzebu colocou um feitiço nela para que se torne sua esposa das trevas.
Eu fiquei surpresa ao ver que esse filme é dirigido por Ridley Scott, mesmo diretor de "Gladiador" e "Falcão Negro em Perigo". Eu preciso confessar que mesmo com Tom Cruise eu não gostei muito do filme não. Não sei porquê, mas não consigo me amarrar em filmes de fantasia, com exceção de "O Senhor dos Anéis". A história de "A Lenda" é legal, mas achei o filme fraquinho. Sei que vou ser agredida por dizer isso, mas é a vida, meu povo!
Nota: 3 popcorns. Não é de todo ruim, os cenários são grandiosos e bem feitos, mas só.
Trailer sem letrinhas.
Ficha técnica:
título original: Legend
ano de lançamento: 1985
Direção: Ridley Scott
Produção: Tim Hampton, Arnon Milchan
roteiro: William Hjortsberg
Música: Jerry Goldsmith, Tangerine Dream
fotografia: Alex Thomson
edição: Terry Rawlings
elenco: Tom Cruise, Mia Sara, Tim Curry, David Bennent, Alice Playten, Billy Barty, Cork Hubbert
Lindões,
mais tarde a crítica de quarta-feira.
bjoks!
18.5.11
Dia 226 - Filme 226 - Os Intocáveis
Olá, meu povo!
No sábado, sem muita opção aqui em casa de filmes de biografia, revi "Os Intocáveis", baseado no livro de mesmo nome escrito por Eliot Ness, vivido por Kevin Costner no filme. Eu tô com tanto DVD emprestado aqui em casa que já não me lembro de quem é esse, acho que é da minha amiga Aline, é isso, flor? Se for, agradeço! Se não, espero que o dono se manifeste para receber os merecidos agradecimentos.
"Os Intocáveis" é um filme de gângsters, policiais, crimes, injustiças e poder. Eliot Ness (Kevin Costner) é um jovem agente federal que é enviado à Chigago dos anos 1930 para acabar com a violência, o crime organizado e o tráfico de bebidas. Só que a cidade é comandada por ninguém menos que Al Capone (Robert De Niro).
Para conseguir cumprir sua missão, Ness reúne um grupo de policiais considerados honestos e incorruptíveis para fechar o cerco contra Capone. Jim Malone (Sean Connery) é um policial aposentado; George Stone, na verdade Giuseppe Petri, que mudou de nome para entrar na polícia para não ser "marcado" por ser italiano; e Oscar Wallace, um agente federal que trabalha com contabilidade e nunca pegou numa arma. Os quatro passam a agir com o objetivo de enquadrar Capone.
Ness perde alguns de seus companheiros, mas isso só faz com que ele vá ainda mais fundo para acabar com Capone. Ele consegue levá-lo ao tribunal e faz de tudo para que ele só saia dali algemado.
"Os intocáveis" é um filme perfeito! Eu não curto muito histórias de gângsters, mas o jeito que o filme foi elaborado ficou muito bom! Geralmente os filmes desse gênero falam mais da vida da máfia e a polícia é só coadjuvante e aqui acontece o contrário. Capone aparece em segundo plano, não que isso diminua seu papel, mas mostrar mais a arquitetura das ações dos agentes deixou o filme muito interessante. Eu não curto muito o Kevin Costner, mas ele tá bacana como o jovem agente, que acaba dando uns furos nas primeiras ações. Já Sean Connery é sempre excelente. Aquela voz de James Bond e a cara de sapeca que ele tem, sabem? Um charme! Merecido Oscar de Ator Coadjuvante para o Sir. Nota: 5 popcorns. Filme perfeito! Recomendadíssimo!
Trailer sem legendas :(
Ficha técnica:
título original: The Untouchables
ano de lançamento: 1987
direção: Brian De Palma
roteiro: David Mamet, baseado em livro de Oscar Fraley, Eliot Ness e Paul Robsky
produção: Art Linson
música: Ennio Morricone
fotografia: Stephen H. Burum
direção de arte: William A. Elliott
figurino: Giorgio Armani e Marilyn Vance
edição: Gerald B. Greenberg e Bill Pankow
elenco: Kevin Costner, Robert De Niro, Sean Connery, Charles Martin Smith, Andy Garcia, Patricia Clarkson
Tchu-tchuquis,
daqui a pouco a crítica de domingo. Já, já, chegamos lá, ok?
bjoks
11.5.11
Dia 218 - Filme 218 - A Missão
Olá, bonitas e bonitos!
Lembram que eu estava devendo um filme da categoria "And the Oscar goes to..." de domingo? Então, pra ficar tudo direitinho assisti na sexta-feira um filme indicado ao prêmio máximo e a outros seis prêmios. E olha que coisa engraçada. São sete indicações, diferente do que diz a capa do DVD. Conferi até no site do Oscar, acreditam? Esquisito!!!!!
Bom, mas vamos à história. Durante o século XVIII, os colonizadores europeus viviam na América do Sul trabalhando, principalmente, na captura e escravização dos índios nativos. Rodrigo Mendonza (Robert De Niro) é um famoso caçador de índios e é considerado um ótimo mercador de escravos. Acostumado com a violência diária, ele tira a vida de seu próprio irmão por conta do amor de uma donzela. Em liberdade, já que a morte aconteceu em um duelo, ele é tomado pelo sentimento de culpa e remorso e resolve se isolar em um mosteiro na tentativa de se perdoar. Lá, ele é convidado pelo irmão Gabriel (Jeremy Irons), um jesuíta que foi indicado para assumir uma missão no meio da mata povoada pelos índios guaranis. Depois de se auto-flagelar levando nas costas uma pesada carga até quase chegar à missão, Rodrigo passa a conviver com aqueles que antes eram seu objetivo na caça. Ele passa a gostar e a respeitar a cultura indígena e também se torna um jesuíta. Quando a igreja, obrigada pelas decisões políticas da coroa portuguesa, tem que tirar os índios das missões de qualquer maneira (principalmente à força), os jesuítas unem-se aos nativos para se manterem firmes naquele lugar. Rodrigo renuncia aos seus votos para ser o líder de um grupo de resistência e Gabriel não luta com armas, mas mantém a rotina religiosa com os índios na missão.
Sinceramente eu achei que não ia gostar do filme quando comecei a achar cansativo no começo. Mas, o filme é muito interessante, principalmente na parte histórica a respeito da chegada do homem branco e da doutrina religiosa que foi imposta aos nativos. A trilha sonora de Ennio Morricone (Era Uma Vez no Oeste) é outro personagem do filme. Belíssima!
Nota: 4 popcorns. É um filme cansativo, mas o roteiro, os personagens e a música deixam tudo muito bom.
Trailer com letrinhas, iupi, iupi!
Ficha técnica:
título original: The Mission
ano de lançamento: 1986
direção: Roland Joffé
roteiro: Robert Bolt
produção: Fernando Ghia e David Puttnam
música: Ennio Morricone
fotografia: Chris Menges
direção de arte: John King e George Richardson
figurino: Enrico Sabbatini
edição: Jim Clark
elenco: Robert De Niro, Jeremy Irons, Ray McAnally, Aidan Quinn, Liam Neeson
Lindões,
amanhã continuo a atualização do blog. Vamos conseguir, eheheeh. Só pra lembrar que o DVD de "A Missão" foi emprestado pela minha amiga Aline. Valeu, flore!
bjoks
Dia 217 - Filme 217 - Um Príncipe em Nova York
Olá, tchu-tchucos!
Como eu disse pra vocês, por conta de entregas e locações de DVDs, o dia do maridinho essa semana ficou na quinta-feira. Eu achei que, como quase sempre, ele ia sacanear com o filme dele, mas me diverti muito com o "clássico" que ele escolheu pra mim.
Eu me lembro direitinho de assistir a "Um Príncipe em Nova York" quando era criança, naquelas tardes de gente que não tem nenhuma responsabilidade a não ser tirar boas notas. Recordo bem do tanto que o filme era bobo e sem noção, mas confesso que eu dei muita risada ao revê-lo na semana passada. Um jovem príncipe (Eddie Murphy) de um país muito maluco resolve deixar de lado uma tradição de que os herdeiros do trono ao completarem 21 anos devem se casar com uma moça escolhida por seus pais. Ele "ganha" uma quarentena de seu pai antes de se casar e vai para os EUA para, de acordo com o rei, se esbaldar antes de se amarrar, mas de acordo com ele próprio, encontrar sua noiva de verdade, aquela que vai amá-lo pelo que ele é.
Claro que como todo filme, tudo acontece em Nova York e o príncipe e um fiel amigo desembarcam no bairro do Queens como estudantes de intercâmbio. Eles tentam encontrar uma noiva para o príncipe na noite do bairro, mas ele só se apaixona mesmo por uma bela moça que ajuda em ações de caridade de uma igreja.
Ela, namorada de um idiota rico, é filha do dono de uma lanchonete fast-food. Para ter acesso à moça, o príncipe e seu amigo conseguem um emprego como faxineiros na lanchonete e como tudo é lindo, o herdeiro real acaba conquistando a garota no final.
Gente, o filme é muito sem noção!!! Mas, aqueles sem noção de morrer de rir. Primeiro, o país de onde vem o príncipe é uma loucura. Ele não pode fazer nada sozinho, nem tomar banho ou escovar os dentes. Três mulheres passam o dia inteiro jogando pétalas de rosas antes dele passar e a noiva que os pais dele escolhem para ele parece mais um robô de tanto que obedece ao que ele pede. Segundo, tudo é um exagero no filme: a riqueza do rei e sua família, os cabelos e roupas dos americanos, a semelhança entre o nome da lanchonete McDowell com uma outra rede de fast-foods. Tudo o que você ve no filme é pura piada! Engraçado demais!!!!!!
Nota: 4 popcorns. Dessa vez eu concordo com o maridinho. É um clássico dos anos 1980 e é pura diversão.
Trailer sem legendas :( Mas, dá pra ter noção dos absurdos!
Ficha técnica:
título original: Coming to America
ano de lançamento: 1988
direção: John Landis
roteiro: David Sheffield e Barry W. Blaustein, baseado em estória de Eddie Murphy
produção: George Folsey Jr. e Robert D. Wachs
música: Nile Rodgers
fotografia: Woody Omens
direção de arte: Christopher Nowak
figurino: Deborah Nadoolman
edição: Malcolm Campbell e George Folsey Jr.
elenco: Eddie Murphy, Arsenio Hall, James Earl Jones, Madge Sinclair
Lindões,
daqui a pouco a crítica de sexta. Vamos chegar lá, viu?
bjoks
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