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26.9.11

Dia 356 - Filme 356 - As Virgens Suicidas


Olá, bonitos e bonitas

Na quarta-feira, dia 21de setembro, resolvi trocar a categoria do maridinho e revi "As Virgens Suicidas", primeiro filme com a direção de Sofia Coppola.

As cinco irmãs Lisbon, Therese (Leslie Hayman), Mary (A.J. Cook), Bonnie (Chelsea Swain), Lux (Kirsten Dunst) e Cecilia (Hanna Hall), vivem com seus pais, Ronald (James Woods) e Sara (Kathleen Turner), um casal rígido e que leva a religião católica ao pé da letra, na década de 1970. As jovens, que têm idades entre 13 e 17 anos, são um mistério para todos do bairro, já que elas não têm muito contato com outras pessoas a não ser os colegas de escola.

Depressiva, Cecilia (13 anos) é a primeira a pôr fim a própria vida, durante uma festa promovida pelos pais para que ela fizesse amigos, pois ela já tinha realizado uma tentativa de suicídio, mas não alcançou seu objetivo.

A família Lisbon se desestrutura ainda mais e Ronald e Sara passam a exagerar na superproteção das garotas. O clima piora quando Lux (Kirsten Dunst) de 14 anos não obedece o horário de voltar de uma festa, pois dormiu após perder a virgindade com o galã do colégio Trip Fontaine (Josh Hartnett). Todas elas são tiradas da escola, cortando de vez qualquer possibilidade de interação com garotos.

Com mais essa repressão, o único contato que as garotas Lisbon têm com o mundo externo é recebendo músicas por telefone, dedicadas pelo grupo de quatro garotos (narradores do filme) que moram na mesma rua que elas e são apaixonados pelo mistério que ronda a vida das quatro. Tristes, solitárias e reprimidas, as quatro jovens conseguem, da forma mais trágica, a liberdade que tanto almejavam, chocando toda a cidade e, talvez, dando um grande recado à sociedade.

Eu sei que "As Virgens Suicidas" é um filme depressivo e extremamente triste. Mas, eu sou apaixonada por essa história e pela forma doce e delicada com que Sofia Coppola conduziu tudo isso. Toda a família é perdida, cada um à sua maneira, nesse mundo "normal" em que vivemos. O mistério, a curiosidade, o prazer e o desejo são mostrados apenas com gestos e expressões que não precisam ser explicadas ou ditas em alto som. Confesso que não sou fã de Kirsten Dunst, mas, com certeza, esse é meu filme preferido com ela.

Sofia Coppola também dirigiu "Encontros e Desencontros" e "Maria Antonieta", vistos aqui e aqui no 365Pipocas. Estou louca para assistir a "Um Lugar Qualquer", também dirigido por ela. Vou aproveitar que o meu amigo Wesley, um dos vencedores da promoção dos 300 dias do 365Pipocas, pediu esse filme como prêmio, e vou pegar emprestado logo, logo.

Nota: 4 popcorns. Adoro e estou louca para comprar pra minha estante.

Trailer sem letrinhas. Humpf!



Ficha técnica:
título original: The Virgin Suicides
ano de lançamento: 2000
direção: Sofia Coppola
roteiro: Sofia Coppola, baseado em livro de Jeffrey Eugenides
produção: Francis Ford Coppola, Julie Costanzo, Dan Halsted e Chris Hanley
fotografia: Edward Lachman
direção de arte: Jon P. Goulding
figurino: Nancy Steiner
edição: Melissa Kent e James Lyons
elenco: James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Josh Hartnett, Hanna R. Hall.

Gatinhas e gatões,

já, já, a crítica do filme bomba que o maridinho me pediu pra assistir no dia dele. Aguardem!

bjoks

25.9.11

Dia 354 - Filme 354 - Melhor é impossível


Olá, minha gente!

Segunda-feira é dia de comédia aqui no 365Pipocas e aproveitei para rever um clássico desse gênero, aproveitando que estamos na reta final aqui do blog: Melhor é Impossível.

Eu me lembro direitinho de ver a cerimônia do Oscar em 1998, quando Jack Nicholson e Helen Hunt ganharam as estatuetas para os prêmios de atores principais nesse filme. Não consigo esquecer a cara de tacho da Kate Winslet que perdeu o troféu para Helen e não acreditava que aquilo seria possível. Acho que depois de ver sua própria cara nos telões, ela melhorou um pouco sua postura frente às câmeras. Vergonhoso, Kate.

"Melhor é Impossível" é daquelas comédias que não dá pra não gostar. Melvin Udall (Jack Nicholson) é um escritor famoso de romances femininos que vive em Nova Iorque. Ele sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (lava as mãos sempre com sabonetes novos; tranca e destranca a porta várias vezes antes de fecha-la definitivamente; e não pisa em linhas nas calçadas) e pelo fato de ainda ser racista e homofóbico, não tem amizades ou qualquer contato desnecessário com a população mundial. O único lugar onde se sente seguro é em sua casa, mas também gosta de comer em um restaurante onde trabalha a garçonete Carol Connely (Helen Hunt), uma das poucas pessoas que entendem o comportamento maluco de Melvin.

Quando o vizinho gay de Melvin, Simon Bishop (Greg Kinnear) é atacado por assaltantes e tem que passar um tempo no hospital, seu namorado Frank Sachs (Cuba Gooding Jr.) deixa aos cuidados de Melvin o pequeno cachorrinho de Simon, Verdel. Relutante no começo, Melvin cai de amores por aquela criaturinha fofa e esperta e sua vida muda até o dia em que tem que devolvê-lo a Simon.

Carol também é ajudada por Melvin que contrata um médico e uma enfermeira para o filho dela para que ela possa voltar a trabalhar e servi-lo no restaurante diariamente, já que alterações na sua rotina o deixam transtornado.

Quando Simon precisa ir até Baltimore para pedir dinheiro emprestado aos seus pais, Melvin vai com ele e convida Carol para fazer companhia aos dois, já que o escritor tem medo de que o amigo esteja interessado nele. Nessa viagem, Melvin não mede as palavras e distribui comentários sem-noção a respeito da vida de Carol e Simon e só por um milagre ele vai ter alguma chance de vê-la de novo depois disso.

Eu amo "Melhor é impossível". Não se trata daquelas comédias apelativas e sem-graça de hoje em dia, onde tudo é relacionado a sexo e drogas para se tornar engraçado. O filme é criativo, inteligente, divertido e apaixonante, mesmo aguentando todas as mal-criações de Melvin. Eu gosto de tudo nesse filme: atores, cachorro, música, roteiro, direção. Recomendadíssimo!

Além dos prêmios para atores, o filme concorreu ao Oscar nas categorias de melhor filme, melhor ator coadjuvante (Greg Kinnear), melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor edição.

Nota: 5 popcorns. Já vi mil vezes e não me canso mesmo!

Trailer com legendas, iupiiiiiii!



Ficha técnica:
título original: As Good As It Gets
ano de lançamento: 1997
direção: James L. Brooks
roteiro: Mark Andrus e James L. Brooks, baseado em estória de Mark Andrus
produção: James L. Brooks, Bridget Johnson e Kristi Zea
música: Hans Zimmer
fotografia: John Bailey
direção de arte: Philip Toolin
figurino: Molly Maginnis
edição: Richard Marks
elenco: Jack Nicholson, Helen Hunt, Greg Kinnear, Cuba Gooding Jr.

Lindões,

agora eu vou dormir. Amanhã continuo as críticas, ok? Boa noite!

bjoks


Dia 353 - Filme 353 - Titanic


Olá, meus xuxus

Como vocês sabem estamos cada vez mais perto do fim desse um ano de filmes aqui no 365Pipocas e eu não poderia deixar de lado um clássico filme clichê que levou James Cameron ao topo do mundo ao arrebatar 11 Oscar, incluindo Melhor Filme, Diretor, Edição, Fotografia e Canção Original.

Eu não consigo me lembrar de ninguém que nunca viu inteiro ou pelo menos uma parte de "Titanic". O filme que até pouco tempo atrás era o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos é conhecido nos quatro cantos desse mundo, embalado sempre pela música-mais-chiclete do cinema, "My Heart Will Go On", na voz de Celine Dion.

O filme conta a história do grande naufrágio do Titanic em 1912. O navio que "não afundaria nunca" partiu de Londres no dia 10 de abril daquele ano em direção a Nova Iorque, levando a bordo todo o tipo de pessoas, animais, carros e cargas. Dentre eles, o casal central do filme está presente em duas classes sociais distintas: Rose DeWitt Bukkater (Kate Winslet) está a bordo com sua mãe Ruth e seu noivo, o esnobe e perigoso Caledon Hockley (Billy Zane); enquanto a outra perna do casal, Jack Dawson (Leonardo Di Caprio), um pobretão que ganhou a passagem num jogo de cartas, está no Titanic com seu amigo Fabrizio.

Jack e Rose se conhecem em uma situação extrema. Ela quer se jogar da popa do navio já que não suporta a idéia de ter que se casar por dinheiro para salvar a reputação da família. Jack a salva e começa a fazer parte da vida rica dela, quando é convidado a participar de um jantar na ala dos milionários do Titanic.

Finalmente, os dois se apaixonam e contra tudo e todos querem viver esse amor para sempre. Mas, eles não contavam com a fúria de um certo iceberg que estava no caminho do navio indestrutível. Em quase três horas, o Titanic afundou na madrugada do dia 15 de setembro, deixando 1523 mortos, pois o navio não tinha botes suficientes para todos.

Jack e Rose não existiram na vida real, mas o filme é recheado com vários personagens que realmente existiram. Além disso, James Cameron fez questão de reviver cenas exatamente como capturadas em fotos encontradas nos escombros do Titanic.

Eu sei que tem gente que detesta esse filme, acha clichê e cansativo. Mas, eu adoro assistir a história de amor que durou mesmo após um naufrágio desse porte. Jack e Rose são uma fofura juntos e a grandeza do filme faz com que nos apaixonemos mais ainda por essa história. Sei várias falas de cor e morro de rir de várias situações absurdas e da enorme quantidade de erros de continuidade distribuídos ao longo dos 194 minutos de projeção.

Nota: 5 popcorns. Tudo de bom!!!!!!! Diversão pura, eheheehehe.

Trailer sem letrinhas. :(



Ficha técnica:
título original: Titanic
ano de lançamento: 1997
direção e roteiro: James Cameron
produção: James Cameron e John Landau
música: James Horner
fotografia: Russell Carpenter
direção de arte: Martin Laing e Bill Rea
figurino: Deborah Lynn Scott
edição: Conrad Buff IV, James Cameron e Richard A. Harris
elenco: Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Billy Zane, Frances Fisher

Ai, ai, lindo demais! Daqui a pouco a crítica de segunda-feira. Dia de comédia por aqui.

bjoks

Dia 352 - Filme 352 - Buena Vista Social Club


Olá, bonitos

Na reta final do 365Pipocas, no sábado, dia 17 de setembro, revi um documentário que eu gosto muito, emprestado pela minha colega Kamila. Valeu, moça!

"Buena Vista Social Club" acompanha a gravação do disco de mesmo nome idealizado e produzido por Ry Cooder, um produtor americano.

Em 1996, Ry visitou Havana (Cuba) na esperança de reunir vários dos esquecidos, mas extremamente talentosos e importantes músicos cubanos para gravar um disco que acabaou virando um sucesso mundial, rendendo ao grupo um Grammy e apresentações em Amsterdan (Holanda) e no Carnegie Hall, em Nova Iorque.

Além das gravações, o documentário conta a história, separadamente, dos maiores nomes da música cubana como Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Omara Portuondo, Eliades Ochoa, Faustino Oramas e Rubén Gonzáles. A maioria deles já beirava os noventa anos e vivia esquecido pelo público, sobrevivendo com a ajuda dos amigos. Chega a ser emocionante esse resgate de pessoas tão importantes para a história musical que gravaram trabalhos tão lindos e poderosos, mas que graças a uma idéia conseguiram manter a dignidade no fim da vida, fazendo sucesso enquanto ainda era tempo.

Eu me apaixonei por esse documentário desde a primeira vez que o vi, há muito tempo atrás. Gosto tanto dele que o toque do meu celular é a música que o grupo toca em Nova Iorque, sendo aclamadado pelo público presente, chamada "Chan Chan". Foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário e recebeu diversos prêmios pelo mundo, inclusive Grande Prêmio Cinema Brasil como Melhor Filme Estrangeiro.

Nota: 5 popcorns. Assisto sempre que passa na TV a cabo e não me canso de escutar as músicas. Ótimo!

Não trouxe o trailer, mas a música Chan Chan pra vocês verem o tanto que é boa!!!!!



Ficha técnica:
título original: Buena Vista Social Club
ano de lançamento: 1999
direção e roteiro: Wim Wenders
produção: Deepak Nayar, Ulrich Felsberg e Rosa Bosch
fotografia: Theo Bierkens, Brigit Hillenius, Robby Müller, M. Claire Pijman, Lisa Rinzler e Jörg Widmer
edição: Monica Anderson e Brian Johnson
elenco: Compay Segundo, Ibrahim Ferrer, Luis Barzaga, Ry Cooder

Gente,

estamos chegando lá! Daqui a pouco a crítica de domingo. Clássico do Oscar!!!!!!

bjoks



20.9.11

Dia 339 - Filme 339 - Caminhando nas nuvens


Olá, amados

No domingo, dia 04 de setembro, resolvi assistir a um filme emprestado pela minha amiga Aline, antecipando a categoria de quinta-feira, com o xuxuzinho Keanu Reeves: Caminhando nas nuvens. Valeu, flore!

Depois de quatro anos combatendo na Segunda Guerra Mundial, Paul Sutton (Keanu Reeves) volta para os braços de sua esposa Betty (Debra Messing). Os dois mal se conhecem, já que ele partiu para a guerra dois dias depois de se conhecerem, um dia depois de se casarem.

Paul tem que voltar para seu antigo emprego, vendendo chocolates finos como um caixeiro viajante. Na primeira viagem, ele conhece a jovem Victória Aragon (Aitana Sánchez-Gijón) e depois dele salvá-la de dois malvadões, ela conta que é solteira, está grávida de seu professor da faculdade e está indo para casa enfrentar a fúria de seu pai, Don Alberto (Giancarlo Giannini), um descendente de mexicanos que possui um vinhedo centenário em Napa Valley, chamado Las Nubles (daí o título do filme).

Como bom rapaz, Paul oferece ajuda a Victoria: ele chegaria à casa dos pais dela como seu marido, eles contariam sobre a gravidez e durante a noite ele a abandonaria. Desesperada, Victoria topa a mentira, mas o estrago não é nem um pouco menor quando eles chegam ao vinhedo. Seu pai não aceita que um órfão, sem passado e sem futuro, seja o marido escondido de sua filha, uma moça de família tradicional.

Paul tenta por diversas vezes ir embora, mas sempre algo o faz ficar e o que era apenas uma mentira, vai virando um envolvimento muito forte. Cenas de Paul e Victoria se apaixonando aos pouquinhos são uma graça e fazem a gente suspirar com essa história de contos de fadas. E Paul prova que mesmo sem passado, pode ser parte daquela família no futuro, ao trazer esperança a todos após uma tragédia.

Eu vou confessar que sonhava acordada com Keanu Reeves nesse filme. Ficava imaginando como ele seria o genro que mamãe pediu ao papai do céu. Mas isso, antes de conhecer o maridinho, claro, porque agora Keanu nem faz parte do meu Top Five. O filme ganhou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora e realmente, é muito linda mesmo!

Nota: 4 popcorns. Pode ser clichê, meloso e ter algumas cenas beeem forçadas. Mas, eu assisto toda vez que passa na TV a cabo.

Trailer sem letrinhas, humpf!


Ficha técnica:
título original: A walk in the clouds
ano de lançamento: 1995
direção: Alfonso Arau
roteiro: Mark Miller, Robert Mark Kamen e Harvey Weitzman
produção: Gil Netter, David Zucker e Jerry Zucker
música: Maurice Jarre
fotografia: Emmanuel Lubezki
direção de arte: Daniel Maltese
figurino: Judy L. Ruskin
edição: Don Zimmerman
elenco: Keanu Reeves, Aitana Sánchez-Gijón, Anthony Quinn, Giancarlo Giannini, Angélica Aragón

Lindões,

aguardem a crítica de segunda, dia 05.

bjoks

19.9.11

Dia 336 - Filme 336 - Quase Famosos


Olá, meus famosos

Na quinta-feira, não quis assistir ao filme do maridinho, já que ele tava dormindo horrores, cansado do mar grego ;) Então, aproveitei o patrocínio, mais uma vez, da minha amiga Brasil-Grécia, Karlinha, e revi um filme que eu adooooro demais, antecipando a categoria de sábado: Quase Famosos.

Quero abrir um parênteses aqui pra contar que eu lembro até hoje do dia em que, na casa da minha amiga Carol, lá em Cuiabá, nos reunimos para assistir a premiação do Oscar 2001 e fizemos uma torcida enooorme para que Kate Hudson ganhasse a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante. A loirinha acabou perdendo para a sem-graça Marcia Gay Harden, por Pollock. Mas, essa derrota não tira o brilho do filme. Fecha parênteses.

William Miller (Patrick Fugit) é um adolescente que vive com sua mãe super controladora e paranóica Elaine (Frances McDormand, ótima, por sinal) e é fã de rock'n roll, graças aos discos deixados por sua irmã Anita (Zooey Deschanel) quando ela saiu de casa. Apaixonado também por jornalismo, William descola uma oportunidade de acompanhar a turnê da banda Stillwater, a pedido da Revista Rolling Stone.

Formada por Russell Hammond (Billy Crudup), Jeff Bebe (Jason Lee) e outros dois músicos, a banda está em ascenção e vive rodeada de groupies. De imediato, William cai de amores por Penny Lane (Kate Hudson) que é apaixonada por Russell, que não a assume pois tem uma namorada (sem graaaaaça) em sua cidade natal.

William se esbalda viajando com a banda por diversas cidades dos EUA, acompanhando as brigas de ego, os romances secretos e as incertezas e medos de caras comuns que "falam" para um monte de fãs que esperam muito deles. Mas, Elaine, a mãe-louca, dá sempre um jeitinho de estar perto do filho, assombrando para sempre o imaginário de seus novos amigos. Cenas ótimas de Frances McDormand.

Regado a muita música, drogas e sexo (não necessariamente nessa ordem), Quase Famosos é um tributo à história do rock. Semi-biográfico - o diretor Cameron Crowe também escreveu para a Rolling Stone quando acompanhou a turnê do Led Zeppelin - o filme é uma delícia de se ver e nem precisa dizer que a trilha sonora é excelente. Um dos meus filmes preferidos que, finalmente, faz parte da minha estante.

Além de duas indicações ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante - Frances McDormand também estava na lista, "Quase Famosos" levou a estatueta de Melhor Roteiro Original. Venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia/Musical (Kate Hudson) e recebeu indicações para melhor Atriz coadjuvante (Frances McDormand) e melhor roteiro.

Nota: 5 popcorns. Adoooooro, canto junto e sei várias falas de cor. "I'm a golden god!!!!!!!!!!!!!!" Tudo de bom!

Não trouxe o trailer, mas a cena onde depois de uma grande discussão da banda, todos fazem as pazes ao som de Tiny Dancer, de Elton John.



Ficha técnica:
título original: Almost Famous
ano de lançamento: 2000
direção e roteiro: Cameron Crowe
produção: Ian Bryce e Cameron Crowe
música: Nancy Wilson
fotografia: John Toll
direção de arte: Virginia L. Randolph
figurino: Betsy Heimann
edição: Joe Hutshing e Saar Klein
elenco: Patrick Fugit, Billy Crudup, Frances McDormand, Kate Hudson, Jason Lee, Anna Paquin

Queridos,

aguardem, daqui a pouco a crítica de sexta-feira, dia 02.

bjoks



Dia 335 - Filme 335 - Tomates Verdes Fritos


Olá, meus amores!

Gente, to correndo pra colocar o blog em dia e tenho certeza que vou conseguir. Vamu q vamu!

Na quarta-feira, dia 31 de agosto, era dia do maridinho aqui no blog, mas resolvi antecipar a categoria de quinta e revi um drama, meio comédia, emprestado pela minha amiga Aline: Tomates Verdes Fritos.

Evelyn (Kathy Bates) é uma dona de casa sem voz e sem vez, que tenta por tudo salvar seu casamento, até mesmo frequentando aulas de "reavive o fogo do seu relacionamento". Numa visita a um asilo, ela conhece a doce e divertida Sra. Ninny Threadgoode (Jessica Tandy) que a encanta com suas histórias do passado.

Ninny era amiga da familia Threadgoode que tinha Idgie Threadgoode (Mary Stuart Masterson) como principal motivo de confusões na pequena cidade de Whistle Stop. Após a morte trágica de seu irmão, Idgie cria uma grande amizade com a namorada dele na época, Ruth Jamison (Mary-Louise Parker) e é Idgie quem salva Ruth das garras de seu marido violento, quando ela descobre que está grávida dele.

As duas montam uma lanchonete em Whistle Stop, onde vendem os famosos tomates verdes fritos do título e atendem qualquer freguês, inclusive afro-descendentes, atitude mal vista pelas pessoas ignorantes do lugar.

Um dia, um policial aparece na cidade para investigar o desaparecimento do marido de Ruth, que foi visto na cidade alguns dias antes. Idgie vira suspeita no caso e acaba indo a julgamento com seu empregado Big George.

Enquanto ouve as histórias de aventura e coragem de Idgie e Ruth, Evelyn muda seu comportamento depressivo e comilão, por uma vida mais saudável, com mais voz em seu relacionamento com seu marido e criando uma grande e eterna amizade com Ninny.

Todo mundo fala que "Tomates Verdes Fritos" é o típico filme de meninas. Pode ser que sim e concordo que fico torcendo por cada uma delas, mulheres fortes e frágeis ao mesmo tempo. As atrizes dão show em seus papéis, especialmente Kathy Bates que se transforma durante o filme, nos oferecendo várias cenas excelentes, com ou sem Jessica Tandy na tela.

O filme recebeu várias indicações aos prêmios da época: Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Tandy) e Melhor Roteiro; e Globo de Ouro de Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Atriz - Comédia/Musical (Kathy Bates) e Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Tandy).

Nota: 4 popcorns. Já vi várias vezes e não me canso. Tem uma receita sinistra de churrasco que dá o que falar. ;)

Trailer com letrinhas. Êbaaaaaa



Ficha técnica:
título original: Fried Green Tomatoes
ano de lançamento: 1991
direção: Jon Avnet
roteiro: Fannie Flagg e Carol Sobieski, baseado em livro de Fannie Flagg
produção: Jon Avnet e Jordan Kerner
música: Thomas Newman
fotografia: Geoffrey Simpson
direção de arte: Larry Fulton
figurino: Elizabeth McBride
edição: Debra Neil-Fisher
elenco: Mary Stuart Masterson, Mary-Louise Parker, Jessica Tandy, Kathy Bates, Cicely Tyson

Lindos e lindas,

"jázinho" chega a crítica de quinta.

bjoks!

18.9.11

Dia 334 - Filme 334 - Ricardo III - Um Ensaio


Olá, bonitões

Terça-feira, dia 30 de agosto, segui o conselho e o empréstimo da minha amiga Aline e assisti ao documentário "Ricardo III - Um Ensaio", dirigido e estrelado por Al Pacino, filme baseado na peça de William Shakespeare. Confesso que eu nunca tinha ouvido falar desse filme e muito menos da peça. Sorry, amiga!

Ricardo III (Al Pacino), Duque de Gloster, estava longe na linha de sucessão pelo trono da Inglaterra, no fim do século XV. Ele espera pela morte de seu irmão, o Rei Edward IV e trama o assassinato de seu outro irmão, George (Alec Baldwin), Duque de Clarence e de seus sobrinhos (inocentes crianças) para tirar de seu caminho qualquer possibilidade dele não se tornar o rei.

Toda essa história, as tramas desenvolvidas por Ricardo para acabar com qualquer obstáculo na sua subida ao trono, sempre auxiliado pelo frio e calculista Henry Stafford (Kevin Spacey), Duque de Buckingham, além das paranóias de Ricardo desconfiando de tudo e todos são mostradas nesse documentário de 1996.

Enquanto organiza a montagem da encenação da peça de Shakespeare, Al Pacino e os outros produtores do documentário conversam com vários atores que já interpretaram as peças de Bill para entender qual o segredo para fazer corretamente cada personagem do dramaturgo inglês. Além disso, historiadores explicam o contexto histórico da peça, analisando os envolvidos na vida do último rei da Inglaterra originário da casa de York.

Sinceramente, eu achei o tipo de edição do filme meio complicada, mas muito interessante. As explicações sobrepõe as cenas do ensaio e as cenas reais de gravação, enquanto Al Pacino visita locações e conversa com pessoas comuns nas ruas para saber a opinião delas sobre Shakesperare. As vezes fica um pouco cansativo, mas consegui entender toda a história da peça e as explicações ajudam a compreender cada pedaço dela.

Nota: 3 popcorns. Apesar de ter gostado, acho que não volto a ver esse filme.

Trailer sem letrinhas. :(



Ficha técnica:
título original: Looking for Richard
ano de lançamento: 1996
direção: Al Pacino
roteiro: Al Pacino e Frederic Kimball, baseado em peça de William Shakespeare
produção: Michael Hadge e Al Pacino
música: Howard Shore
fotografia: Robert Leacock
direção de arte: Kevin Ritter
figurino: Yvonne Blake, Aude Bronson-Howard e Deborah Lynn Scott
edição: William A. Anderson, Ned Bastille, Pasquale Buba e Andre Ross Betz
elenco: Al Pacino, Kevin Spacey, Penelope Allen, Gordon MacDonald, Madison Arnold

Lindões,

aguardem a crítica de quarta, dia 31.

bjoks


16.9.11

Dia 332 - Filme 332 - O homem que fazia chover


Olá, minha gente

No domingo, dia 28, já que eu tinha antecipado a categoria do dia na quinta-feira, revi um filme que encaixou no "Drama já basta a vida".

Eu já falei aqui que gosto muito dos filmes baseados nos livros do John Grisham. Aqui no blog já assisti a "Tempo de Matar" (confira a crítica) e o vi bem depois de ler o livro. Outros filmes baseados em seus livros que ainda não entraram aqui no blog, mas que eu gosto muito são: "O Cliente", "O Júri", "A Firma" e agora o filme que vi pro domingo, "O homem que fazia chover".

Como é de costume nas obras de Grisham, o filme gira em torno da vida do advogado Rudy Baylor (Matt Damon com cara de bebê), recém aprovado no exame da Ordem que começa a trabalhar para Bruiser Stone (Mickey Rourke), um advogado picareta que está sendo investigado pelo FBI.

Quando as coisas começam a ficar cabeludas pro lado de Bruiser, Rudy e Deck Schifflet (Danny DeVito), um quase-advogado que já tentou o exame da Ordem mil vezes e não passou, resolvem abrir seu próprio escritório. Na tentativa de mudar o mundo, eles pegam um caso de um casal que quer processar uma companhia de seguros que negou o pedido de indenização para o pagamento da cirurgia de transplante de medula óssea de seu filho que tem leucemia.

No meio tempo, Rudy conhece a jovem Kelly Riker (Claire Danes) que sofre abusos do marido e, apaixonado, ele tenta ajudá-la a sair dessa vida de violência.

Sem experiência alguma, Rudy enfrenta um tribunal cheio de advogados caríssimos da defesa da super empresa de seguros, comandados pelo experiente, arrogante e nojento Leo F. Drummond (Jon Voight, avô dos treze filhos de Angelina Jolie). As melhores cenas são essas, onde o peixinho Rudy bate de frente com o tubarão dos tribunais, Leo. Excelente!

Eu já tinha visto esse filme várias vezes e sempre me lembro da minha mãe, ao revê-lo, porque ela adora essa história e sempre se emociona com o final dela. Matt Damon, como sempre está um xuxu e tem o suporte cômico e de peso de Danny DeVito. Dirigido por Francis Ford Coppola, acho que é um filme que pode agradar muita gente, que revela uma história de como é bom derrubar as grandes corporações, quando as injustiças são contestadas por gente que tem paixão.

Nota: 4 popcorns. Com o patrocinio da minha amiga Karlinha, agora esse filme faz parte da minha estante. Recomendo, mesmo!

Trailer sem letrinhas, mas como é com o Matt Damon vocês me perdoam, né???



Ficha técnica:
título original: The Rainmaker
ano de lançamento: 1997
direção: Francis Ford Coppola
roteiro: Francis Ford Coppola, baseado em livro de John Grisham
produção: Steve Reuther
música: Elmer Bernstein
fotografia: John Toll
direção de arte: Bob Shaw
figurino: Aggie Guerard Rodgers
edição: Barry Malkin
elenco: Matt Damon, Danny DeVito, Jon Voight, Mickey Rourke, Claire Danes

Amorecos,

já, já, a crítica de segunda.

bjoks

13.9.11

Dia 324 - Filme 324 - Mr, Holland - Adorável Professor


Olá, queridos!!!!!

Finalmente resolvi aparecer por aqui, não é mesmo? Mas, é que eu estava de férias e fui curtir o casamento de minha amiga Karlinha nas praias gregas e daí, só deu pra assistir aos filmes diários, mas postar as críticas ficou pra depois. Obrigada pela paciência. Então, vamu que vamu porque tem muita coisa pra por em dia por aqui.

No sábado, dia 20 de agosto (!), assisti a um filme muito interessante, baseado em um personagem real, que achei por acaso no canal mágico da minha TV a cabo: Mr. Holland - Adorável Professor. Eu já tinha ouvido falar desse filme e me lembro de algumas cenas, não sei se vistas alguma vez na TV ou nas intermináveis sessões de fita VHS locadas pelo povo lá de casa.

Glenn Holland (Richard Dreyfuss, de "Tubarão" e "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", vistos aqui e aqui no blog) é um músico que cansou de tentar a vida artística e resolve dar aulas de teoria musical em uma escola de segundo grau para conseguir pagar as contas do mês e um dia poder se dedicar integralmente à sua grande paixão que é compôr.

Meio relutante no início, Holland percebe o quanto a música pode fazer diferença na vida de seus alunos e ele passa a vida toda ensinando àqueles adolescentes o prazer por essa arte que agrada a todo mundo.

Entre as cenas de sala de aula, somos apresentados à vida pessoal de Glenn com sua esposa Iris e seu filho Cole, que nasceu com uma deficiência auditiva grave, impossibilitando-o (na idéia de Glenn) de compartilhar com seu pai a paixão pela música. Mal sabe ele que seu filho é tão ligado à música quanto ele e o filme termina com uma linda homenagem de vários alunos ao "adorável professor" do título. Cena linda!

Eu gostei muito dessa biografia. O personagem de Dreyfuss é marcante e ele o interpreta com perfeição, fazendo com que nos apaixonemos por esse professor e nos questionemos porque não tivemos um mestre assim nas nossas escolas. O trabalho dele foi tão bom, que foi um dos indicados ao Oscar 1995 de Melhor Ator, mas perdeu a estatueta para Nicolas Cage em "Despedida em Las Vegas". Os atores coadjuvantes, como a esposa de Glenn e seu colega de profissão, o treinador de futebol americano também agregam emoção e veracidade à história.

Nota: 4 popcorns. É um filme doce e que tem uma história linda de uma pessoa que conseguiu mudar a vida de outras apenas com sua paixão. Pode ser clichê, mas esse é bem legal de se ver.

Trailer com Closed Captions em inglês. Já ajuda, né?



Ficha técnica:
título original: Mr. Holland's Opus
ano de lançamento: 1995
direção: Stephen Herek
roteiro: Patrick Sheane Duncan
produção: Robert W. Cort, Ted Field e Michael Nolin
música: Michael Kamen
fotografia: Oliver Wood
direção de arte: Dina Lipton
figurino: Aggie Guerard Rodgers
edição: Trudy Ship
elenco: Richard Dreyfuss, Glenne Headly, Jay Thomas, Olympia Dukakis

Xuxus,

no domingo, assisti, finalmente, à paixão da minha amiga Aline. Confiram a crítica daqui a pouco.

bjoks

23.8.11

Dia 323 - Filme 323 - O Rei Leão


Olá, criançada

Aproveitei a volta de "O Rei Leão" aos cinemas na versão 3-D que estreou na sexta-feira e resolvi locar o DVD desse desenho que é considerado um dos mais bem sucedidos de todos os tempos.

Nas savanas da África, nasce um leãozinho filhote do Rei Mufasa e da Rainha Sarabi. Simba será o futuro rei e seu caminho já está praticamente traçado. O problema é que ele tem um tio terrível e malvado chamado Scar que quer o trono a qualquer custo.

Após uma terrível tragédia, Simba foge sentindo-se culpado e passa a viver longe de sua mãe e sua melhor amiga, Nala. Seu lugar agora é na floresta onde passa os dias na companhia de Timão, um suricata muito esperto, e Pumba, um javali meio fedorento, mas muito simpático.

Depois de vários anos desaparecido, Simba reencontra Nala que conta a ele o que Scar fez com seu reinado e exige que ele volte para ajudar seu povo. Após relutar, Simba percebe que mesmo sentindo-se culpado, ele é a única esperança dos leões e dos outros animais de seu reino. Ele enfrenta Scar que está rodeado de hienas perigosas como seu exército e retoma seu posto, quando descobre as armações que seu tio organizou para conseguir o trono.

"O Rei Leão" foi o desenho mais rentável da Disney até a chegada de "Procurando Nemo" em 2003. Venceu os Oscar de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção (Can You Feel The Love Tonight) e ainda teve duas músicas que também concorreram à estatueta de Canção.

O desenho é lindo, os personagens são lindos, a história é linda, as músicas são lindas e tudo é perfeito! Mas, o mais engraçado foi rever "O Rei Leão" achando que eu não ia me lembrar de nada da história. Foi só colocar o DVD que já comecei a repetir as frases, lembrar de detalhes mínimos e, claro, cantar todas as músicas. Até perguntei para mommy se nós assitíamos muito esse desenho em casa. Ela acha que não. Sinal de que o desenho é bom e marcante mesmo!

Nota: 5 popcorns. Tô até achando que empata com "Procurando Nemo". Pra vocês verem o quanto esse desenho é perfeito.

Trailer curto, mas com legendas.



Ficha técnica:
título original: The Lion King
ano de lançamento: 1994
direção: Roger Allers, Rob Minkoff
roteiro: Irene Mecchi, Jonathan Roberts e Linda Woolverton, baseado em estória de Jim Capobianco, Lorna Cook, Thom Enriquez, Andy Gaskill, Francis Glebas, Ed Gombert, Kevin Harkey, Barry Johnson, Mark Kausler, Jorgen Klubien, Larry Leker, Ricki Maki, Burny
produção: Don Hahn
música: Hans Zimmer, Elton John e Lebo M.
edição: Tom Finan
vozes: Matthew Broderick, Rowan Atkinson, Moira Kelly, Niketa Calame, Jim Cummings, James Earl Jones

Lindões,

daqui a pouco a crítica de sábado. "Quem é mesmo?"

bjoks

16.8.11

Dia 317 - Filme 317 - Chaplin


Olá, minha gente

Sábado é dia de "Quem é mesmo?" aqui no 365Pipocas e resolvi locar um filme que nunca tinha visto, tinha a maior curiosidade de assistir, mas também muito preconceito por conta da fama de Robert Downey Jr. nessa época do filme. Coisa besta, né?

"Chaplin" conta a história de... claro, o rei do cinema mudo, Charlie Chaplin, interpretado brilhantemente por Robert Downey Jr. O filme acompanha a vida desse ator, produtor, diretor e mulherengo desde a infância quando foi tirado da mãe considerada louca.

Chaplin começou sua carreira no teatro, com esquetes de comédia, sempre sem falas. Com o sucesso de um personagem bêbado, ele é contratado por Hollywood para participar de várias comédias mudas e é quando cria seu personagem "Vagabundo".

O filme mostra ainda as váaaarias mulheres que passaram pela vida dele, gerando diversos escândalos, especialmente pelo gosto peculiar dele por mocinhas novinhas e ninfetas. Mas, aos 45 anos, ele encontra Oona O'Neill de apenas 17 anos que foi sua esposa até a morte dele em 1977 e lhe deu 8 filhos.

Eu gostei de "Chaplin". O filme é mesmo sobre a vida de Charlie Chaplin, sem buscar muita ajuda nos filmes que ele fez. Algumas cenas sugerem de onde veio a inspiração para os trabalhos que ele realizou, como num dia na praia com seus filhos, Chaplin brinca com uma grande bola de plástico, batendo nela com o pé, o bumbum ou rodando-a no dedo (O Grande Ditador). Robert Downey Jr. está ótimo no papel da lenda que também tinha problemas e era muito humano.

Nota: 4 popcorns. Filme muito interessante, ainda mais que fala de um homem tão importante para a história do cinema. Recomendo!

Trailer "the book is on the table".



Ficha técnica:
título original: Chaplin
ano de lançamento: 1992
direção: Richard Attenborough
roteiro: William Boyd, Bryan Forbes e William Goldman, baseado nos livros de David Robinson e Charles Chaplin
produção: Richard Attenborough e Mario Kassar
música: John Barry
fotografia: Sven Nykvist
direção de arte: Mark W. Mansbridge
figurino: Ellen Mirojnick e John Mollo
edição: Anne V. Coates
elenco: Robert Downey Jr., Geraldine Chaplin, Paul Rhys, Anthony Hopkins, Moira Kelly, Diane Lane,

Queridões,

daqui a pouquinho a crítica de domingo.

bjoks

12.8.11

Dia 315 - Filme 315 - Encontro Marcado


Olá, meninas

Bom, o post dessa quinta é dedicado a todas as meninas, moças, mulheres que um dia na vida precisaram de Brad Pitt. Aconteceu comigo ontem. Cheguei em casa depois do trabalho e disse: preciso de Brad hoje. Então, aproveitei o DVD emprestado pela minha amiga Alesita, mãe do bebezuco, e revi "Encontro Marcado". E, claro, não errei na pedida, né, gatas?

Bill Parrish (Anthony Hopkins) é um grande empresário das comunicações. Ele tem duas filhas: Allisson (Marcia Gay Harden), casada com Quince (Jeffrey Tambor), um dos vice-presidentes das empresas de Bill; e Susan (Claire Forlani), uma médica que é a moça dos olhos do magnata.

Bill está prestes a completar 65 anos e recebe uma visita totalmente imprevisível - a própria morte (Brad "tudo de bom" Pitt), que lhe faz uma proposta: Bill mostra o mundo para a temida e ela lhe dá mais alguns dias para curtir sua vida.

Bill aceita o desafio de Joe Black (nome dado por ele para a morte), mas depois percebe que Joe entrou no corpo de um cara que Susan tinha acabado de conhecer e se interessar. Daí, ela, na ilusão de se tratar da mesma pessoa, apaixona-se pela Morte. Putz, pensa na tensão!

Não vou ficar aqui falando de toda a história de poder, amor e traição desse filme. "Encontro Marcado" é um filme ótimo, com uma trilha sonora muito bacana e tem Anthony Hopkins. Mas, o importante desse filme é B-R-A-D P-I-T-T!!!! Amigas, não tem como não se apaixonar por aquele sorriso, aquele cabelo jogadinho e aquele charme que só Brad tem. Como vocês já sabem, ele é o número 4 do meu Top Five e não sai dali tão cedo.

Nota: 4 popcorns. Não ganha nota máxima porque eu não gosto muito da Claire Forlani. E pra quem não gosta de filmes longos, já aviso que esse tem quase três horas de duração.

Trailer sem legendas. :(



Ficha técnica:
título original: Meet Joe Black
ano de lançamento: 1998
direção: Martin Brest
roteiro: Ron Osborn, Jeff Reno, Kevin Wade e Bo Goldman
produção: Martin Brest
música: Thomas Newman
fotografia: Emmanuel Lubezki
direção de arte: Robert Guerra
figurino: Aude Bronson-Howard e David C. Robinson
edição: Joe Hutshing e Michael Tronick
elenco: Brad Pitt, Anthony Hopkins, Claire Forlani, Jake Weber, Marcia Gay Harden

Xuxus,

daqui a pouquinho a crítica de sexta-feira.

bjoks

10.8.11

Dia 313 - Filme 313 - O Corcunda de Notre Dame



Olá, amados

Na terça-feira, aproveitei as dicas da promoção de 300 dias do 365Pipocas e assisti a "O Corcunda de Notre Dame", sugerido e emprestado pela minha prima Lulú, vencedora de um dos DVDs da promoção. Valeu, flore!

Como a categoria pede, eu nunca tinha assistido a esse desenho da Disney, super famoso e na linda Paris. Daí, juntou a fome com a vontade de comer, porque adoro ver filmes sobre a Cidade-Luz.

O desenho é baseado na história de Victor Hugo (não o das bolsas) "Notre-Dame de Paris" e conta a vida de Quasímodo, um jovem que tem deformações no rosto e no corpo e é conhecido como o sineiro (que toca sinos) corcunda da catedral de Notre Dame em Paris. Vivendo enclausurado na torre da catedral, ele consegue escapulir de lá e conhece a cigana Esmeralda e apaixona-se por ela.

O mestre de Quasímodo, Frollo, é o Ministro da Justiça e odeia os ciganos. Auxiliado no início pelo Capitão do Exército Febo, Frollo quer encontrar o esconderijo dos ciagnos chamado "Corte dos Milagres". Mas, Febo, que também se apaixona por Esmeralda, não concorda com as práticas de Frollo e acaba preso, junto com ela e vários outros ciganos. Daí, começam as cenas terríveis de Frollo condenando Esmeralda à fogueira por bruxaria. Mas, Quasímodo, que também foi acorrentado, consegue se soltar e salvar a bela com a ajuda de todos os ciganos.

"O Corcunda de Notre Dame" é um desenho muito legal e interessante. Tem músicas bonitas e personagens bacanas. Mas, não entrou para a minha lista de preferidos. Não sei explicar muito bem, mas não teve "química", kkkkkkk.

Nota: 3 popcorns. Clássico Disney, mas talvez eu criei uma expectativa muito grande para assistir. Talvez os pequenos gostem mais.

Trailer "the book is on the table". Corre pro dicionário.



Ficha técnica:
título original: The Hunchback of Notre Dame
ano de lançamento: 1996
Direção: Gary Trousdale, Kirk Wise
Roteiro: Irene Mecchi, Tab Murphy, Jonathan Roberts, Bob Tzudiker, Noni White
produção: Roy Conli, Don Hahn, Philip Lofaro
música: Alan Menken
edição: Ellen Keneshea
direção de arte: David Goetz
vozes: Tom Hulce, Demi Moore, Tony Jay, Kevin Kline, Paul Kandel, Jason Alexander

Bonitos,

quarta-feira vai ser dia de biografia por aqui. Adequando as categorias para ficar certinho.

bjoks

7.8.11

Dia 309 - Filme 309 - Vida de Inseto


Olá, lindões

Desculpem a demora, mas ta corrido, minha gente, vocês nem imaginam o tanto! Um monte de coisas pra arrumar, pra escrever, pra preparar, mas graças aos céus, minhas férias estão chegando!!!! Iupi!

Na sexta-feira, aproveitei aquele canal mágico da minha TV a cabo e comprei bem baratinho o desenho "Vida de Inseto" para a categoria "Dia das Crianças" aqui no 365Pipocas. O mais engraçado é que eu sabia o começo e o fim do filme, mas nunca tinha visto o meio, por isso ficava boiando na história.

Num formigueiro vivem várias formiguinhas (!) que passam o verão todo trabalhando para conseguirem comida para os gafanhotos que são muito maiores que elas e muito assustadores. Quando chega o dia dos monstrengos coletarem a "oferenda", o formiga Flik causa um acidente e tudo é perdido, fazendo com que os gafanhotos exijam uma nova quantia de comida, se não... cabeças vão rolar.

Como foi o culpado por esse retrabalho, Flik se oferece para procurar insetos maiores que poderiam por fim nos gafanhotos e libertar as formigas para sempre da obrigação da oferenda. A princesa Atta resolve acatar a sugestão, com medo de Flik ficar no formigueiro e causar mais danos.

Flik vai até a cidade e encontra um grupo de insetos circenses que ele acredita que são guerreiros poderosíssimos. Ele os leva até o formigueiro e quando descobre que seus novos amigos não servem para acabar com os gafanhotos, Flik tem que manter a mentira e bolar outro plano. E... não vou ficar aqui contando toda a história do filme para não acabar com a graça ;)

"Vida de Inseto" é um filme fofo e cheio de personagens engraçados. O grupo circense é extremamente divertido e com piadas ótimas tiram risadas o tempo todo de quem está assistindo. Pena não ter visto antes. Tô até pensando em comprar para a estante dos cinco filhos.

Nota: 4 popcorns. Filme para ver, rever e re-rever. Uma gracinha!

Trailer que começa com legendas, mas não termina com elas. Humpf!



Ficha técnica:
título original: A Bug's Life
ano de lançamento: 1998
direção: John Lasseter
roteiro: Andrew Stanton, Don McEnery e Bob Shaw
produção: Darla K. Anderson e Kevin Reher
música: Randy Newman
fotografia: Sharon Calahan
edição: Lee Unkrich
vozes: Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfuss, Hayden Panettiere

Xuxucos,

daqui a pouco a crítica de sábado.

bjoks

2.8.11

Dia 303 - Filme 303 - Elizabeth


Olá, meus queridos!

Com saudades dos posts aqui do 365Pipocas? Então, os filmes desses últimos dias foram assistidos, mas não comentados diariamente para dar mais ênfase à promoção dos 300 dias do blog. Gostaram da promoção? Os três vencedores com certeza ganharam. ;)

No sábado, dia de biografia por aqui, resolvi locar um filme que já tinha visto há muito tempo, pois esses dias estava passando na TV a cabo e fiquei com vontade de revê-lo: Elizabeth.

Cate Blanchett faz o papel da rainha considerada herege por ser protestante, que assume o trono após sua meia-irmã, Maria I, morrer de câncer. Por ser contra a religião oficial da Inglaterra, Elizabeth ganha inimigos em todo o reino, inclusive na corte.

Pelo fato de ser mulher, todos a sua volta se preocupam com a vida amorosa dela, que para ter força em seu reinado deve ter um homem ao seu lado. Cheia de pretendentes, todos eles que possibilitariam alianças favoráveis à Inglaterra, Elizabeth já entregou seu coração ao Lorde Robert Dudley (Ralph Fiennes), que não pode ser seu marido, pois não representaria vantagens para o país e por conta de um segredo que ele esconde da rainha.

Traída por todos, só tendo o apoio de seu maquiavélico "segurança particular" Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), Elizabeth vai tomando as rédeas do seu reino e transforma o país quebrado e falido em uma das nações mais ricas e prósperas do século XVI. Ao final do filme, intitula-se "A Rainha Virgem" e nunca mais teria homens em sua vida, pois a influência deles em seu comando poderia ser fatal ao país. Casa-se com a Inglaterra e leva a nação à sua "Era de Ouro", época de seu reinado tratado no filme de 2007.

Lembro-me bem do Oscar de 1999 (dos filmes lançados em 1998). Cate Blanchett estava maravilhosa com um vestido inesperado e já tinha minha segunda torcida, já que Fernanda Montenegro também esperava a abertura do envelope do prêmio de Melhor Atriz. Perdeu para o papel chatinho de Gwyneth Paltrow em "Shakespeare Apaixonado", mas ainda tem o meu voto de excelente atriz que nos deu uma Elizabeth doce e amarga ao mesmo tempo, frágil, mas leoa, perseguida e feliz.

O filme é interessantíssimo, pois a história é muito bem contada e cada personagem acrescenta mesmo, sem deixar nenhum de lado. Geoffrey Rush, mesmo aparecendo pouco tem o papel de um homem que realmente mudou a história da Inglaterra e faz isso muito bem com sua cara de perverso. "Elizabeth" ainda tem fotografia bela, trilha sonora marcante e figurinos perfeitos.

Nota: 4 popcorns. Por ser longo, pode dar sono. E é necessário prestar atenção em cada detalhe, se não, fica como eu, voltando o DVD toda hora, kkkkkkk.

Trailer sem letrinha, humpf. :(



Ficha técnica:
título original: Elizabeth
ano de lançamento 1998
direção: Shekhar Kapur
roteiro: Michael Hirst
produção: Tim Bevan, Eric Fellner e Alison Owen
música: David Hirschfelder
fotografia: Remi Adefarasin
direção de arte: Lucy Richardson
figurino: Alexandra Byrne
edição: Jill Bilcock
elenco: Cate Blanchett, Joseph Fiennes, Geoffrey Rush, Christopher Eccleston

Gatinhas e gatões,

daqui a pouco a crítica de domingo.

bjoks

31.7.11

Dia 302 - Filme 302 - Tarzan


Olá, meu povo!

Sexta-feira foi dia de clássico Disney no "Dia das Crianças" no 365Pipocas. Quero aproveitar para dedicar esse post a minha hermanita Jxu que aaaaaaammmmmaaaaa esse desenho e sabe as músicas de cor. Flore, espero que goste da crítica.

"Tarzan" é mais uma das animações da "Era Renascentista" da Disney, que conta ainda com "O Rei Leão" e "A Pequena Sereia" (já visto AQUI no blog).

Um homem e um mulher sobrevivem a um naufrágio com seu bebê de poucos meses. Eles passam a viver numa casa em uma árvore na ilha onde foram parar. Ao mesmo tempo um grupo de gorilas vive na ilha e o casal, Kala (Glenn Close) e Kerchak (Lance Henriksen), perde seu filhote nas garras de um leopardo. Os humanos também são mortos pela fera e o bebê é encontrado por Kala que resolve criá-lo como seu filho, chamando-o de Tarzan.

Tarzan cresce com os gorilas e os outros animais da selva, tendo como melhores amigos a gorilinha Terk (Rosie O'Donnell) e o elefante Tantor (Wayne Knight). Até o dia em que vê um grupo de exploradores, semelhantes a ele: o professor Arquimedes (Nigel Hawthorne), sua filha Jane (Minnie Driver) e o caçador Clayton (Brian Blessed). Encantados com a presença desse homem-macaco, o grupo faz de tudo para ensiná-lo sua linguagem e seus costumes na esperança de levá-lo à Londres para exibi-lo como o "Elo Perdido".

Mas, Clayton tem outra intenção: capturar o maior número de gorilas e enriquecer vendendo cada um por 300 libras. Ele usa da ingenuidade de Tarzan, que se apaixonou por Jane e não quer vê-la indo embora, e o grupo e levado ao ninho dos gorilas, quando uma batalha põe várias vidas em risco.

O filme é lindo! As músicas na versão original de Phil Collins ou mesmo na versão dublada com Ed Mota são perfeitas. A história é uma graça e os personagens são apaixonantes. A animação é de muita qualidade, como sempre e não tem como não ficar de boca aberta ao ver os detalhes mais impressinantes em cada cena. Clássico obrigatório da Disney, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original - You'll be in my heart.

Nota: 4 popcorns. Tem algumas cenas um pouco assustadoras para os pequenos, mas só. E, de novo, é super obrigatório.

Trouxe a parte inicial do filme que já começa com a minha música preferida: Two Worlds, na versão dublada.



Ficha técnica:
título original: Tarzan
ano de lançamento: 1999
direção: Chris Buck, Kevin Lima
roteiro: Tab Murphy, Bob Tzudiker e Noni White, baseado em livro de Edgar Rice Burroughs
produção: Bonnie Arnold
música: Mark Mancina
direção de arte: Dan St. Pierre
edição: Gregory Perler
vozes: Tony Goldwyn, Minnie Driver, Glenn Close, Brian Blessed, Rosie O'Donnell

Lindões,

daqui a pouco a crítica de sábado. Filme com Cate Blanchett.

bjoks

27.7.11

Dia 300 - Filme 300 - Questão de Honra


Olá, meus queridos

Vocês leram bem o título desse post??? Não é mentira, minha gente: chegamos ao filme 300 do 365Pipocas. Falta pouco mais de dois meses desse desafio pessoal que me lancei a cumprir e com a ajuda de vocês fica ainda melhor e mais fácil de completar. Obrigada a todos vocês!!!!

E não foi proposital, eu juro. Assistir a "Questão de Honra" quando completamos 300 dias por aqui ficou perfeito, não é mesmo? Principalmente, porque o meu objetivo é completar esse blog de qualquer jeito. E como trocamos a categoria do maridinho para domingo essa semana, vamos à história.

O tenente Danny Kaffee é um jovem advogado que recém ingressou na Marinha dos EUA. Após o assassinato de um soldado na Base Militar de Guantánamo (Cuba), causado por dois Fuzileiros, Danny é convocado para que defenda os acusados. A jovem capitã da Marinha Joanne Galloway (Demi Moore) que queria ficar com o caso, se vê obrigada a ajudar Danny, especialmente porque ela não o considera preparado para o trabalho.

Suspeitando de que o que ocorreu foi um "código vermelho" - ordem dada por um oficial superior para que soldados punam um colega que não está andando na linha pregada pelo exército - Danny, Joanne e o tenente Sam Weinberg, outro advogado, decidem por não fazer um acordo com a promotoria e tentar a absolvição dos dois acusados no tribunal, leia-se Corte Marcial.

Mas, ninguém contava que o chefe-master dos dois acusados fosse o arrogante, preconceituoso e FDP Coronel Nathan R. Jessup (Jack Nicholson, brilhante). Ele, o Tenente-coronel Matthew Andrew Markinson (J. T. Walsh) e o Tenente Jonathan James Kendrick (Kiefer 24 Horas Sutherland) planejaram toda a ação contra o morto e utilizam do poder que têm dentro do exército para mudar a história e saírem ilesos.

O filme inteiro é muito bom, mas as cenas no tribunal são perfeitas. Vi na internet que a cena em que Jack Nicholson está depondo e diz para Tom Cruise "você não suportaria a verdade" é uma das melhores falas da história do cinema. E realmente é brilhante! Jack (íntima, kkkkk) é um dos atores que eu mais gosto, apesar de algumas escorregadas e nesse filme ele dá um show mesmo com pouco tempo em cena. Tom Cruise começa num papel igual aos muitos outros que já fez (mocinho bonitinho, que dá uma de esperto e esnobe, mas enfrente um drama pessoal e tudo muda, leia-se Top Gun), mas convence bem como o advogado que muda de idéia no meio do furacão. E Demi Moore, que eu não sou muito fã, especialmente porque ela não deixa Ashton Kutcher livre para as mortais, representa bem a apaixonada advogada que quer ver os acusados absolvidos.

O filme foi indicado a quatro Oscar, incluíndo melhor filme e ator coadjuvante para Jack Nicholson. Não venceu nenhum :(

Nota: 4 popcorns. Por conta de algumas cenas bem forçadas por parte de Tom Cruise e Demi Moore. Mas, recomendo mesmo.

Trailer sem letrinhas. Sorry :(



Ficha técnica:
título original: A Few Good Men
ano de lançamento: 1992
direção: Rob Reiner
roteiro: Aaron Sorkin, baseado em peça teatral de Aaron Sorkin
produção: David Brown, Rob Reiner e Andrew Scheinman
música: Marc Shaiman
fotografia: Robert Richardson
direção de arte: David F. Klassen
figurino: Gloria Gresham
edição: Robert Leighton
elenco: Tom Cruise, Jack Nicholson, Demi Moore, Kiefer Sutherland

Xuxus,

daqui a pouco tem a promoção dos 300 dias, ok? Espero várias participações!

bjoks

23.7.11

Dia 294 - Filme 294 - Tempo de Matar


Olá, pessoas

Gosto muito de livros que já viraram filmes e tenho uma mania de que assim que eu termino de ler, pego o filme na locadora. Mas, com "Tempo de Matar" foi bem diferente. Sou apaixonada por esse filme desde a primeira vez que assisti e já o revi muitas vezes.

Mas, só agora consegui ler o livro de John Grisham, famoso por outros sucessos que também viraram filmes: O Cliente, A Firma, O Dossiê Pelicano, O Júri... Só que mesmo já conhecendo o filme, não poderia seguir o meu ritual.

Em Canton, Mississipi (EUA), dois homens brancos estupram e quase matam uma menina negra de 10 anos, chamada Tonya. A cidade toda fica estarrecida com o caso e não é diferente com o pai da garota, Carl Lee Hailey (Samuel L. Jackson com 30kg de peso, magérrimo!), que resolve fazer justiça com as próprias mãos.

Jake Brigance (Matthew McConaughey) é um jovem e ambicioso advogado branco que é procurado por Carl Lee para que o defenda no tribunal. E ele entra num dos casos mais polêmicos e desafiadores da história do Mississipi.

Sem saber por onde começar, Jake pede a ajuda a Lucien Wilbanks (Donald Sutherland), seu mestre na advocacia, banido dos tribunais há muito tempo por ter sua licença cassada. Junta-se aos dois o engraçado e malandro advogado de divórcios Harry Rex Vonner (Oliver Platt), amigo das antigas de Jake. E fechando o grupo, a jovem estudante de Direito, Ellen Roark (Sandra Bullock), filha de um famoso advogado criminalista e opositora à pena de morte. Tudo isso para tentar inocentar Carl Lee frente a um júri de brancos, tarefa ainda mais difícil já que o caso tem como promotor o megalomaníaco e esnobe Rufus Buckley (Kevin Spacey).

A cidade está dividida. Brancos querem enforcar Carl Lee, enquanto negros querem santificá-lo. A Ku Klux Klan volta das cinzas no estado e começa a ameaçar Jake, seus amigos, sua família e vai às ruas enfrentando a multidão de negros que se juntou na frente do tribunal à espera da decisão do júri.

"Tempo de Matar" é um filme que eu amo de paixão. A história é perfeita, os atores são deslumbrantes e o final é maravilhoso. Mas, preciso deixar a minha opinião quanto ao livro também. Na maioria das vezes, preferimos sempre o livro ao filme, já que a escrita dá muito mais detalhes que nem sempre cabem nas telas. Mas, tiro o chapéu para o roteirista de "Tempo de Matar". Ele deixou o final muito mais interessante, adaptando uma das partes do filme para o personagem de Matthew McConaughey. Excelente!

Nota: 5 popcorns. Só não gostei dele ainda não fazer parte da minha estante. Tenho que providenciar isso.

Pena que não achei o trailer com legendas :(



Ficha técnica:
título original: A Time to Kill
ano de lançamento: 1996
direção: Joel Schumacher
roteiro: Akiva Goldsman, baseado em livro de John Grisham
produção: John Grisham, Hurt Lowry, Arnon Milchan e Michael G. Nathanson
música: Elliot Goldenthal
fotografia: Peter Menzies Jr.
direção de arte: Richard Toyon
figurino: Ingrid Ferrin
edição: William Steinkamp
elenco: Matthew McConaughey, Sandra Bullock, Samuel L. Jackson, Kevin Spacey

Amores,

estamos quase lá. Só falta o filme de sexta (ontem, ehehehe).

bjoks

20.7.11

Dia 289 - Filme 289 - Razão e Sensibilidade


Olá, bonitos

No sábado, resolvi trocar a categoria pela de domigo, "And the Oscar goes to...". Revi um filme muito bacana, baseado no livro de Jane Austen: Razão e Sensibilidade.

As irmãs Dashwood, Elinor (Emma Thompson), Mariane (Kate Winslet) e Margareth, junto com sua mãe, ficam sem dinheiro após o falecimento de seu pai, pois na Inglaterra no século XIX o dinheiro ficava para o filho homem. Sem lugar para morar, elas passam um tempo com seu meio-irmão (o herdeiro que deu uma miséria em dinheiro para elas) e sua esposa intragável. Durante esse período, Elinor se apaixona por Edward Ferrars (Hugh Grant), irmão de sua cunhada macabra.

Proibida de se envolver com Edward devido à diferença de classes sociais, Elinor e sua família se mudam para um chalé emprestado por um primo de sua mãe. Lá, Mariane se apaixona perdidamente por um jovem que a salvou durante uma tempestade e Elinor continua amando Edward, até saber de um segredo dele que acaba com suas esperanças.

As duas irmãs vivem o amor de formas diferentes: Mariane é pura paixão e não liga para o que a sociedade vai pensar dela. Já Elinor é recatada e sensata, seguindo até demais as regras do mundo. Uma é a sensibilidade e a outra é a razão do título. ;)

Após tragédias, novos amores, decepções, recomeços e muitas risadas, as irmãs Dashwood terminam suas histórias como a maioria dos livros de Jane Austen (pelo menos dos que eu tenho conhecimento). Tudo dá certo no final e os casais ficam como têm que ficar: apaixonados e felizes.

"Razão e Sensibilidade" concorreu a sete Oscar, incluindo Melhor Filme. Venceu pelo roteiro adaptado pela própria Emma Thompson, que concorreu à estatueta de Melhor Atriz. Muito legal é ver a Kate Winslet novinha dando show e morrer de rir com o Dr. House (Hugh Laurie) como um parente das irmãs Dashwood.

Nota: 5 popcorns. Filme que tem tudo: comédia, drama, bons atores e uma história deliciosa de se ver e rever. Fofo!

Trailer "the book is on the table".



Ficha técnica:
título original: Sense and Sensibility
ano de lançamento: 1995
direção: Ang Lee
roteiro: Emma Thompson, baseado em livro de Jane Austen
produção: Lindsay Doran
música: Patrick Doyle
fotografia: Michael Coulter
direção de arte: Philip Elton e Andrew Sanders
figurino: Jenny Beavan e John Bright
edição: Tim Squyres
elenco: Emma Thompson, Kate Winslet, Hugh Grant, James Fleet, Alan Rickman, Hugh Laurie

Xuxus,

amanhã chegam as críticas de domingo, segunda, terça...

bjoks