Mostrando postagens com marcador 5 popcorns. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 5 popcorns. Mostrar todas as postagens

8.2.14

Blue Jasmine

Olá, queridões!!!!!

Na maratona pra conseguir assistir o maior número de filmes da lista do Oscar, consegui ver "Blue Jasmine", filme do Woody Allen, diretor que eu passei a gostar mais depois que comecei o 365Pipocas. Por aqui já passaram dele "Vicky Cristina Barcelona", "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e "Meia-Noite em Paris". 

Mas, acho que depois de "Blue Jasmine", Woody me ganhou de vez! Como um diretor pode colocar a loucura de uma forma tão intensa e ao mesmo tempo divertida? É só chamar Cate Blanchett para interpretar o papel da ex-"Mulheres Ricas", Jasmine, que tem que ir morar com sua irmã Ginger (Sally Hawkins) na Califórnia, porque o marido pilantra de última categoria, mas que usa Rolex e ternos Armani, vivido por Alec Baldwin, resolveu ser preso por usar o suado dinheirinho dos outros para se dar bem. 

A loura acostumada com viagens internacionais durante a semana para fazer compras, presentes de aniversário cravejados de diamantes e organização de jantares para a alta sociedade de Nova York, literalmente surta quando tem que se submeter a viver num quarto e sala com sua irmã (que ela nunca tratou bem quando era rica) e seus dois sobrinhos adolescentes. Além disso, Jasmine tem que arrumar emprego (coisa absurda na sua antiga vida) e engolir o namorado falastrão de sua irmã, o exagerado Chili (Bobby Cannavale, excelente por sinal) e outras escolhas amorosas de Ginger.

O quarteto de São Francisco

Não tenho muita experiência nos filmes de Woody Allen. Além dos que citei lá em cima, já assisti também "A Era do Rádio", "Poderosa Afrodite", "Celebridades" e "Poucas e Boas" (o diretor já fez mais de 50 filmes). Mas, acredito que nunca vi uma atriz se destacar tanto num filme de Woody como Cate Blanchett. Geralmente o que acontece é o brilhantismo do roteiro de Allen, mas em "Blue Jasmine" a personagem principal quase se torna o maior atrativo da obra.

A cara da riqueza?

É claro que o roteiro e a direção são perfeitos, cheios de toques especiais, como quando durante as crises de pânico de Jasmine a cena tem trilha sonora alegre e divertida. Mas, apesar das cenas cômicas, quase sempre com a presença de Ginger na tela, provavelmente é um dos filmes mais dramáticos de Woody Allen. Daí fica a pergunta: será por causa do roteiro dele ou por conta da melhor interpretação da vida de Cate Blanchett? Felizmente, acho que não dá pra responder ou separar um do outro.  

"Blue Jasmine" foi indicado ao Oscar de Melhor Atriz (Cate Blanchett), Melhor Atriz Coadjuvante (Sally Hawkins" e Melhor Roteiro Original (Woody Allen). Cate Blanchett levou o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama e o SAG Awards de Melhor Atriz. 

Nota: 5 popcorns. Amei mesmo, não importa o que os outros digam! Minha torcida para Melhor Atriz no Oscar 2014 é toda de Cate Blachett. 


Ficha técnica:
título original: Blue Jasmine
ano de lançamento: 2013
direção e roteiro: Woody Allen
produção: Leroy Schecter, Adam B. Stern
fotografia: Javier Aguirresarobe
edição: Alisa Lepselter
direção de arte: Michael Goldman
figurino: Suzy Benzinger
elenco: Cate Blanchett, Sally Hawkins, Bobby Cannavale, Alec Baldwin, Louis C. K. 

Amorecos,

mais tarde vou pra capital assistir "Trapaça", porque no interiorrrrrr não rola indicado ao Oscar, sabe? Aguardem a crítica.

bjoks

28.1.14

O Lobo de Wall Street

Olá, meninas e meninos

Gente, vou confessar aqui, sem enrolação: eu sou APAIXONADA por Leonardo DiCaprio. Pronto, falei! Até nos filmes que ninguém gosta como “Romeu + Julieta” (visto aqui no 365Pipocas) ou “A Praia”, eu não consigo deixar de amar esse moço loiro dos olhos azuis. Provavelmente vocês não vão encontrar pessoa que não se cansa de assistir “Titanic” (também visto aqui) como eu.

Mas, se eu gosto dele em filmes onde sua atuação não é lá essas coisas, imaginem nos filmes em que ele dá SHOW em todas as cenas? É o que acontece em “O Lobo de Wall Street”, mais uma parceria de Leo (íntima) com Martin Scorsese, obra indicada em cinco categorias do Oscar 2014: Melhor Filme, Melhor Diretor (Scorsese), Melhor Ator (Di Caprio), Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill) e Melhor Roteito Adaptado.

Leo vive a história real de Jordan Belfort, um corretor de Wall Street que quer ficar rico. E fica! Muito, aliás! O problema é a maneira que ele age pra nadar em dinheiro e aproveitar a vida. Depois de se dar mal no primeiro dia como corretor em uma grande empresa, a vida entrega a Jordan a galinha de ouro do mercado financeiro: ações que valem centavos, mas que pagam 50% de comissão. Daí pra frente, meu amigo, é só alegria!!!!

"Papai e Mamãe"
Pensem numa historia politicamente incorreta, cheia de orgias pesadíssimas, drogas de todos os tipos, palavrões como língua mãe, peitos e bundas de fora e a loucura de rasgar notas de cem dólares. Imaginaram? Agora tripliquem tudo o que pensaram e terão um pouquinho do que é “O Lobo de Wall Street”. Um filme diferente de todos os outros feitos pelo querido Scorsese, sem pudor, bruto, debochado, extremamente depravado e por outro lado, divertido, crível e grandioso.

O elenco é afiadíssimo: Leo está perfeito no papel do louco e inconseqüente Belfort; Jonah Hill está hilário como o fiel amigo de Jordan, Donnie (as cenas dos dois doidões de tanta droga são MARA); e Jean Dujardin, como um banqueiro suíço bem cara de pau. 

A direção de Scorsese é brilhante (como sempre) e todo mundo fica impressionado como um diretor entrega em um ano "A Invenção de Hugo Cabret", filme de fantasia, homenagem emocionante ao cinema e cheio de coisas boas e depois consegue trazer essa obra-prima do vulgar, mas o bom vulgar. Entendem? Claro que entendem!!! O cara dirigiu "Taxi Driver", "Touro Indomável" e o mais atual "Os Infiltrados". Gênio!

Happy Hour na firma
Infelizmente, acredito que não tem chances no Oscar, mesmo com o prêmio de Melhor Ator de Comédia que Di Caprio ganhou no Globo de Ouro. A Academia não gosta de rostinhos bonitos! Mas, quem sabe, né? A minha torcida vai ser pra ele!!!!!!

Nota: 5 popcorns. Não precisa dizer mais nada, não é mesmo? 


Ficha técnica:
título original: The Wolf of Wall Street
ano de lançamento: 2013
direção: Martin Scorsese
roteiro: Terence Winter, baseado no livro de Jordan Belfort
fotografia: Rodrigo Prieto
ediçao: Thelma Schoonmaker
figurino: Sandy Powell
elenco: Leonardo Di Caprio, Jonah Hill, Margot Robbie, Matthew McConaughey, Kyle Chandler

Amorecos,

torçam pros filmes chegarem nos cinemas aqui da terrinha logo!!!!!

bjoks

2.11.13

Universidade Monstros

Oi, bonitas e bonitos!

Tudo bem com vocês? Não sumi, não, ok? Só a correria que está muito grande!

Esses dias, o maridinho e eu resolvemos voltar a ser criança (coisa que a gente adora) e assistimos a continuação de Monstros S.A. (já visto aqui no blog): Universidade Monstros.

Xuxus, pensem num filme fofo que não ficou nada atrás do primeiro e que faz a gente se apaixonar ainda mais pelos dois personagens principais James P. Sullivan (voz de John Goodman) e Mike Wazowski (Billy Crystal).

Nessa sequência voltamos ao passado para acompanhar como começou a amizade de Sully e Mike. E não tem melhor lugar do que a Universidade Mostros, lugar que forma os melhores e maiores assustadores do país. Mas, pra quem acha que os dois sempre foram companheiros, está muito enganado. Sully e Mike brigam muito nesse filme, até conseguirem se acertar pra ganhar um campeonato de sustos com a equipe mais azarada e zebra de todos os tempos.

Mike em seu primeiro dia de universidade

O que eu achei mais legal é ver como os personagens foram formados até chegarem ao que é o primeiro filme. Randal (o vilão de Monstros S.A.), por exemplo, era um cara legal que acabou indo pro lado negro da "assustação" por causa das companhias que escolhe na universidade. Mike é o mesmo engraçado de sempre, mas teve que aceitar quem é para ser feliz e Sully, que no início é um esnobe, se transforma naquele "ursão" que amamos tanto.

Na minha opinião Universidade Monstros é uma sequência muito competente e que agrada aos pequenos e aos grandões. Piadas ótimas, personagens ainda mais fofos e história redonda. Sucesso certo!

Equipe Oozma Kappa

Nota: 5 popcorns. Assistam, assistam, assistam! Certeza que vai ser indicado ao Oscar de Melhor Animação! Aposta do 365Pipocas

Trailer dublado, pra facilitar pra criançada!


Ficha técnica:
título original: Monsters University
ano de lançamento: 2013
direção e roteiro: Dan Scanlon
edição: Greg Snyder
trilha sonora: Randy Newman
vozes: John Goodman, Billy Crystal, Hellen Mirren, Steve Buscemi

Amores,

hoje é dia de sessão dupla de cinema com o maridinho. Então, aguardem novos posts por aqui. Ah, e ainda tenho que escrever sobre Guerra Mundial Z que assisti esses dias.

bjoks e ótimo sábado de sol pra todo mundo!

17.10.13

Gravidade

Oi, Amorecos

Tudo bem com vocês? Tive uma semana meio difícil, pois perdemos a nossa cadelinha Mel. Hoje, ela está no céu dos cachorros que é comandado por São Francisco e que fica bem ao lado do céu dos humanos. Já deixou saudades eternas, xuxuca!

Deixando a tristeza um pouco de lado, fui ao cinema com o maridinho na segunda-feira, coisa que não fazíamos há um tempinho (coisa feia, né?). Escolhi assistir GRAVIDADE, novo filme da Sandra Bullock e George Clooney, dirigido pelo Alfonso Cuarón (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e produtor de O Labirinto do Fauno).

Cheguei no cinema sabendo que era um filme passado no espaço durante uma missão da Nasa e que alguma coisa sinistra acontecia, mas nunca, eu disse nunca, esperava pelo que eu vi naquela sala de cinema lotada.

O Capitão Matt Kowalski (Clooney) e a doutora Ryan Stone (Bullock) estão em missão no espaço para manutenção do telescópio Hubble e tem que ficar tranquilos e contentes do lado de fora de sua espaçonave para isso. Sim, eles fazem caminhada no céu!!!!!

Em meio ao bom humor do Capitão Kowalski e da tensão da doutora Stone, a coisa sinistra que eu falei lá em cima acontece, mas não vou contar nadica de nada pra vocês. Só imaginem o inimaginável que acontece quando você está na imensidão do céu, sem gravidade e sem som e pra completar, sem comunicação com o Planeta Azul.

Dra. Stone tentando dar uma voltinha
Computação gráfica top, som e trilha sonora perfeitos e edição tensa são alguns dos ingredientes desse blockbuster que não vai agradar todo mundo, pelo fato de ser um filme meio "parado". Eu adorei! Especialmente após a sequência de quase 20 minutos sem cortes no início do filme, não tive como deixar de assistir tudo. Recomendadíssimo e com certeza vai estar presente nas indicações do Oscar 2014.

Nota: 5 popcorns. Filme criativo, muito bem produzido e de tirar o fôlego em vários momentos.

Trailer com letrinhas pra vocês!


Ficha técnica:
título original: Gravity
ano de lançamento: 2013
direção: Alfonso Cuarón
produção: Alfonso Cuarón, Christopher DeFaria, David Heyman
roteiro: Alfonso Cuarón, Jonás Cuarón
fotografia: Emmanuel Lubezki
edição: Alfonso Cuarón
elenco: Sandra Bullock, George Clooney, Ed Harris (voz)

Gatinhos e gatinhas,

a partir desse mês começam a chegar os filmes da corrida do Oscar 2014. Estão na minha lista: Diana; O Mordomo da Casa Branca; 12 Years a Slave; Álbum de Família; Blue Jasmine e vários outros.

Vamos ficar na torcida pra que eles cheguem logo aqui na terrinha (ô, lugar difícil de chegar filme) pras críticas aparecerem por aqui.

bjoks

Atualização em 23/12/2013:
Indicado ao Globo de Ouro nas categorias Melhor Filme de Drama, Melhor Diretor (Alfonso Cuarón), Melhor Atriz de Drama (Sandra Bullock) e Melhor Trilha Sonora.
Indicado ao SAG Awards na categoria Melhor Atriz (Sandra Bullock)

14.9.13

Intocáveis

Oi, Xuxus!

Andei um pouco sumida daqui, mas a correria tá “braba” no trabalho e ficou difícil aparecer aqui no blog.

Vim falar hoje de um filme francês muito bacana que eu já tinha visto em Blu-ray e já revi duas vezes depois que estreou na TV a cabo: Intocáveis.

Desde as premiações do início do ano, eu estava com vontade de ver esse filme tão comentado por várias pessoas que eu conheço, mas acabei enrolando e por isso deixei de conhecer essa delícia de história baseada em fatos reais de dois personagens tão opostos.

Phillippe (François Cluzet) e Driss (Omar Sy) são duas pessoas que se encontram ao acaso e se afeiçoam a partir do conhecimento de um pela vida do outro, num relacionamento bem interessante. Phillipe é um homem rico e intelectual que tem um grave problema de saúde e decide contratar o despachado e engraçado Driss para ser seu enfermeiro.

Se você consegue imaginar duas pessoas tão diferentes uma da outra, você deve dobrar essa diferença quando pensar em Phillippe e Driss. A seriedade de um é quebrada pela desenvoltura do outro e vice-versa o tempo todo. E é isso que faz o filme ser tão bacana, divertido e marcante.

O cinema francês ainda é uma sementinha na minha história com a sétima arte. Já vi alguns filmes na língua do “Bonjour”, como “O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain” que é o meu filme favorito de todos os tempos, mas entender bem do cinema francês não é o meu forte não. Apesar disso, me sinto confortável em dizer que “Intocáveis”, apesar da crítica especializada não concordar, é um filme que marca a nossa vida e entrou pra lista de filmes franceses que eu mais gosto, kkkkkkkkk.

Driss e Philippe

Aprendizado do enfermeiro Driss

“Intocáveis” é o segundo filme mais rentável da França de todos os tempos e concorreu a diversos prêmios como o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e o BAFTA de Melhor Filme não falado em inglês.

Nota: 5 popcorns (tô nem aí pras críticas especializadas)

Não precisa de dicionário de francês: trailer com legendas!!


Título original: Intouchables
Ano de lançamento: 2011
Direção e Roteiro: Olivier Nakache e Eric Toledano
Música: Ludovico Einaudi                          
Fotografia: Mathieu Vadepied
Edição: Dorian Rigal-Ansous                     
Direção de arte: Mathieu Vadepied                     
Figurino: Isabelle Pannetier                     
Elenco: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet

Queridões,

logo, logo volto pra trazer a minha percepção de um filme que completou uma trilogia que eu amo tanto. A dica é: um casal, conversando e passeando pela cidades (nos três filmes é a mesma idéia).

bjoks

26.8.13

O Impossível

No sábado, revi O IMPOSSÍVEL com o maridinho, que não tinha visto ainda. Como começar a falar desse filme? Uma produção extremamente intensa que faz jus ao título que lhe foi atribuído.

Basicamente, sem contar muita coisa sobre o roteiro (lembram-se da promessa do post anterior?), o filme conta a história real de uma família durante a tragédia do tsunami que atingiu o Oceano Índico em dezembro de 2004. Não posso contar mais nada, porque tudo o que eu disser aqui vai estragar toda a surpresa do filme.

Mas, o que eu posso comentar é o brilhantismo de Naomi Watts como Maria Bennet, uma médica que toma conta dos filhos enquanto seu marido Henry Bennet (Ewan McGregor) trabalha numa grande empresa no Japão (onde vivem todos eles). Lendo sobre esse filme durante as premiações de Hollywood no começo do ano, vi em alguma reportagem que você pode questionar o motivo de Naomi Watts ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz somente até assistir ao filme. Depois de vê-lo não é possível questionar mais, indica-la é muito óbvio e obrigatório. E realmente eu concordo com isso. Famosa por filmes mais alternativos que lhe renderam diversas indicações, como MULHOLLAND DRIVE e 21 GRAMAS, Naomi chama atenção não só pela sua beleza, mas pela competência que abraça seus papéis. E aqui não é diferente.

Destaco também a atuação do jovem Tom Holland, que interpreta o filho mais velho da família Bennet, Lucas. O jovem que na época da gravação do filme tinha 14 anos dá um show mesmo!

Naomi Watts
O resort pouco antes do fim
Desespero

O IMPOSSÍVEL foi produzido na Espanha e conta com várias cenas produzidas no resort verdadeiro onde a família se hospedou naqueles dias terríveis, reconstruído depois da tragédia. A computação gráfica é impressionante e o sentimento de cada personagem é capturado de forma brilhante, especialmente nas cenas onde a população local aparece (pelo que dizem, muitos figurantes no filme são sobreviventes reais do tsunami).

Abaixo vocês vêem as duas famílias, a cinematográfica e a real família "Bennett", os espanhóis Alvárez.



Nota: 5 popcorns com louvor. Filme lindo, triste, emocionante e recomendadíssimo.

Trailer com legendas.

Ficha técnica:
título original: The Impossible
ano de lançamento: 2012
direção: J. A. Bayona
roteiro: Sergio G. Sánchez
fotografia: Óscar Faura
música: Fernando Velázquez
edição: Elena Ruíz, Bernat Vilaplana

elenco: Naomi Watts, Ewan McGregor, Tom Holland, Samuel Joslin, Oaklee Pendergast

Amados, 

espero que gostem da crítica e sugiram novos filmes. Ah, e vamos comentar também essa história do xuxuzinho Ben Affleck ter aceitado o papel de Batman no próximo filme do Superman. Tenso! Até Obama está sendo pressionado, kkkkkkkk.

bjoks

15.8.13

O lado bom da vida

Bradley Cooper faz parte do meu Top Five já faz um tempinho. Mesmo em 5º lugar, só do galã de belos olhos azuis (ou verdes, não consigo definir) estar na minha seleta lista já é uma honra (pra ele, claro!). Tenho quase certeza que ele ganhou o posto no meu rol de beldades depois que eu quase morri de rir em SE BEBER, NÃO CASE, mas, já tinha olhos pra ele desde PENETRAS BONS DE BICO, quando ele faz o namorado mauricinho e valentão (cagão, kkkk) da mocinha.

Se ele já tinha o meu voto em relação à beleza, ganhou a minha admiração nesse excelente O LADO BOM DA VIDA. Com uma atuação que vai do delírio à realidade em questão de milésimos de segundo, Bradley mostra que se tornou um ator merecedor de reconhecimento e deixou de ser só um rostinho/abdômen/olhos/cabelos bonitos.

Pat Solitano, Jr. (Cooper) é um cara problemático, explosivo e que está na pior depois de um tratamento psiquiátrico. Quando volta à vida familiar com seus pais Pat Solitano (Robert De Niro) e Dolores (Jacki Weaver), ele tenta colocar a vida no caminho certo e acaba conhecendo a biruta Tiffany (Jennifer Lawrence), outra criatura problemática.  Os dois começam uma amizade inusitada, brindada com as maluquices de cada um, ao mesmo tempo em que Tiffany faz uma proposta irrecusável a Pat. No spoilers, please!

E vamos tirar o chapéu também pra fofa Jennifer Lawrence, que vem dando show em seus últimos filmes, incluindo X-MEN ORIGINS e JOGOS VORAZES. Ela consegue trazer leveza ao papel da desequilibrada Tiffany, mas ao mesmo tempo dando o equilíbrio que falta na vida de Pat. Quando eles formam um par, um não se sobrepõe ao outro, eles se complementam e nos entregam um relacionamento estranho, mas normal. 

Li em muitos lugares que as pessoas se decepcionaram com O LADO BOM DA VIDA, esperavam mais de um filme que recebeu oito indicações ao Oscar. Não compartilho do mesmo sentimento. Lembro muito bem de quando saí do cinema com o maridinho, me sentindo muito feliz e satisfeita de ter visto um filme criativo e bacana, com uma trilha sonora bem legal e que conta com a ótima interpretação de Robert De Niro que recebeu uma indicação ao Oscar depois de 21 anos.

Nota: 5 popcorns. Eu gostei demais desse filme, achei merecidas as indicações e as vitórias dos diversos prêmios da temporada, mesmo querendo dar empate do Oscar de Melhor Atriz para Jennifer Lawrence (que levou) e Jessica Chastain (A HORA MAIS ESCURA). 

Trailer com letrinhas!


Ficha técnica: 
título original: Silver Linings Playbook
ano de lançamento: 2012
direção: David O. Russell
roteiro: David O. Russel, baseado em livro de Matthew Quick
produção: Bob e Harvey Weinstein
música: Danny Elfman
fotografia: Masanobu Takayanagi
direção de arte: Judy Becker
figurino: Mark Bridges
edição: Jay Cassidy
elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver, Chris Tucker, Julia Stiles

Xuxuzinhos,

espero que estejam gostando dos posts. Aguardo sugestões de filmes e comentários de vocês.

bjoks e sonhem com Bradley Cooper, claro!

14.8.13

A torcida por um assassino

Carinha de anjo
Estranho o título desse post? Mas, é exatamente esse o comportamento que eu tenho em relação a Dexter Morgan, o personagem do fofo Michel C. Hall na série DEXTER.

Muita gente já tinha me dito que a série era boa e eu já tinha notado que Hall sempre está indicado nas premiações da TV (Globo de Ouro e Emmy, entre outras), mas nunca tinha me dado ao trabalho de ir atrás pra saber mais sobre a história.

Depois de várias conversas, meu amigo Wesley me convenceu a começar a assistir e hoje eu agradeço pela sua "insistência", pois estou cada vez mais apaixonada por esse perito de sangue da Polícia de Miami, que nas horas vagas trabalha como serial killer. É isso mesmo! O cara é o bom moço em todos os aspectos: trabalho, família, como se encaixar na sociedade... Mas, no seu código de ética de assassinato ele também tem princípios, todos eles passados por seu pai falecido, que entendeu desde cedo que o garoto era “diferente”. Vejam bem a carinha dele. Alguém acredita que ele é esse "monstro" que ele mesmo acha ser???

Michael C. Hall é um ator brilhante que transforma Dexter naquele vizinho tranquilo e bacana que mora
Quem conhece entende esse plástico
ao lado, mas que guarda seus segredos como todo mundo.  Eu já tinha reparado em seu talento em alguns episódios de Six Feet Under, uma série produzida pela HBO 
até 2005 que acompanha a vida de uma família proprietária de uma funerária, história muito premiada durante suas cinco temporadas. Tanto que ganhou o Globo de Ouro e o SAG Awards em 2010 como melhor filme de série dramática. 

A forma como DEXTER é conduzida, com as falas corriqueiras se encaixando nos pensamentos do serial killer e narrador Dexter é “do caramba” e traz a sacada de humor que deixa a história leve (na medida do possível, mesmo com aquele sangue todo) e envolvente. O elenco também é ótimo com destaque para a irmã de Dexter, a detetive Debra Morgan (Jennifer Carpenter), uma moça que as vezes mostra ser tão frágil, mas que é uma leoa de boca suja. Inclusive, os dois foram casados fora das câmeras por dois anos (TMZ baixou aqui na blogueira. Vida das celebs!).

De verdade, eu nunca achei que seria possível me apaixonar mais por outra série fora “Friends”, “Grey’s Anatomy” ou “Brothers & Sisters”, mas DEXTER está com certeza na minha lista das melhores. Maridinho e eu ainda estamos na quarta temporada, mas já ouvi gente dizer que da sexta pra frente eu não vou conseguir ficar nenhum dia sem assistir. Não vejo a hora!

Elenco principal da primeira temporada
Nota: 5 popcorns. Eu sei que as notas são só para filmes, mas DEXTER tem que ser exceção, minha gente!

Bjoks!

30.9.11

Dia 365 - Filme 365 - Os Goonies


Olá, tchuqui-tchuquis

Última sexta-feira do 365Pipocas, dia da criançada, mas ainda não vou me despedir por enquanto. Escreverei essa crítica como se fosse uma sexta-feira normal e depois vem mais um post de agradecimentos e choradeira.

Um grupo de garotos que se intitulam Os Goonies estão despedindo-se de Astoria (Oregon, EUA) porque suas casas serão compradas e demolidas para a construção de um campo de golfe. Revoltados com isso, Mickey (Sean Astin, o Sam de "O Senhor dos Anéis"), Bocão (Corey Feldman), Dado (Jonathan' Ke Huy Quan) e Gordo (Jeff Cohen) querem achar uma solução para que as casas não sejam vendidas e que eles não tenham que deixar a cidade.

Acompanhados pelo irmão de Mickey, Brand (Josh Brolin, de Milk - A Voz da Igualdade), o grupo sobe até o sótão onde o Sr. Walsh, pai de Mickey e Brand, guarda coisas antigas vindas de museu. Lá, os garotos encontram um mapa que remete a uma antiga lenda de que perto dali existe um navio cheio de ouro que pertenceu ao Pirata Willy, O Caolho.

Os garotos dão um jeito de despistar Brand e saem para a caça ao tesouro. O problema é que o mapa indica que o lugar onde é o começo da trilha fica exatamente embaixo de um restaurante abandonado. Vocês podem pensar que isso não é problema algum, mas o restaurante é o esconderijo dos Fratelli, uma quadrilha de italianos que resolvem tudo a base de tiros.

Aos Goonies se juntam Andy (Kerry Green) e Steph (Martha Plimpton) e todos, com exceção do Gordo que fica para chamar a polícia, entram no túnel embaixo do restaurante e começam a percorrer a trilha. Os Fratelli descobrem tudo e vao atrás dos garotos e todos percorrem passagens subterrâneas e enfrentam várias armadilhas colocadas por Willy, até chegarem ao esperado navio pirata.

O filme é TUUUUUDO de bom, tem todos os elementos para prender a criançada, pelo menos da minha época. Piratas, bandidos, grupo de crianças destemidas, esperança de que tudo vai dar certo e um monstrengo com o coração de ouro. Armadilhas mirabolantes, mapas do tesouro, navio pirata com "andar sobre a prancha"... Quem é que não gosta?

Claro que assistindo mais uma vez, a gente percebe o quanto a produção era tosca e o número infinito de erros de continuidade. Mas, quem vai perceber isso quando se é criança? Eu adorava!!!!!!

"Os Goonies" é o filme da minha casa. Não do meu lar atual, mas da casa dos meus pais. Todo mundo, inclusive a minha mãe que gosta de filmes, mas não é muito vidrada em escolher um preferido, idolatra esse filme como O filme da família Guimarães Barros. Sem exageros, eu devo ter assistido a "Os Goonies" umas mil vezes. E sempre me divirto em todas elas. Meu pai, minhas irmãs e eu sabemos as falas de cor e até quando era hora de entrar os comerciais da Globo, já que a fita VHS lá de casa era gravada da TV.

Nota: 5 popcorns. Filme que eu espero mostrar para os meus filhos e que eles não digam: Mãe, que besta tudo isso aí. Dedos cruzados!!!!!!

Para quem ama "Os Goonies" como eu, lembra bem da música da colorida Cindy Lauper, "The Goonies R Good Enough".



Ficha técnica:
título original: The Goonies
ano de lançamento: 1985
direção: Richard Donner
produção: Richard Donner, Harvey Bernhard
edição: Chris Columbus
história: Steven Spielberg
música: Dave Grusin, Cyndi Lauper
edição: Michael Kahn
elenco: Sean Astin, Josh Brolin, Jeff Cohen, Corey Feldman, Kerri Green, Martha Plimpton, Jonathan Ke Quan, Anne Ramsey

Queridões,

daqui a pouco o post final do primeiro ano do 365Pipocas. Aguardem!

bjoks




29.9.11

Dia 364 - Filme 364 - Orgulho e Preconceito


Olá, amados meus

Hoje, quinta-feira, dia de choradeira aqui nesse blog e escolhi, como último filme da categoria o meu drama favorito em toda a história desse país, ops, cinema. A primeira vez que eu vi "Orgulho e Preconceito" foi no mesmo dia em que terminei de ler o livro homônimo de Jane Austen. Quando acabei de ler a última linha do livro, peguei as chaves do carro e fui até a locadora, e isso já tem um tempão e até hoje não me canso de jeito nenhum desse filme. Assistindo hoje foi como se estivesse vendo-o pela primeira vez. Emocionante!!!!

A família Bennet é composta pelo Sr. e a Sra. Bennet e suas cinco filhas: Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan). Vivendo na Inglaterra do fim do século XVIII, eles frequentam a sociedade, participando de bailes e jantares, na esperança de que cada uma das moças conquiste um bom rapaz e arranje um casamento vantajoso.

Com a chegada do Sr. Bingley, sua irmã Caroline e o Sr. Darcy (Matthew Macfadyen), pessoas riquissimas e membros da alta sociedade de Londres, a Sra. Bennet fica histérica e tenta de todas as maneiras que sua bela Jane case-se com o Sr. Bingley. Os dois começam a se gostar imediatamente, diferente de Elizabeth e o Sr. Darcy, que trocam farpas assim que se conhecem.

Com o passar do tempo, mudanças de rotina e alterações de ares, o Sr. Darcy e Elizabeth desenvolvem um grande amor, inesperado pelos dois, mas tão acertivo que parecia escrito desde o começo.

Não é possível contar toda a história, já que eu achei o filme bem fiel ao livro. Os diálogos são a coisa mais linda de se ouvir, especialmente quando as juras de amor saem dos lábios tímidos e contidos do Sr. Darcy, com aquela voz mais linda do mundo. Eu nem sou fã da Keira Knightley, mas como Elizabeth Bennet ela está perfeita, como descrita no livro, uma jovem esperta, de língua afiada e não tão bonita como sua irmã Jane.

É inexplicável a quantidade do meu amor por esse filme. Tudo é lindo! As coisas vão acontecendo para que Elizabeth e o Sr. Darcy fiquem juntos na hora certa e eu amo os dois atores juntos ou separados. As locações utilizadas no filme são lindíssimas e música tema é perfeita e tocada nos momentos certos de paixão. Donald Sutherland, pai do Jack Bauer, também está ótimo como o Sr. Bennet, aguentando as loucuras de sua mulher, que de tão irritante, chega a ser mal-educada.

"Orgulho e Preconceito" foi indicado a quatro Oscar: Melhor Atriz (Keira Knightley), Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte.

Nota: 5 popcorns. Amo com todas as minhas forças, mas já parei de chorar com o lindo final. ;)

Trailer com letrinhas. Iupi!!!!!!



Ficha técnica:
título original: Pride & Prejudice
ano de lançamento: 2005
direção: Joe Wright
roteiro: Deborah Moggach, baseado em livro de Jane Austen
produção: Tim Bevan, Eric Fellner e Paul Webster
música: Dario Marianelli
fotografia: Roman Oshin
direção de arte: Nick Gottschalk e Mark Swain
figurino: Jacqueline Durran
edição: Paul Tothill
elenco: Keira Knightley, Matthew Macfadyen, Donald Sutherland, Judi Dench, Talulah Riley, Rosamund Pike, Carey Mulligan

Xuxus,

amanhã é o último dia do primeiro ano do 365Pipocas. Dá pra acreditar? Eu também não acredito! Passou muito rápido. Mas, não vou começar a escrever mais sobre isso agora. Só amanhã.

bjoks e sonhem com o Rodrigo Santoro! Lindoooooooooooo

Dia 363 - Filme 363 - Guerra nas Estrelas - Uma Nova Esperança


Olá, guerreiros das galáxias ;)

Última quarta-feira do maridinho aqui no blog e ele me deu um presente tão legal pra assistir: Guerra nas Estrelas - Episódio IV - Uma Nova Esperança. Acho que eu tava com tanto medo do que ele ia aprontar na última semana que até agora não acredito que ele foi bonzinho comigo. Valeu, amore!

Gente, eu vou confessar uma coisa pra vocês que até fico com vergonha de revelar: o primeiro filme que eu vi da saga "Star Wars" foi o número um cronologicamente, ou seja, "A Ameaça Fantasma"!!!!! Até eu entrar na faculdade em 1999, eu nunca tinha visto nenhuma cena das histórias de Luke Skywalker, dos Jedis e de Darth Vader. E lembro até hoje que fui com o pessoal da faculdade para a estréia do episódio I e o maridinho, que já era louco por mim ;) foi quem me contou toda a história de cada personagem. Claro que, depois que nós começamos a namorar, ele assistiu comigo todos os primeiros filmes - episódios IV, V e VI.

No episódio IV, Darth Vader, o líder do Império Intergalático, captura a nave da senadora Princesa Léia (Carrie Fisher), pois ela está tramando contra o Império e faz parte da Aliança Rebelde, que luta contra as forças do malvadão de preto. Sabendo que vai ser presa, Léia grava uma mensagem no andróide R2-D2 para Obi-Wan Kenobi (Alec Guiness). O dróide e seu amigo C-3PO (Anthony Daniels) fogem da nave e caem no planeta Tatooine, onde são capturados e vendidos para Owen Lars e seu sobrinho Luke Skywalker (Mark Hamill).

Luke descobre a mensagem em R2-D2 e lembra-se de um ermitão que vive na região conhecido como Ben Kenobi. Com a ajuda e R2-D2 e C-3PO ele encontra o velho Ben que revela ser ele Obi-Wan Kenobi, antigo Jedi que lutou com o pai de Luke nas Guerras Clônicas. Vendo o pedido de ajuda de Léia, Kenobi decide ir até Alderan (onde estão os rebeldes) e Luke e os dróides o acompanham.

Para chegar até Alderan, eles têm que conseguir um piloto que os leve até lá. Em Mos Eislei eles contratam Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca e viajam até Alderan na nave Millenium Falcon (uma lata-velha que voa que é uma beleza, segundo Solo).

Enquanto Obi-Wan ensina a Luke as técnicas da "Força", "campo de energia criado por todas os seres vivos, que nos cerca, nos permeia e mantém a galáxia unida", segundo o velho Jedi, Léia é torturada por Darth Vader na Estrela da Morte, arma construida pelo Império para destruir o que aparecer pela frente. Vader ameaça destruir Alderan, mas com informações gravadas por Léia em R2-D2, os rebeldes conseguem armar um plano para destruir de uma vez por todas a Estrela da Morte.

Eu já cansei de falar aqui que não sou fã de filmes de fantasia, com exceção de "O Senhor dos Anéis". E agora revelo que também tenho a exceção para a saga "Guerra nas Estrelas". Eu não sei explicar o que é, mas os filmes de George Lucas são extremamente interessantes, talvez pela profundidade das relações dos personagens, ou mesmo pelo suspense que ele criou ao lançar os episódios IV, V e VI primeiro e depois contar o início da história. Gosto muito dos Jedis, seres serenos e sábios que mostram o quanto é importante a tolerância e a paciência para encontrar o caminho certo em todas as situações. Nesse filme, os Jedi não têm muito espaço, sendo representados apenas por Obi-Wan, mas já dá pra ter um gostinho do que vem pela frente nos outros filmes.

Além disso, a trilha sonora de John Williams é uma das mais famosas da história do cinema. O maridinho gosta tanto de "Guerra nas Estrelas" que a música que ele entrou na igreja no nosso casamento foi o tema final do episódio IV, quando Luke, Han Solo e Chewbacca são condecorados pela Princesa Léia. E ficou ótimo! Fã é fã mesmo!

"Guerra nas Estrelas - Episódio IV - Uma Nova Esperança" ganhou os Oscar de Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhores Efeitos Especiais, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e um Oscar especial a  Ben Burtt, pelo seu trabalho junto aos efeitos sonoros do filme. Recebeu indicações da Academia por Melhor Filme, Melhor Diretor (George Lucas), Melhor Ator Coadjuvante (Alec Guiness) e Melhor Roteiro Original.

Nota: 5 popcorns. Clássico de todos os tempos, obrigatórios para todos os fãs de cinema. Nem que seja pra opinar sobre eles depois.

Não trouxe o trailer, mas a cena onde rola a música do casamento do maridinho. A música é linda mesmo!



Ficha técnica:
título original: Star Wars
ano de lançamento: 1977
direção e roteiro: George Lucas
produção: Gary Kurtz
música: John Williams
fotografia: Gilbert Taylor
direção de arte: Leslie Dilley e Norman Reynolds
figurino: John Mollo
edição: Richard Chew, Paul Hirsch e Marcia Lucas
elenco: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Peter Cushing, Alec Guiness

Jedis do meu core,

nessa quinta é o último dia de "Drama já basta a vida" aqui no primeiro ano do 365Pipocas. Filme que eu aaaaammmooooo de paixão.

bjoks

28.9.11

Dia 361 - Filme 361 - O Fabuloso Destino de Amélie Poulain



Olá, meus queridos

Na última segunda-feira do 365Pipocas, tive que assistir a uma comédia que eu amo demais e que já está na minha estante há muuuuito tempo. Várias pessoas me pediram para ver esse filme durante todo esse ano do blog, mas eu resisti e deixei especialmente para a última semana.

"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" conta a história de Amélie (Audrey Tautou), uma moça que vive em Paris, especificamente no bairro de Montmartre e trabalha no Café des Deux Moulins como garçonete. Ela é uma garota sonhadora e bondosa, que, num belo dia, resolve mudar o mundo fazendo coisas boas para as pessoas que merecem.

Amélie tem ao seu redor vários núcleos de pessoas. Cada um deles têm suas características distintas e personagens únicos. No trabalho, ela convive com Suzanne, a dona do café; Gina, a outra garçonete que vive perseguida pelo seu ex-namorado, Joseph, que depois passa a correr atrás de Georgette, a hipocondríaca. Em seu prédio, Amélie desenvolve uma bela amizade com o pintor Dufayel, um homem que vive enclausurado por ter "ossos de vidro"; Lucien, o rapaz que faz entregas da mercearia e ama a princesa Diana; e Madeleine, a zeladora do prédio. E ainda tem o pai de Amélie, um médico aposentado, meio desligado da vida, que tem como amigo seu anão de jardim.

Um dia, o mundo de Amélie se transforma quando ela conhece o belo jovem Nino, um rapaz diferente de todos que ela já viu, que gosta de colecionar fotografias tiradas por pessoas desconhecidas em máquinas instantâneas. Os dois entram em uma dança de conquista e Amélie usa técnicas muito divertidas e misteriosas para agarrar o rapaz.

Para mim, "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" é um conto de fadas dos tempos modernos. Assistir ao filme é como observar pinturas criadas para cada cena. A fotografia é uma coisa surpreendente e não me recordo de ter visto em outro filme de forma tão importante para a história. Os personagens são uma doçura, especialmente Amélie, que é uma criatura tão perfeita que eu torço pra que um dia alguém grite e revele que ela existe de verdade. Com certeza, o mundo seria bem melhor.

Nota: 5 popcorns. É o filme que eu mais amo em toda a história do cinema. Número 1 da minha lista, com certeza!

Trailer em francês, mas com letrinhas. ;)



Ficha técnica:
título original: Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
ano de lançamento: 2001
direção: Jean-Pierre Jeunet
roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
produção: Jean-Marc Deschamps
música: Yann Tiersen
fotografia: Bruno Delbonnel
direção de arte: Volker Schäfer
figurino: Madeline Fontaine e Emma Lebail
edição: Hervé Schneid
elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Yolande Moreau

Queridos,

espero que gostem de Amélie como eu.

bjoks



27.9.11

Dia 360 - Filme 360 - Pequena Miss Sunshine



Olá, bonitos e bonitas

No domingo, último domingo do primeiro ano do 365Pipocas, tive que escolher uma das comédias que eu mais amo, que já vi milhões de vezes e que me fez rir em todas essas milhões de vezes: Pequena Miss Sunshine. Quero aproveitar para dedicar esse filme à minha amiga Andressa que pediu várias vezes que eu assistisse a esse filme aqui no blog. Amiga, agora você entende porque eu não vi antes, né? Última semana tem que ser especial.

Olive Hoover (Abigail Breslin) é uma garotinha bonitinha, mas desengonçada que sonha em ser Miss. Ela vive com seu pai Richard (Greg Kinnear), um cara que criou um programa de auto-ajuda que é um fracasso; sua carinhosa mãe Sheryl (Toni Collette), seu irmão Dwayne (Paul Dano), um adolescente que odeia todo mundo e sonha em ser piloto de avião; e seu avô Edwin (Alan Arkin), que mora com a família porque foi expulso de um asilo por usar heroína. Para completar a loucura da casa, Sheryl recebe seu irmão Frank (Steve Carrell), um conceituado estudioso de Marcel Proust, que tentou se matar e por isso precisa de companhia.

A família toda tem que viajar de Albuquerque, Novo México até Redondo Beach, Califórnia para levar Olive para participar de um concurso de Miss para crianças, chamado Little Miss Sunshine. Como ninguém tem grana para bancar a viagem para a família toda, os seis viajam em uma Kombi amarela bem antiga e usada.

A viagem de três dias é acompanhada de dentro da Kombi, mostrando as conversas entre os membros da famílias, suas aspirações, fracassos, tristezas e sonhos. As cenas são uma graça e muito boas de se assistir. Os diálogos mostram o crescimento de cada membro da família, tanto individualmente, quanto coletivamente.

Li em vários lugares que as cenas foram gravadas na mesma sequência em que aparecem no filme. Julgo essa idéia brilhante, pois cada personagem começou a viagem pensando só em si  e com o passar do tempo, vão se tornando cada vez mais próximos e mais atentos às necessidades do outro. A cena em que todos eles sobem ao palco para acompanhar a apresentação de Olive no concurso de Miss comprova esse amor que surgiu na vida deles.

"Pequena Miss Sunshine" é um filme completo e delicioso de se ver. A construção de cada personagem é perfeita e conseguimos nos identificar com cada um deles ao nosso modo. Os atores estão excelentes e fica até difícil destacar quem é melhor ou pior, num grupo onde todos solidificaram uma história que poderia muito bem ser real.

O filme ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e Melhor Ator Coadjuvante (Alan Arkin). Foi indicado ao prêmio de Melhor Filme e Melhor Atriz Coadjuvante (Abigail Breslin).

Nota: 5 popcorns. Tinha mesmo que ficar para a última semana! Recomendadíssimo!!!!!!!!!




Ficha técnica:
título original: Little Miss Sunshine
ano de lançamento: 2006
direção: Jonathan Dayton, Valerie Faris
roteiro: Michael Arndt
produção: Albert Berger, David T. Friendly, Peter Saraf, Marc Turtletaub e Ron Yerxa
música: Mychael Danna e Devotchka
fotografia: Tim Suhrstedt
direção de arte: Alan E. Muraoka
figurino: Nancy Steiner
edição: Pamela Martin
elenco: Abigail Breslin, Greg Kinnear, Toni Collette, Steve Carrell, Paul Dano, Alan Arkin

Xuxuzinhos,

daqui a pouco a crítica de segunda. Comédia por aqui!!!!!

bjoks

26.9.11

Dia 358 - Filme 358 - Procurando Nemo


Olá, queridões!

Pois é, minha gente, entramos na nossa última semana do blog 365Pipocas, mas não vou começar a fazer os agradecimentos agora não, se não, já vou começar a chorar.

Passei o ano inteiro guardando os melhores filmes pro final do blog. Então, nessa sexta-feira, eu revi pela milésima vez o desenho que eu mais amo de todos os tempos: Procurando Nemo.

Não tem explicação como eu gosto dessa história dos sete mares. O peixe-palhaço Marlin vive com seu filho Nemo em uma anêmona do mar. Marlin é superprotetor, desde o nascimento do filho que tem uma nadadeira deficiente, pois quando ainda era um ovinho foi atacado por um tubarão.

No primeiro dia de aula de Nemo, ele entra numa discussão com seu pai que não confia nele e o pequeno acaba capturado por um mergulhador e levado para ninguém sabe onde. Desesperado, Marlin sai em busca de Nemo e sem a menor idéia por onde começar encontra Dory, uma "peixa" cirurgiã-patela que sofre de perda de memória recente, mas que tem um coração enorme e que resolve ajudar o peixe-palhaço a encontrar seu filho.

Enquanto Nemo é levado para um aquário e será o presente de aniversário da menina Darla (assassina de peixes inocentes), Marlin e Dory encontram todo tipo de animais em sua busca. Tubarões vegetarianos, um peixe elétrico, águas-vivas terríveis, um grupo de tartarugas que parecem saídas de uma música de reggae e uma baleia enorme, mas amiga. O mar inteiro fica sabendo da procura de Marlin, e Nemo, com seus amigos do aquário, bola um plano para que ele possa reencontrar seu pai.

Eu aaaaaaaammmmmooooo de paixão esse desenho. Me divirto do mesmo jeito todas as vezes que assisto e me impressiono com a criatividade e a capacidade técnica da Pixar ao criar um mundo enorme como esse oceano perfeito e cheio de detalhes. Dory tinha que ganhar um Oscar por melhor atriz coadjuvante em um desenho, tamanha é a sua bondade, seu companheirismo e sua técnica exclusiva em falar "baleês", mesmo não sabendo quem é Nemo após uma hora e meia de filme. "Nemo??? Que nome legal!". Pra mim ela é o melhor do desenho todo.

O DVD já faz parte da minha estante há muito tempo, mas estava lacrado para essa sexta-feira tão especial. E é engraçado que todo desenho que eu assisto eu digo: pode até ser bom, mas não é nenhum "Procurando Nemo", ehehehehe.

"Procurando Nemo" ganhou o Oscar de Melhor Animação e ainda concorreu às estatuetas de Melhor Trilha Sonora, Melhor Roteiro Original e Melhor Edição de Som.

Nota: 5 popcorns. Com certeza é o meu desenho favorito. Tô pensando até em fazer meu aniversário do ano que vem temático. O que vocês acham? "Oi, eu sou a Dory!".

Pena que o trailer é sem legendas. Mas, já dá pra ver o quanto o filme é ótimo!



Ficha técnica:
título original: Finding Nemo
ano de lançamento: 2003
direção: Andrew Stanton
roteiro: Andrew Stanton
produção: Graham Walters
música: Thomas Newman
edição: David Ian Salter
vozes: Albert Brooks, Ellen DeGeneres, Alexander Gould, Willem Dafoe, Geoffrey Rush, Brad Garret, Joe Ranft, Allison Janney

Criançada,

daqui a pouco a crítica de sábado. Filme brasileiro, êba!

bjoks

25.9.11

Dia 354 - Filme 354 - Melhor é impossível


Olá, minha gente!

Segunda-feira é dia de comédia aqui no 365Pipocas e aproveitei para rever um clássico desse gênero, aproveitando que estamos na reta final aqui do blog: Melhor é Impossível.

Eu me lembro direitinho de ver a cerimônia do Oscar em 1998, quando Jack Nicholson e Helen Hunt ganharam as estatuetas para os prêmios de atores principais nesse filme. Não consigo esquecer a cara de tacho da Kate Winslet que perdeu o troféu para Helen e não acreditava que aquilo seria possível. Acho que depois de ver sua própria cara nos telões, ela melhorou um pouco sua postura frente às câmeras. Vergonhoso, Kate.

"Melhor é Impossível" é daquelas comédias que não dá pra não gostar. Melvin Udall (Jack Nicholson) é um escritor famoso de romances femininos que vive em Nova Iorque. Ele sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (lava as mãos sempre com sabonetes novos; tranca e destranca a porta várias vezes antes de fecha-la definitivamente; e não pisa em linhas nas calçadas) e pelo fato de ainda ser racista e homofóbico, não tem amizades ou qualquer contato desnecessário com a população mundial. O único lugar onde se sente seguro é em sua casa, mas também gosta de comer em um restaurante onde trabalha a garçonete Carol Connely (Helen Hunt), uma das poucas pessoas que entendem o comportamento maluco de Melvin.

Quando o vizinho gay de Melvin, Simon Bishop (Greg Kinnear) é atacado por assaltantes e tem que passar um tempo no hospital, seu namorado Frank Sachs (Cuba Gooding Jr.) deixa aos cuidados de Melvin o pequeno cachorrinho de Simon, Verdel. Relutante no começo, Melvin cai de amores por aquela criaturinha fofa e esperta e sua vida muda até o dia em que tem que devolvê-lo a Simon.

Carol também é ajudada por Melvin que contrata um médico e uma enfermeira para o filho dela para que ela possa voltar a trabalhar e servi-lo no restaurante diariamente, já que alterações na sua rotina o deixam transtornado.

Quando Simon precisa ir até Baltimore para pedir dinheiro emprestado aos seus pais, Melvin vai com ele e convida Carol para fazer companhia aos dois, já que o escritor tem medo de que o amigo esteja interessado nele. Nessa viagem, Melvin não mede as palavras e distribui comentários sem-noção a respeito da vida de Carol e Simon e só por um milagre ele vai ter alguma chance de vê-la de novo depois disso.

Eu amo "Melhor é impossível". Não se trata daquelas comédias apelativas e sem-graça de hoje em dia, onde tudo é relacionado a sexo e drogas para se tornar engraçado. O filme é criativo, inteligente, divertido e apaixonante, mesmo aguentando todas as mal-criações de Melvin. Eu gosto de tudo nesse filme: atores, cachorro, música, roteiro, direção. Recomendadíssimo!

Além dos prêmios para atores, o filme concorreu ao Oscar nas categorias de melhor filme, melhor ator coadjuvante (Greg Kinnear), melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor edição.

Nota: 5 popcorns. Já vi mil vezes e não me canso mesmo!

Trailer com legendas, iupiiiiiii!



Ficha técnica:
título original: As Good As It Gets
ano de lançamento: 1997
direção: James L. Brooks
roteiro: Mark Andrus e James L. Brooks, baseado em estória de Mark Andrus
produção: James L. Brooks, Bridget Johnson e Kristi Zea
música: Hans Zimmer
fotografia: John Bailey
direção de arte: Philip Toolin
figurino: Molly Maginnis
edição: Richard Marks
elenco: Jack Nicholson, Helen Hunt, Greg Kinnear, Cuba Gooding Jr.

Lindões,

agora eu vou dormir. Amanhã continuo as críticas, ok? Boa noite!

bjoks


Dia 353 - Filme 353 - Titanic


Olá, meus xuxus

Como vocês sabem estamos cada vez mais perto do fim desse um ano de filmes aqui no 365Pipocas e eu não poderia deixar de lado um clássico filme clichê que levou James Cameron ao topo do mundo ao arrebatar 11 Oscar, incluindo Melhor Filme, Diretor, Edição, Fotografia e Canção Original.

Eu não consigo me lembrar de ninguém que nunca viu inteiro ou pelo menos uma parte de "Titanic". O filme que até pouco tempo atrás era o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos é conhecido nos quatro cantos desse mundo, embalado sempre pela música-mais-chiclete do cinema, "My Heart Will Go On", na voz de Celine Dion.

O filme conta a história do grande naufrágio do Titanic em 1912. O navio que "não afundaria nunca" partiu de Londres no dia 10 de abril daquele ano em direção a Nova Iorque, levando a bordo todo o tipo de pessoas, animais, carros e cargas. Dentre eles, o casal central do filme está presente em duas classes sociais distintas: Rose DeWitt Bukkater (Kate Winslet) está a bordo com sua mãe Ruth e seu noivo, o esnobe e perigoso Caledon Hockley (Billy Zane); enquanto a outra perna do casal, Jack Dawson (Leonardo Di Caprio), um pobretão que ganhou a passagem num jogo de cartas, está no Titanic com seu amigo Fabrizio.

Jack e Rose se conhecem em uma situação extrema. Ela quer se jogar da popa do navio já que não suporta a idéia de ter que se casar por dinheiro para salvar a reputação da família. Jack a salva e começa a fazer parte da vida rica dela, quando é convidado a participar de um jantar na ala dos milionários do Titanic.

Finalmente, os dois se apaixonam e contra tudo e todos querem viver esse amor para sempre. Mas, eles não contavam com a fúria de um certo iceberg que estava no caminho do navio indestrutível. Em quase três horas, o Titanic afundou na madrugada do dia 15 de setembro, deixando 1523 mortos, pois o navio não tinha botes suficientes para todos.

Jack e Rose não existiram na vida real, mas o filme é recheado com vários personagens que realmente existiram. Além disso, James Cameron fez questão de reviver cenas exatamente como capturadas em fotos encontradas nos escombros do Titanic.

Eu sei que tem gente que detesta esse filme, acha clichê e cansativo. Mas, eu adoro assistir a história de amor que durou mesmo após um naufrágio desse porte. Jack e Rose são uma fofura juntos e a grandeza do filme faz com que nos apaixonemos mais ainda por essa história. Sei várias falas de cor e morro de rir de várias situações absurdas e da enorme quantidade de erros de continuidade distribuídos ao longo dos 194 minutos de projeção.

Nota: 5 popcorns. Tudo de bom!!!!!!! Diversão pura, eheheehehe.

Trailer sem letrinhas. :(



Ficha técnica:
título original: Titanic
ano de lançamento: 1997
direção e roteiro: James Cameron
produção: James Cameron e John Landau
música: James Horner
fotografia: Russell Carpenter
direção de arte: Martin Laing e Bill Rea
figurino: Deborah Lynn Scott
edição: Conrad Buff IV, James Cameron e Richard A. Harris
elenco: Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Billy Zane, Frances Fisher

Ai, ai, lindo demais! Daqui a pouco a crítica de segunda-feira. Dia de comédia por aqui.

bjoks