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10.2.12

Filme: Meia-noite em Paris (Midnight in Paris)

Poster oficial do filme
Salud, cherries!

Em clima francês, continuo a corrida para postar todos os indicados ao Oscar 2012 de Melhor Filme. E esse ano temos uma obra de Woody Allen entre os principais, fato que não ocorria desde (acho eu) "Hannah e Suas Irmãs" indicado em 1987.

Eu achava que não gostava dos filmes de Woody Allen e confesso que não vi muitos deles. Mas, por exemplo, "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e "Vicky Cristina Barcelona" eu vi aqui e aqui no 365Pipocas e achei bem legais. E já vi também "Poderosa Afrodite" e "Celebridades". Não me lembro bem das histórias desses, mas acho que gostei na época que vi.

E o que pensar de um filme passado em Paris durante a primavera, com locações em pontos turísticos belíssimos e um elenco muito afinado, mesmo contando com Owen Wilson, um ator difícil de gostar, na minha opinião????? Eu curti muuuuito!

Wilson vive Gil Pende, um escritor de roteiros de televisão que está em Paris para negócios e lazer com sua esposa Inez (Rachel McAdams, perfeitamente irritante) e seus sogros. Apaixonado pela cidade, Gil quer aproveitar o lugar para refrescar a cabeça e dedicar-se a finalizar seu livro, que ninguém sabe do que se trata muito bem. Mas, como a chata da noiva dele não entra na onda de "viver" Paris em sua plenitude, Gil resolve explorar a cidade solitariamente.

Um casal de épocas diferentes
E em seus passeios noturnos, que passam a ser cada vez mais longos, Gil conhece pessoas que nunca teria imaginado em toda a sua vida: Cole Porter, Ernest Hemingway, Pablo Picasso, Salvador Dalí, todos no auge dos anos 1920, a época de ouro da velha Paris. Pensem na loucura!!!! A cara de Woody Allen, é claro!

Além de poder ter seu livro corrigido por Gertrude Stein (Kathy Bates), uma famosa escritora americana, amiga de Hemingway, Gil ainda se apaixona por uma típica francesa dos anos 1920, a amiga-colorida de Picasso, Adriana (Marion Cotillard). E essa relação faz Gil questionar-se se a época atual não é boa o suficiente para que ele escolha permanecer nela ou "voltar" para a era de ouro de Paris.
"Meia Noite em Paris" é uma viagem total, como se a coisa mais simples do mundo fosse encontrar Pablo Picasso e discutir com ele um de seus últimos quadros, mesmo você sendo um habitante do século XXI. As locações de Paris são as melhores possíveis, coisa mais linda de se ver, jardins, palácios, o Rio Sena... E pra completar, um elenco muito bacana, mesmo com o chato Owen Wilson, que me surpreendeu, lembrando um pouco o non-sense do próprio Woody Allen em seus filmes em que atua.

O filme está indicado aos Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Direção de Arte. Venceu o Globo de Ouro de Melhor Roteiro e ainda concorreu ao SAG Awards de Melhor Elenco de cinema.

Nota: 4 popcorns. Divertido, com elenco afinado (tem até participação de Carla Bruni, a primeira-dama da França) e mais um filme de Woody Allen que eu gostei.

Trailer com letrinhas, êba, êba!


Ficha técnica:
título original: Midnight in Paris
ano de lançamento: 2011
direção: Woody Allen
roteiro: Woody Allen
produção: Letty Aronson, Stephen Tenenbaum e Jaume Roures
música: Stephane Wrembel
fotografia: Darius Khondji
direção de arte: Anne Seibel
figurino: Sonia Grande
edição: Alisa Lepselter
elenco: Owen Wilson, Rachel McAdams, Marion Cotillard, Kathy Bates, Adrien Brody

Amorecos,

a correria não acaba, mas, vou conseguir postar todos os filmes aqui. 

bjoks

3.2.12

Filme: O homem que mudou o jogo (Moneyball)

Cartaz do filme
Olá, meninas e meninos (principalmente as meninas, nesse caso)

Continua a minha corrida aqui no 365Pipocas para assistir e postar minha crítica a respeito de todos os indicados ao Oscar de Melhor Filme. E hoje é dia de "O homem que mudou o jogo" com o número 4 do meu Top Five, o cada vez mais charmoso Brad Pitt.

No filme, baseado em fatos reais, o lindão Brad interpreta Billy Beane, o mannager de um time pequeno de baseball que luta para se manter entre os grandes do esporte, mesmo com a grande diferença de orçamento que tem para comprar seus jogadores.

Com muito tempo na profissão, Billy está cansado da forma de contratação dos jogadores utilizada ano após ano junto com os olheiros do time. Ele quer algo mais, alguma coisa que revolucione a história do time e que de quebra, tire todo mundo do buraco do baseball.

O lance é que Billy encontra a solução pros seus problemas num cara que não tem nada a ver com o esporte, mas pelo menos tenta: Peter Brand (Jonah Hill), um jovem economista, formado em Yale que tem idéias diferentes para analisar a performance dos jogadores, explorando as estatísticas para contratar quem é melhor em cada posição.

Mesmo indo contra tudo o que já existiu no baseball, Billy contrata Peter como seu assistente e começa a montar o time para a temporada de 2002. Mas, claro, ele tem que enfrentar tanto a fúria dos olheiros que acham aquilo tudo uma baboseira quanto a do arrogante técnico Art Howe (Phillip Seymour Hoffman), que não aceita os palpites em "seu" time.

Pitt e Hill - os opostos se atraem
Além dos principais atores, destacam-se ainda Chris Pratt que faz um jogador que tem que mudar de posição no time, de acordo com as estatísticas de Peter; e a bonitinha Kerris Dorsey, que eu já amava na série Brothers & Sisters, fazendo o  papel da filha de Billy.

"O homem que mudou o jogo" vem colecionando indicações e prêmios em vários festivais e associações de críticos. Brad Pitt está em praticamente todas as listas de indicados a melhor ator e com razão, porque está perfeito no papel, maduro e cada vez mais seguro em cada interpretação. Claro que eu já tinha visto isso desde os tempos primórdios - Lendas da Paixão, Seven (visto aqui no blog), Os 12 Macacos, Clube da Luta, Snatch - Porcos e Diamantes, O Curioso Caso de Benjamin Button, Bastardos Inglórios etc, etc, etc... Uma pena que ainda não será reconhecido pela Academia, povo preconceituoso do cão.

No Globo de Ouro o filme recebeu quatro indicações: Filme de Drama, Ator, Ator Coadjuvante (Jonah Hill) e Roteiro. Não levou nenhum prêmio. No SAG Awards, concorreu aos dois prêmios de ator. Também não levou nenhum. No Oscar, além do prêmio principal, o filme ainda concorre nas categorias Melhor Ator (Brad Pitt), Ator Coadjuvante (Jonah Hill), Roteiro Adaptado, Mixagem de Som e Edição. Acho que não leva nenhum. Uma pena!

Nota: 4 popcorns. Um pouco cansativo porque tem um moooonte de regras e vocabulário do baseball, mas mesmo assim, agrada muito pelos personagens bem bacanas. E claro, Brad. Só por isso, já temos que assistir, né, meninas?



Ficha técnica:
título original: Moneyball
ano de lançamento: 2011

direção: Bennett Miller
roteiro: Steven Zaillian, Aaron Sorkin, baseados no argumento de Stan Chervin
produção: Brad Pitt, Michael De Luca e Rachael Horovitz
música: Mychael Danna
fotografia: Wally Pfister
direção de arte: Brad Ricker e David Scott
figurino: Kasia Walicka-Maimone
edição: Christopher Tellefsen
elenco: Brad Pitt, Jonah Hill, Robin Wright, Philip Seymour Hoffman, Chris Pratt, Kerris Dorsey

Amigas,

logo, logo, mais críticas dos indicados ao Oscar. Aguardem!

bjoks

2.2.12

Filme: Os Descendentes (The Descendants)

Cartaz de "Os Descendentes"
Olá, bonitos e bonitas

Como a corrida do Oscar já começou, eu também já comecei a minha para conseguir assistir a todos os indicados a Melhor Filme. Até agora já postei por aqui só "Histórias Cruzadas (The Help)" que até agora já venceu prêmios importantes que são termômetros pro Oscar: Globo de Ouro para Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer) que também venceu o SAG Awards na mesma categoria; o SAG também para Melhor Elenco de Cinema e Melhor Atriz para (Viola Davis), desbancando Meryl Streep (A Dama de Ferro) e Michelle Williams (Sete Dias com Marilyn), as favoritas na premiação.

Mas, como ainda temos tempo até o dia 26 de fevereiro, grande dia da Academia, vou postando os filmes indicados que já consegui assistir e mesmo os outros que não estão na categoria principal. Aguardem, logo, logo: Meia-Noite em Paris; Millenium - Os Homens que não amavam as Mulheres; Missão Madrinha de Casamento; A Árvore da Vida; O Homem que mudou o jogo; e outros mais.

Mas, vamos ao que interessa que é o que eu achei de "Os Descendentes". George Clooney, o coroa galã de 11 entre 10 mulheres da humanidade, vive Matt King, um advogado que tem a vida "perfeita": mora em uma ilha do Havaí, tem um emprego estável, esposa e duas filhas e é descendente de uma família que tem a última extensão de terra de mata virgem de todo o Havaí. Como Matt o responsável pelas decisões do que fazer com a terra, ele se torna um amado-odiado pelos primos urubus, mas podre de rico, caso aceite as ofertas de compra da terra.

George Cloney e Shailene Woodley são pai e filha
Mas, por trás da bela vida, vemos que nada é o que parece. Há 23 dias, Matt, sua filha Scottie (Amara Miller) e a filha mais velha Alexandra (Shailene Woodley) passam por um drama familiar: a esposa de Matt e mãe das garotas está em coma após um acidente de lancha.

Matt que nunca foi um pai presente se vê agora jogado aos leões, leia-se filhas. Scottie ainda é uma criança que tem esperanças de que sua mãe se recupere para cuidar dela; mas, Alexandra é uma adolescente rebelde que dá a maior canseira em Matt. Por conta de um segredo que ela lhe revela, os dois passam a ser comparsas, junto com o amigo dela Sid (um garoto meio bobão, mas muito coerente) na descoberta da verdadeira vida da esposa moribunda, enquanto Matt tem que decidir o que faz com a terra deixada por seus ancestrais.

Eu gostei muito de "Os Descendentes". A dificuldade de um pai em tratar dos problemas das filhas, a filha adolescente que perde a confiança na mãe e se rebela, a criança que não perde a fé de que tudo vai melhorar. Está tudo lá. É um filme verdadeiro, com uma história possivelmente crível e personagens tão tangíveis que poderiam estar na casa ao lado (se morássemos no Havaí, eheheh).

A família King e o agregado Sid
Mas, o que mais me impressionou não foi a interpretação do sempre perfeito George Clooney, mas a capacidade de Shailene Woodley de fazer o espectador odiá-la e amá-la ao mesmo tempo, torcendo para que ela ajude seu pai e sua irmã a sair do buraco, mesmo estando bem mais abaixo que eles. Nunca tinha visto essa atriz em outros filmes, mas ganha o meu voto de pelo menos Revelação do Ano. Ótima!

O filme recebeu cinco indicações ao Globo de Ouro, vencendo nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Ator de Drama (George Clooney). No SAG Awards, apenas recebeu indicações para Melhor Elenco e Melhor Ator, também para Clooney. Na premiação da Academia, no dia 26 de fevereiro, concorrerá a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Roteiro e Melhor Edição. Mas, acho que com as últimas premiações, deve levar apenas por roteiro. Palpite.

Nota: 4 popcorns. Filme tão real que poderia ser baseado em uma história verídica. Acho que foi totalmente coerente indicá-lo ao Oscar de Melhor Filme. Assistam!

Trailer legendado. Notem como Shailene é ótima!


Ficha técnica:
título original: The Descendants
ano de lançamento: 2011
direção: Alexander Payne
roteiro: Alexander Payne, Nat Faxon eJim Rash, baseados no livro de Kaui Hart Hemmings
produção: Alexander Payne, Jim Taylor e Jim Burke
fotografia: Phedon Papamichael
direção de arte: T.K. Kirkpatrick
figurino: Wendy Chuck
edição: Kevin Tent
elenco: George Clooney, Shailene Woodley, Amara Miller, Nick Krause

Xuxus,

espero que gostem da crítica. Aguardo os comentários de vocês.

bjoks

12.1.12

Filme: Histórias Cruzadas (The Help)

Olá, minha gente linda

Agora que me atentei que no próximo domingo já acontece a premiação do Globo de Ouro 2012 e só coloquei a crítica de UM filme que assisti entre os indicados. E na tentativa de postar aqui mais opiniões sobre os poucos filmes que eu já consegui assistir, vou falar hoje sobre "Vidas Cruzadas", uma história baseada no romance "The Help" da escritora americana Kathryn Stockett.

Todo mundo sabe que mesmo nos dias de hoje ainda existe muito preconceito nos EUA em relação aos afro-descendentes. Imaginem uma história que se passa durante a década de 1950, no Mississipi, onde não existem domésticas brancas ou patroas negras e as criadas não tinham nem o direito de usar o banheiro da "casa-grande", pois poderiam transmitir doenças às "branquelas" e suas famílias. E isso é só o começo.

Somem a isso tudo, a vontade da recém-formada jornalista Eugenia "Skeeter" Phelan (Emma Stone) de escrever algo que vai abalar as estruturas da literatura americana: a visão das domésticas em relação ao separatismo racial. Com a ajuda de Aibileen Clark (Viola Davis) e Minny Jackson (Octavia Spencer), duas domésticas que estão até o pescoço de tanto aguentar humilhações, Skeeter começa a organizar a revolução literária, tentando esconder tudo de todos, especialmente de sua amiga Hilly Holbrook (Bryce Dallas Howard), a mulher mais terrível, preconceituosa e racista de todos os tempos.

Emma Stone escreve sobre a visão das domésticas
"Histórias Cruzadas" foi classificado no gênero comédia-dramática. A história é densa, mas com vários toques de humor, especialmente nas cenas onde Aibileen e Minny estão juntas falando das maldades que têm vontade de aprontar com suas patroas. Além disso, outro destaque do filme é Celia Foote (Jessica Chastain), uma mulher branca que sofre com o "apartheid" da sociedade da cidade, por ter se casado com o ex-namorado de Hilly.

Eu gostei muito do filme, cheio de mulheres fortes e ao mesmo tempo que expõem seus problemas e fragilidades, durante um período tão duro da história dos EUA. Emma Stone vem chamando minha atenção há algum tempo, mesmo no bobo "A Casa das Coelhinhas", o engraçado "A Mentira" e no último filme que assisti com ela "Amor a toda prova", que vai pintar por aqui antes do Globo de Ouro. Em "Histórias Cruzadas", Emma complementa com muita competência as atuações de Viola Davis e Octavia Spencer que, na minha opinião, são as donas do filme. Bryce Dallas Howard está bem como a vilã da história, mas em vários momentos sua atuação ficou exagerada e soou falsa. Não conhecia Jessica Chastain, já que até hoje não assisti a "Árvore da Vida", filme vencedor do Festival de Cannes 2011, onde ela atua ao lado do número 4 do meu Top Five, Brad Pitt. Gostei muito de sua atuação e ela tem o meu aval para merecer a indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante.

"Histórias Cruzadas" foi indicado ao Globo de Ouro em cinco categorias: Melhor Filme de Drama, Melhor Atriz de Drama (Viola Davis), Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Chastain e Octavia Spencer) e Melhor Canção (The Living Proof).

Nota: 4 popcorns. Gostei mesmo e pretendo rever. Recomendado!

Trailer com legendas. :)


Ficha técnica:
título original: The Help
ano de lançamento: 2011
direção: Tate Taylor
roteiro: Tate Taylor, baseado em livro de Kathryn Stockett
produção: Michael Barnathan, Chris Columbus e Brunson Green
música: Thomas Newman
fotografia: Stephen Goldblatt
direção de arte: Curt Beech
figurino: Sharen Davis
edição: Hughes Winborne
elenco: Emma Stone, Viola Davis, Bryce Dallas Howard, Octavia Spencer, Jessica Chastain

Amores,

acho que até domingo, dia do Globo de Ouro, ainda consigo colocar os outros filmes que já assisti. Torçam aí, ok?

bjoks e sonhem com Rodrigo Santoro!!!!!!! Xuxu!!!!!

Atualização em 01/02/2012: Indicado ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Atriz (Viola Davis), Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer e Jessica Chastain). Venceu, em 29/01 os SAG Awards de Melhor Elenco de Drama, Melhor Atriz (Viola Davis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer).

5.1.12

Filme: Tudo pelo Poder (The Ides of March)


Olá, xuxus!

Depois de alguns meses, volto a escrever minhas humildes críticas a respeito dos filmes vistos por mim. Vamos ver se ainda tem alguém com paciência para ler as coisas que eu escrevo aqui ;)

Já tem uns dias que fui ao cinema com o maridinho para dar início às sessões dos filmes que estão começando a ser indicados nas premiações mais importantes da temporada de 2011. Dando uma olhada na lista do cinema, escolhi por começar com "Tudo pelo Poder", indicado a quatro Globos de Ouro 2012: Melhor Filme de Drama, Ator de Drama (Ryan Gosling, xuxuzinho, como sempre), Melhor Diretor (George Clooney) e Melhor Roteiro.

Confesso que tenho uma certa preguiça para filmes de política. É muita informação, muita falcatrua e muuuuita corrupção pro meu gosto. Mas, essa obra dirigida, escrita e estrelada pelo "galã dos galãs", George Clooney até que me agradou bastante.

No filme, Ryan Gosling (Namorados para sempre; Diários de uma paixão) é o assessor de imprensa, Stephen Meyers, que trabalha na campanha pela candidatura à presidência dos EUA do governador da Pensilvânia, Mike Morris (George Clooney). Meyers, que faz parte da equipe do experiente Paul Zara (Philip Seymour Hoffman), é cheio de ideais e princípios morais e acredita na causa proposta pelo governador, trabalhando com paixão pelo candidato que, na opinião dele, pode mudar o rumo do mundo.

George Clooney como Mike Morris
A história se passa durante a campanha preliminar para ganhar os votos dos delegados do partido Democrata no estado de Ohio. Morris tem que vencer ali para garantir a candidatura à presidência. O lance é que, como todos os filmes de política, nem tudo é o que parece.

A verdade é revelada através das relações de Meyers com outros envolvidos nas campanhas. Tom Duffy (Paul Giamatti) é o assessor do candidato oponente e, por saber de informações importantes para o rumo da campanha, quer Meyers trabalhando para eles. Ida (Marisa Tomei) é uma repórter política do The New York Times que tenta descobrir mais furos de reportagem a respeito do correto e preferido Morris. E a jovem Molly Stearns (Evan Rachel Wood), estagiária da campanha que esconde um segredo que muda a trajetória dessa história radicalmente.

Evan Rachel Wood vive uma estagiária na campanha
Não dá pra contar muito o que acontece na relação entre Meyes e Morris (sem spoilers, por favor!), mas é possível entender um pouco do filme quando compreendemos o título em inglês. The Ides of March é conhecido como o dia 15 de Março, associado ao dia em que Julio Cesar, o ditador romano, foi traído e morto em 44 a.C. após um complô liderado pelo seu grande amigo Marcus Junus Brutus.

Semelhante a alguns de seus filmes anteriores como diretor - "Confissões de uma Mente Perigosa" e "Boa Noite, Boa Sorte (já visto aqui no blog), Clooney mantém uma direção coesa e bacana. No fim do filme fiquei com uma sensação de que poderia ter um pouco mais de história, mas refletindo melhor, entendi que o galã finalizou na hora certa.

Nota: 4 popcorns. Filme de Clooney, com Clooney, Ryan Gosling, Paul Giamatti e Philip Seymour Hoffman não tem como dar muito errado, né? Recomendo.

Trailer legendado. Êba, êba!



Ficha técnica:
título original: The Ides of March
ano de lançamento: 2011
direção: George Clooney
roteiro: George Clooney e Grant Heslov, baseados na peça de Beau Willimon
produção: George Clooney, Grant Heslov e Brian Oliver
música: Alexandre Desplat
fotografia: Phedon Papamichael
direção de arte: Chris Cornwell
figurino: Louise Frogley
edição: Stephen Mirrione
elenco: George Clooney, Ryan Gosling, Marisa Tomei, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, Evan Rachel Wood

Lindões do meu core, já assisti a outros filmes indicados ao Globo de Ouro 2012. Logo, logo as críticas aparecerão por aqui.

bjoks

Atualização em 01/02/2012: Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original - George Clooney & Grant Heslov e Beau Willimon

16.12.11

Globo de Ouro 2012 - Indicados - Comédia/Musical

Oi, bonitões

Mais cedo coloquei pra vocês os trailers dos indicados a Melhor Filme de Drama no Globo de Ouro 2012. E como vocês sabem, essa premiação tem duas categorias para o prêmio máximo de filmes: os de Drama e os de Comédia ou Musicais. Então, agora apresento os trailers dessa outra categoria de Filme.

50/50


The Artist


Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids)


Meia Noite em Paris (Midnight in Paris)


Minha semana com Marilyn (My Week with Marilyn)


Então, xuxus, eu não assisti a nenhum desses filmes ainda, portanto, não tenho um favorito. Mas, vou logo pra locadora revistar pelo menos de "Meia Noite em Paris" ou "Operação Madrinha de Casamento" já estão disponíveis para locação.

bjoks e boa noite, já em clima de Natal (lá, lá, lá, lá, lá...)

Globo de Ouro 2012 - Indicados - Drama

Olá, xuxus!

Ontem foi divulgada a lista dos indicados ao prêmio Globo de Ouro 2012, o segundo prêmio americano mais importante do cinema, perdendo apenas pro Oscar e é considerado o termômetro do que pode acontecer na noite do prêmio da Academia.

Eu gostei da lista divulgada (confira no site oficial dos Golden Globes), apesar de não ter visto quase nenhum filme dela, eheheeheh. Mas, a torcida é grande.

Pra deixar mais interessante esse post, resolvi trazer o trailer dos indicados ao prêmio de Melhor Filme de Drama. São cinco concorrentes esse ano, sendo dois filmes com George Clooney (um deles como diretor), um filme de fortes mulheres, um com o número 4 do meu Top Five, Brad Pitt, um filme de família do diretor Martin Scorsese e o último, um filme de Steven Spielberg. Espero que gostem! Eu gostei muito dos escolhidos.

Os Descendentes (The Descendants)


Tudo Pelo Poder (The Ides of March)


Histórias Cruzadas (The Help)

O homem que mudou o jogo (Moneyball)


Hugo (Hugo)



Cavalo de Guerra (War Horse)

Pelos trailers, parecem que são filmes muito bons. Preciso assistir antes para começar a torcer pro meu favorito, mas, Brad sempre tem pontinhos na frente, não é meninas?

bjoks e depois vou trazer os trailers dos indicados a Melhor Filme/Musical.