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23.7.11

Dia 293 - Filme 293 - Encontro Explosivo


Olá, xuxus

Nessa quarta-feira, o maridinho resolveu apelar de vez e me pediu para assistir à sua musa do cinema, Cameron Diaz, em seu encontro com o charmosão Tom Cruise em "Encontro Explosivo". Eu relutei, disse que todo mundo que eu conheço e que teve coragem de assistir a esse filme não gostou de jeito nenhum, mas ele não deu trégua. E como ele manda na categoria "Meu marido indica", tive que aceitar a missão.

Cameron Diaz é June Havens, uma restauradora de carros antigos que um dia dá de cara com Tom Cruise, ou melhor, Roy Miller, um espião que faz de tudo para não deixar uma bateria super-poderosa e de carga eterna cair nas mãos do governo americano.

O encontro dos dois acontece no aeroporto e Roy usa June para passar a bateria pela alfândega, sem que ela saiba de nada. Por causa desse contato dos dois, o casal passa a ser perseguido e precisam ficar juntos para não serem mortos. Com inúmeras cenas mentirosas e absurdas, Roy e June viajam o mundo fugindo do agente federal Fitzgerald (Peter Sarsgaard) que tem que conseguir pegar a bateria.

Minha gente, não percam tempo com esse filme. Até tem umas cenas engraçadas e efeitos especiais muito bons, mas só vale mesmo para ver o belo sorriso de Tom Cruise.

Nota: 2 popcorns. Assistir uma vez já é demais.

Trailer sem dicionário. Êba, êba!



Ficha técnica:
título original: Knight and Day
ano de lançamento: 2010
direção: James Mangold
roteiro: Patrick O'Neill
produção: Todd Garner, Cathy Konrad, Steve Pink e Joe Roth
fotografia: Phedon Papamichael
direção de arte: Jeff Wisniewski e Greg Berry
figurino: Ariane Phillips
edição: Quincy Z. Gunderson e Michael McCusker
elenco: Tom Cruise, Cameron Diaz, Peter Sarsgaard, Paul Dano

Gatinhas e gatões,

na quinta revi um filme ótimo baseado em um livro que acabei de ler. Aguardem!

bjoks

18.7.11

Dia 287 - Filme 287 - Por amor


Olá, amorecos

Vou contar uma coisa pra vocês. O que a gente não faz para economizar uns trocados, não é mesmo? Na quinta-feira, resolvi usar aquele canal ótimo da TV a cabo e assisti gratuitamente ao filme de drama "Por Amor".

Não se iludam achando que a história é a de uma mãe que troca seu bebê vivo pelo bebê morto da própria filha para que ela não sofra. Confesso que teria sido bem mais interessante com Regina e Gabriela Duarte.

"Por Amor" acompanha a vida de duas famílias arrasadas por crimes terríveis. Walter (Ashton Kutcher) é um rapaz de 24 anos (!) que vive com sua mãe e sua sobrinha após o estupro e morte de sua irmã gêmea. Linda (Michelle Pfeiffer) teve seu marido assassinado e cria seu filho deficiente auditivo trabalhando como organizadora de casamentos.

Walter tem sede de justiça e acompanha diariamente o julgamento do possível culpado pela morte de sua irmã, enquanto Linda sofre com o comportamento rebelde de seu filho adolescente. Os dois acabam se envolvendo, cada um sendo o suporte para o outro conseguir sobreviver à dor da perda.

Minha gente, pensa num tempo perdido assistindo a esse filme!!! Nossa, interpretações fraquíssimas, até mesmo de Ashton Kutcher, de quem eu sempre gosto. Mas, vamos combinar - ele ta achando que convence como um jovem de 24 anos, meio tímido e deslocado do mundo? Passou longe. E nem precisa falar de Michelle Pfeiffer que para não fugir da fama, continua com uma interpretação forçaaaaada.

Nota: 2 popcorns. Só compensa mesmo pela carinha sempre linda de Ashton Kutcher. Só mesmo!!!!

Pelo menos achei o trailer com legendas.



Ficha técnica:
título original: Personal Effects
ano de lançamento: 2009
direção: David Hollander
roteiro: David Hollander, baseado em estória de Rick Moody
produção: Chistian Arnold-Beutel, Gil Netter e Kirk Shaw
música: Jóhann Jóhannsson
fotografia: Elliot Davis
direção de arte: Doris Deutschmann
figurino: Judy L. Ruskin
edição: Lori Jane Coleman
elenco: Michelle Pfeiffer, Mary Black, Spencer Hudson, Rob LaBelle

Minha gente,

a crítica de sexta vem já. Clássico da criançada. Êba!

bjoks

12.7.11

Dia 280 - Filme 280 - Lembranças


Olá, xuxus!

O que uma oportunidade de assistir a um filme grátis não faz com a gente, não é mesmo? Não sei nem por onde começar a falar de "Lembranças", filme com o galã (?) da saga "Crepúsculo", Robert Pattinson.

O eterno vampiro apaixonado faz o papel de Tyler, um jovem de 21 anos que vive em Nova Iorque e leva uma vida de rebeldia, não convivendo direito com sua família após uma tragédia com seu irmão mais velho fazer seus pais não aguentarem o casamento e se divorciarem.

Do outro lado, temos a também jovem Ally (Emilie de Ravin) que também viveu uma tragédia que a separou de sua mãe e desde então, é criada por seu pai, o policial Neil (Chris Cooper, que mesmo num filme desses se destaca).

Após ser preso pelo pai de Ally, antes de conhecê-la, Tyler aceita uma aposta de conquistar a garota para dar "um troco" no policial, quando um amigo descobre que ela é filha de Neil. Só que, claro, os dois se apaixonam perdidamente.

E perdido também é o filme. É uma bagunça e tudo vai se conectando de uma maneira super forçada que acaba tendo ligações fracas que não convencem de jeito nenhum. O problema de Tyler com seu pai (Pierce Brosnan), um alto executivo que se afastou da família após o divórcio. Com isso, Tyler se acha no direito de beber o tempo todo e agir como se o mundo estivesse contra ele. Agressivo com todo mundo, inclusive com a namorada, a única pessoa que ainda o admira é sua irmã mais nova, Caroline (uma gracinha de atriz). E pra piorar tudo, um final mais sem noção é literalmente empurrado no público na tentativa de deixar todo mundo emocionado e esquecer que quase duas horas da vida foram perdidas com essa "obra".

Eu já não gostava de Robert Pattinson e depois desse "Lembranças" a minha opinião só piorou. O cara não agrega, não interpreta e parece que está no automático o tempo todo. Pelo menos a moça que faz seu par é uma atriz mais talentosa e salva algumas cenas. Mas, só.

Nota: 2 popcorns. Pelo menos temos Chris Cooper, que deve se arrepender até hoje de entrar nessa furada.

Trailer com letrinhas. Iupi!



Ficha técnica:
título original: Remember Me
ano de lançamento: 2010
direção: Allen Coulter
roteiro: Will Fetters
produção: Trevor Engelson e Nick Osborne
música: Marcelo Zarvos
fotografia: Jonathan Freeman
direção de arte:
figurino: Susan Lyall
edição: Andrew Mondshein
elenco: Robert Pattinson, Pierce Brosnan, Emilie de Ravin, Chris Cooper

Lindões,

amanhã as críticas de sexta, sábado, domingo...

bjoks

4.7.11

Dia 270 - Filme 270 - Eu odeio o Dia dos Namorados



Olá, amorecos

Na segunda-feira, resolvi dar uma economizada e assistir a um filme grátis naquele canal super bacana da minha TV a cabo. Mas, não fui muito feliz na minha escolha e vocês vão entender porquê.

Nia Vardalos e John Corbett, ambos de "Casamento Grego", reúnem-se de novo em mais uma comédia romântica. Só que "Eu odeio o Dia dos Namorados" é uma tentativa de comédia e fica bem distante do sucesso que foi o primeiro filme com o casal.

Genevieve (Vardalos) é dona de uma floricultura e adora um romance, o Dia dos Namorados, mandar flores e tem um comportamento de apaixonada por tudo o que faz. Menos com seus relacionamentos. Ela tem uma regra: cinco encontros e só. É o número máximo de saídas com o mesmo cara sem que ninguém fique magoado no final do prazo. E como ela é super feliz o tempo todo (chegando até a ficar enjoativo de tanta felicidade), Genevieve passa a ser uma conselheira amorosa de seus amigos.

A receita dá certo até que ela conhece Greg (Corbett), o novo dono de um restaurante no bairro que adora a idéia dos cinco encontros e a chama pra sair. A química entre os dois é imediata, mas o quinto encontro está chegando. Por causa de uma confusão, essa última saída não acontece e o sofrimento cai sobre as duas partes do casal. Genevieve passa a odiar o Dia dos Namorados e para sua humilhação ser completa, todos os seus amigos começam a namorar sem a ajuda dela. Mas, claro, tudo se resolve no fim e todos vivem extremamente felizes para sempre.

Sinceramente, o filme deve ter duas cenas engraçadas, ou nem isso. Repleto de cenas forçadíssimas, não tem nada a ver com a delícia que foi "Casamento Grego". Acho que Nia Vardalos achou que repetindo o casal, daria tudo certo. Tadinha, enganadíssima.

Nota: 2 popcorns. Comédia chata e forçada. Uma pena, porque o John Corbett é um fofuxo.

Trailer com legendas. Iupi!!!



Ficha técnica:
título original: I Hate Valentine's Day
ano de lançamento: 2009
direção e roteiro: Nia Vardalos
produção: Madeleine Sherak, William Sherak e Jason Shuman
música: Keith Power
fotografia: Brian Pryzpek
direção de arte: Carl Baldasso
figurino: Jenny Gering
edição: Steve Edwards e Tony Lombardo
elenco: Nia Vardalos, John Corbett, Judah Friedlander, Zoe Kazan

Bonitos,

daqui a pouco a crítica de terça. Filme com o lindão Ben Affleck. Êba!

bjoks

26.6.11

Dia 265 - Filme 265 - Heróis


Olá, gatinhas e gatões

Quarta-feira é dia do maridinho por aqui, como vocês bem sabem. Vou falar, o canal super da nossa TV a cabo que podemos escolher um filme e assistir a hora que quisermos é legal, mas dá espaço pro maridinho me indicar uns filmes beeeem difíceis de engolir. Sorry, amore!

Então, nessa semana ele me pediu para assistir a "Heróis", um filme que fala de mutantes, no estilo daquela série da TV a cabo "Heroes", mas misturado com "Jumper", já que os esquisitões que prevêem o futuro, ou que controlam objetos ou mesmo a mente de pessoas, são perseguidos por uma agência de caçadores de mutantes.

A história é a seguinte: uma moça que tem o poder de telepatia (na verdade, coloca idéias na cabeça das pessoas), rouba uma substância que está sendo testada em mutantes pela agência caçadora, chamada Divisão. Ao mesmo tempo, outra mutante (Dakota Fanning), uma garota que prevê o futuro encontra um cara (Chris Evans) que tem poderes ainda não treinados de controle de objetos (fazer flutuar um copo, por exemplo).

Os dois, junto com a moça telepática, são perseguidos pela Divisão e por um grupo de orientais que também tem interesse pela substância roubada, que no fim das contas é utilizada para aumentar a potência do poder de cada mutante.

Vou contar uma coisa pra vocês: que filme mais bobo! As conexões das histórias são forçadas e a atuação dos atores beira o sofrimento. A única coisa legal são os efeitos especiais, que ficaram bem bons. Mas, só.

Nota: 2 popcorns. Computação gráfica muito boa e Chris Evans dando uma prévia da carinha linda que ele vai fazer como Capitão América.

Trailer com letrinhas!!!!



Ficha técnica:
título original: Push
ano de lançamento: 2009
direção: Paul McGuigan
roteiro: David Bourla
produção: Bruce Davey, William Vince e Glenn Williamson
música: Neil Davidge
fotografia: Peter Sova
direção de arte: François Séguin
figurino: Laura Goldsmith e Nina Proctor
edição: Nicolas Trembasiewicz
elenco: Djimon Hounson, Dakota Fanning, Camila Belle, Chris Evans

Xuxuzinhos,

quinta-feira troquei a categoria pela de sexta pra aproveitar o cineminha no feriado. Aguardem! Show!!!!!

bjoks

28.5.11

Dia 236 - Filme 236 - Mad Max


Olá, xuxucos!

Na terça-feira, por conta da data de devolução dos DVDs na locadora, antecipei a categoria do maridinho, para assistir a "Mad Max" indicado por ele. Gente, o arrependimento não foi só meu.

Eu lembro de ver pedaços de "Mad Max" na Sessão da Tarde, aqueles carros no deserto, a Tina Turner toda doidona e tal. Mas, isso tudo está em "Mad Max 2". Nesse primeiro filme não tem nada disso.

De acordo com a história, num futuro apocalíptico sem combustível suficiente para a população, esse artigo vira coisa rara e motivo de brigas e matança. Numa cidade do interior, um grupo de motoqueiros delinquentes causa desordem enquanto é perseguida por policiais patrulheiros das estradas. Max Rockatansky (Mel Gibson) é um desses policiais, conhecido como Mad Max, por sua postura insana quando está trabalhando.

Mad Max enche-se de ódio após a morte de seu parceiro, causada pelos motoqueiros do mal. Na tentativa de esquecer essa perda, ele sai de férias com sua esposa e seu filhinho, mas um encontro inesperado dela com os delinquentes, dão início a uma perseguição sanguinária que termina numa horrível tragédia.

Minha gente, eu acho que nós assistimos ao filme com a lembrança de Mad Max 2 e por isso achamos esse primeiro horrível. O filme é muito perdido e eu acho que o que justifica toda a febre de "ótimo filme de ficção" que rola por trás desse "Mad Max" é por conta do filme 2. Não tem explicação!!!!! Sem pé nem cabeça, um monte de cenas perdidas, sem um pingo de ligação entre uma parte e outra. Nem o maridinho gostou, acreditam?

Mesmo não gostando, eu até tentei tirar uma fotinha com cara de "Mad Max". Ainda que seja mais para o filme 2.

Nota: 2 popcorns. Até que tem umas cenas de perseguição e explosões que vale a pena.

Trailer sem letrinhas. :(



Ficha técnica:
título original: Mad Max
ano de lançamento: 1979
direção: George Miller
roteiro: George Miller e James McCausland
produção: Byron Kennedy
música: Brian May
fotografia: David Eggby
direção de arte: Jon Dowding
figurino: Clare Griffin
edição: Cliff Hayes e Tony Paterson
elenco: Mel Gibson, Joanne Samuel, Hugh Keays-Byrne, Steve Bisley

Bonitos,

daqui a pouco a crítica de quarta.

bjoks

28.4.11

Dia 209 - Filme 209 - Comando para matar


Olá, minha gente!

A gripe me pegou feio e tô aqui na base do chazinho e enrolada nas cobertas. Mas, ontem assisti ao filme indicado pelo maridinho e dessa vez ele não foi muito legal comigo, mesmo estando enferma ;)

Gente, sem brincadeira, em "Comando para matar" eu adivinhei o que ia acontecer no filme inteiro, sem nunca ter ouvido falar nada sobre a história. E não é implicância minha, mas, o Arnold Schwarzenegger só serve pra fazer papel de robô. Olha o sucesso que foi "Exterminador do Futuro".

John Matrix (Arnold, sem ligação nenhuma com Morfeu, Neo ou Trinity) é um soldado aposentado do exército americano. Ele vive em paz com sua filha, levando uma vida ótima longe dos trabalhos militares. Um belo dia, seu antigo chefe chega a sua casa informando que três dos homens de Matrix foram mortos e com certeza ele seria o próximo.

Assim que o chefão sai da casa de Matrix, um bando de mau-caráters entra atirando e sequestra a filhinha do fortão. Ele é levado pelo líder do grupo, que na verdade era subordinado a Matrix no exército e quer vingança por ter sido expulso. O brutamontes, para ter a filha de volta, tem que ir a um país e matar o atual presidente a mando de um ditador que quer subir ao poder.

Claro que Matrix dá um jeito de sair do avião que o levaria ao país na esperança de achar sua filha antes dos bandidos notarem sua ausência. No meio do caminho, ele encontra uma moça que fica com pena dele e o ajuda a encontrar sua filha. E o mais impressionante é que a moça sabe usar um lança mísseis e faz curso de piloto de avião - tudo o que Matrix precisa.

Galera, eu sei que eu vou ser xingada por falar mal de um super-mega-master clássico dos anos 1980, mas "Comando para matar" é tosco demais!!!!! Totalmente previsível, muito mal feito, você vê mais o dublê que o próprio Schwarzenegger e o vilão do filme tá mais pra Freddy Mercury com aquele bigodão. O pior é que eu acabei me divertindo, dando muita risada com a tosqueira toda! Arnold com aquela cara de que está sempre com sol nos olhos, tentando fazer cara de mal e correndo balançando os peitos, kkkkkkk. Podre!

Nota: 2 popcorns. Só por causa das muuuuuitas risadas que eu dei. Só!

Dêem uma olhada na podreira do filme. Sorry, maridinho!



Ficha técnica:
título original: Commando
ano de lançamento: 1985
direção: Mark L. Lester
roteiro: Steven E. De Souza, baseado em estória de Joseph Loeb III, Matthew Weisman e Steven E. De Souza
produção: Joel Silver
música: James Horner
fotografia: Matthew F. Leonetti
edição: Glenn Farr, Mark Goldblatt e John F. Link
elenco: Arnold Schwarzenegger, Rae Dawn Chong, Dan Hedaya, Vernon Wells

Xuxus,

tá tarde, acabei de assistir o filme dessa quinta e amanhã posto a crítica, ok?

bjoks

1.12.10

Dia 62 - Filme 62 - O homem que desafiou o diabo


Olá, babies!

Hoje damos início ao terceiro mês do blog mais legal sobre cinema que eu já escrevi! Continuem participando, deixando sua opinião, sugerindo filmes... Adooooro a presença constante de vocês aqui no blog! Valeu mesmo!

E hoje, mais uma quarta-feira de indicação do maridinho. E hoje ele sacaneou comigo!!!!! Tava indo tão bem! Mas, eu acho que ele nunca insistiu tanto pra eu assistir a um filme, quanto esse. E sinto muito, amore, não entendi até agora o porquê da insistência.


"O homem que desafiou o diabo" é um filme brasileiro que conta a história de José Araújo (Marcos Palmeira), um caixeiro viajante que ao chegar a uma cidade do interior do Rio Grande do Norte se dá mal ao "pegar" a filha do turco do armazém, e acaba tendo que casar com ela. Cansado depois de anos de humilhação pela esposa e pelo sogro, Araújo se revolta, muda de nome (Ojuara), dá uma lição nos dois e sai da cidade rumo ao sertão nordestino em defesa dos fracos e oprimidos. No caminho, Ojuara cruza com o diabo em "pessoa", preto velhos, prostitutas, matadores e talz...

A história do filme dá até pra engolir e tem alguns momentos engraçados. Mas, é o típico filme brasileiro das antigas, mesmo sendo bem novo: cheio de palavrões; peitos, bundas e pipis voando pra todo lado e tudo se resolve com rala e rola.

Nota: 2 popcorns. A filmagem é boa, tem alguns efeitos especiais bem feitos. Mas, só.

Dêem uma olhada no trailer e vejam se concordam ou não comigo.



Ficha técnica:
ano de lançamento: 2007
direção: Clóvis Bueno
roteiro: Bráulio Tavares, Moacyr Góes e Nei Leandro de Castro, baseado no romance "As Pelejas de Ojuara", de Nei Leandro de Castro
produção: Luiz Carlos Barreto, Lucy Barreto, Paula Barreto e Fábio Barreto
elenco: Marcos Palmeira, Flávia Alessandra, Fernanda Paes Leme, Lívia Falcão.

Maridinho lindo, dessa vez não teve como concordar com você. Sorry!

Amanhã dia da drama por aqui.

bjoks

21.10.10

Dia 21 - Filme 21 - A Lula e a Baleia



Olá, meu povo lindo!

Com preguiça a e com sono, terminamos hoje a 3ª semana do 365Pipocas. E na categoria de hoje "Drama já basta a vida", escolhi um filme que sei que ganhou alguns prêmios e é estrelado pela Laura Linney, atriz que eu gosto muito.

"A Lula e a Baleia" conta a história das lembranças do diretor Noah Baumbach e de seu irmão, no início dos anos 80, durante o divórcio de seus pais. Bernard (Jeff Daniels) e Joan (Laura Linney), os pais, são pessoas perturbadas por um casamento sem amor, cheio de traições, onde o sucesso dela em sua nova carreira como escritora, causa inveja no marido, um escritor que já foi famoso e agora dá aulas em uma universidade.

Essa relação já desgastada, que acaba em divórcio, gera grandes problemas de relacionamento nos dois filhos do casal, Walt e Frank. Os pais só pensam em si mesmos e esquecem que no meio dessa zona, estão dois garotos ainda procurando formar suas personalidades, assustados com a realidade do mundo e da nova situação dos pais.

Olha, eu até procurei outras críticas pra saber se só eu não tinha gostado do filme e parece que sim. Todo mundo fala o quanto esse filme é diferente, verdadeiro, que trata do assunto de forma doce e tal. Mas, eu não compartilho a da mesma opinião. Os pais são aquelas pessoas que tinham que ser proibidas de ter filhos. Pais horríveis, que só se preocupam com seus próprios sentimentos e que tratam os filhos como se fossem amigos da mesma idade. Pessoas sem um pingo de responsabilidade no relacionamento com as crianças e que ficam horrorizadas quando eles se comportam mal. Como se comportar bem com uma mãe que já teve vários amantes e conta tudo isso a eles como se fosse um bate-papo? Ou com um pai arrogante e egoísta que acha que todo mundo é retardado e a maioria dos livros do mundo não presta. Além disso, se faz de vítima culpando todo mundo pelo seu fracasso, mas se esquece de que o problema na verdade é ele mesmo.

Nota: 2 popcorns. Mesmo sendo personagens desprezíveis, acho que nunca vi Jeff Daniels e Laura Linney representando tão bem. Mas, tive vontade de parar de assistir ao filme no meio. Desculpem-me as pessoas que gostaram do filme, mas às vezes verdade demais cansa.

Abaixo, confiram o trailer (sem legendas) e um pouco da ficha técnica:



Ficha técnica:
Título original: The Squid and the Whale
Ano de lançamento: 2005
direção: Noah Baumbach
roteiro:Noah Baumbach
produção:Wes Anderson, Charlie Corwin, Clara Markowicz e Peter Newman
música:Britta Phillips e Dean Wareham
fotografia:Robert D. Yeoman
Elenco: Jeff Daniels , Laura Linney , Jesse Eisenberg , Owen Kline , Halley Feiffer, Anna Paquin

Bom, galera, amanhã é "Dia das Crianças", com um clássico para todas as idades.

Bjoks e sonhem com Cristiano Ronaldo (número 2 do Top 5)

6.10.10

Dia 06 - Filme 06 - Rocky - Um lutador


Bom, galera, hoje é o dia da categoria mais temida por mim: Meu marido indica.
Eu já escrevi isso, mas vocês não têm noção do quanto meu querido e amado maridinho tem um gosto para filmes muito, mas muito mesmo, diferente do meu. E ele vive me pedindo para assistir aos "filmes clássicos" dele. E como prova de amor (o que a gente não faz nessa vida, né?) eu dei essa categoria pra ele. E claro, ele não poderia ter começado pior, ops, quer dizer, melhor, né amore? O primeiro filme indicado por ele (e acredito que todo mundo que conhece ele um pouquinho já esperava por esse) foi Rocky - Um lutador.

Gente, eu vou ser muito sincera com vocês. Vocês nunca vão conhecer uma pessoa que odeie mais o Silvester Stallone do que eu. Gente, pensa num ator horrível, que não agrega em nada, pelo menos na minha vida. Ele está na minha lista Top 5 de pessoas famosas que eu odeio, empatando com o vocalista do NX Zero.

Mas, vamos ao que interessa. Acho que todo mundo sabe sobre a história do filme: um lutador de terceira categoria (como ele mesmo se intitula, viu, amore?), que faz uns bicos servindo de cobrador para um agiota do seu bairro, fica famoso por ter sido escolhido para lutar contra o campeão mundial dos pesos pesados. Nesse meio tempo, conhecemos personagens importantes que fazem parte da vida de Rocky e das outras 258 sequências do filme: Mickey, seu treinador, a namorada de Rocky, Adrian e o irmão dela, Paullie, que na minha opinião é um dos personagens mais asquerosos da história do cinema.

A história é bacana. Fala de como uma pessoa com força de vontade pode vencer na vida. Mas, o que eu não aguento é a pose de bom moço do Rocky, sempre ajudando (ou, se metendo?) na vida das pessoas do seu bairro. Além disso, eu acho que o Silvester Stallone realmente é uma pessoa boba, pois ele ficou perfeito no papel do bobão do Rocky.

Nota: 2 popcorns. Vale apenas por ser um ganhador de Oscar de melhor filme (é, podem acreditar!).

Abaixo, segue o trailer do filme e uma parte da Ficha Técnica:



Ficha técnica:
Ano de lançamento: 1976
direção: John G. Avildsen
roteiro:Sylvester Stallone
produção:Robert Chartoff e Irwin Winkler
música:Bill Conti
fotografia:James Crabe
Elenco: Sylvester Stallone, Talia Shire, Burt Young, Carl Weathers, Burgess Meredith

Bom, eu sei que eu vou ouvir muito hoje em casa, mas essa é a crítica, maridinho.
Amanhã, fechamos a primeira semana do blog com a categoria "Drama já basta a vida".
bjoks e até lá.