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14.9.13

Intocáveis

Oi, Xuxus!

Andei um pouco sumida daqui, mas a correria tá “braba” no trabalho e ficou difícil aparecer aqui no blog.

Vim falar hoje de um filme francês muito bacana que eu já tinha visto em Blu-ray e já revi duas vezes depois que estreou na TV a cabo: Intocáveis.

Desde as premiações do início do ano, eu estava com vontade de ver esse filme tão comentado por várias pessoas que eu conheço, mas acabei enrolando e por isso deixei de conhecer essa delícia de história baseada em fatos reais de dois personagens tão opostos.

Phillippe (François Cluzet) e Driss (Omar Sy) são duas pessoas que se encontram ao acaso e se afeiçoam a partir do conhecimento de um pela vida do outro, num relacionamento bem interessante. Phillipe é um homem rico e intelectual que tem um grave problema de saúde e decide contratar o despachado e engraçado Driss para ser seu enfermeiro.

Se você consegue imaginar duas pessoas tão diferentes uma da outra, você deve dobrar essa diferença quando pensar em Phillippe e Driss. A seriedade de um é quebrada pela desenvoltura do outro e vice-versa o tempo todo. E é isso que faz o filme ser tão bacana, divertido e marcante.

O cinema francês ainda é uma sementinha na minha história com a sétima arte. Já vi alguns filmes na língua do “Bonjour”, como “O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain” que é o meu filme favorito de todos os tempos, mas entender bem do cinema francês não é o meu forte não. Apesar disso, me sinto confortável em dizer que “Intocáveis”, apesar da crítica especializada não concordar, é um filme que marca a nossa vida e entrou pra lista de filmes franceses que eu mais gosto, kkkkkkkkk.

Driss e Philippe

Aprendizado do enfermeiro Driss

“Intocáveis” é o segundo filme mais rentável da França de todos os tempos e concorreu a diversos prêmios como o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e o BAFTA de Melhor Filme não falado em inglês.

Nota: 5 popcorns (tô nem aí pras críticas especializadas)

Não precisa de dicionário de francês: trailer com legendas!!


Título original: Intouchables
Ano de lançamento: 2011
Direção e Roteiro: Olivier Nakache e Eric Toledano
Música: Ludovico Einaudi                          
Fotografia: Mathieu Vadepied
Edição: Dorian Rigal-Ansous                     
Direção de arte: Mathieu Vadepied                     
Figurino: Isabelle Pannetier                     
Elenco: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet

Queridões,

logo, logo volto pra trazer a minha percepção de um filme que completou uma trilogia que eu amo tanto. A dica é: um casal, conversando e passeando pela cidades (nos três filmes é a mesma idéia).

bjoks

26.8.13

O Impossível

No sábado, revi O IMPOSSÍVEL com o maridinho, que não tinha visto ainda. Como começar a falar desse filme? Uma produção extremamente intensa que faz jus ao título que lhe foi atribuído.

Basicamente, sem contar muita coisa sobre o roteiro (lembram-se da promessa do post anterior?), o filme conta a história real de uma família durante a tragédia do tsunami que atingiu o Oceano Índico em dezembro de 2004. Não posso contar mais nada, porque tudo o que eu disser aqui vai estragar toda a surpresa do filme.

Mas, o que eu posso comentar é o brilhantismo de Naomi Watts como Maria Bennet, uma médica que toma conta dos filhos enquanto seu marido Henry Bennet (Ewan McGregor) trabalha numa grande empresa no Japão (onde vivem todos eles). Lendo sobre esse filme durante as premiações de Hollywood no começo do ano, vi em alguma reportagem que você pode questionar o motivo de Naomi Watts ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz somente até assistir ao filme. Depois de vê-lo não é possível questionar mais, indica-la é muito óbvio e obrigatório. E realmente eu concordo com isso. Famosa por filmes mais alternativos que lhe renderam diversas indicações, como MULHOLLAND DRIVE e 21 GRAMAS, Naomi chama atenção não só pela sua beleza, mas pela competência que abraça seus papéis. E aqui não é diferente.

Destaco também a atuação do jovem Tom Holland, que interpreta o filho mais velho da família Bennet, Lucas. O jovem que na época da gravação do filme tinha 14 anos dá um show mesmo!

Naomi Watts
O resort pouco antes do fim
Desespero

O IMPOSSÍVEL foi produzido na Espanha e conta com várias cenas produzidas no resort verdadeiro onde a família se hospedou naqueles dias terríveis, reconstruído depois da tragédia. A computação gráfica é impressionante e o sentimento de cada personagem é capturado de forma brilhante, especialmente nas cenas onde a população local aparece (pelo que dizem, muitos figurantes no filme são sobreviventes reais do tsunami).

Abaixo vocês vêem as duas famílias, a cinematográfica e a real família "Bennett", os espanhóis Alvárez.



Nota: 5 popcorns com louvor. Filme lindo, triste, emocionante e recomendadíssimo.

Trailer com legendas.

Ficha técnica:
título original: The Impossible
ano de lançamento: 2012
direção: J. A. Bayona
roteiro: Sergio G. Sánchez
fotografia: Óscar Faura
música: Fernando Velázquez
edição: Elena Ruíz, Bernat Vilaplana

elenco: Naomi Watts, Ewan McGregor, Tom Holland, Samuel Joslin, Oaklee Pendergast

Amados, 

espero que gostem da crítica e sugiram novos filmes. Ah, e vamos comentar também essa história do xuxuzinho Ben Affleck ter aceitado o papel de Batman no próximo filme do Superman. Tenso! Até Obama está sendo pressionado, kkkkkkkk.

bjoks

15.8.13

O lado bom da vida

Bradley Cooper faz parte do meu Top Five já faz um tempinho. Mesmo em 5º lugar, só do galã de belos olhos azuis (ou verdes, não consigo definir) estar na minha seleta lista já é uma honra (pra ele, claro!). Tenho quase certeza que ele ganhou o posto no meu rol de beldades depois que eu quase morri de rir em SE BEBER, NÃO CASE, mas, já tinha olhos pra ele desde PENETRAS BONS DE BICO, quando ele faz o namorado mauricinho e valentão (cagão, kkkk) da mocinha.

Se ele já tinha o meu voto em relação à beleza, ganhou a minha admiração nesse excelente O LADO BOM DA VIDA. Com uma atuação que vai do delírio à realidade em questão de milésimos de segundo, Bradley mostra que se tornou um ator merecedor de reconhecimento e deixou de ser só um rostinho/abdômen/olhos/cabelos bonitos.

Pat Solitano, Jr. (Cooper) é um cara problemático, explosivo e que está na pior depois de um tratamento psiquiátrico. Quando volta à vida familiar com seus pais Pat Solitano (Robert De Niro) e Dolores (Jacki Weaver), ele tenta colocar a vida no caminho certo e acaba conhecendo a biruta Tiffany (Jennifer Lawrence), outra criatura problemática.  Os dois começam uma amizade inusitada, brindada com as maluquices de cada um, ao mesmo tempo em que Tiffany faz uma proposta irrecusável a Pat. No spoilers, please!

E vamos tirar o chapéu também pra fofa Jennifer Lawrence, que vem dando show em seus últimos filmes, incluindo X-MEN ORIGINS e JOGOS VORAZES. Ela consegue trazer leveza ao papel da desequilibrada Tiffany, mas ao mesmo tempo dando o equilíbrio que falta na vida de Pat. Quando eles formam um par, um não se sobrepõe ao outro, eles se complementam e nos entregam um relacionamento estranho, mas normal. 

Li em muitos lugares que as pessoas se decepcionaram com O LADO BOM DA VIDA, esperavam mais de um filme que recebeu oito indicações ao Oscar. Não compartilho do mesmo sentimento. Lembro muito bem de quando saí do cinema com o maridinho, me sentindo muito feliz e satisfeita de ter visto um filme criativo e bacana, com uma trilha sonora bem legal e que conta com a ótima interpretação de Robert De Niro que recebeu uma indicação ao Oscar depois de 21 anos.

Nota: 5 popcorns. Eu gostei demais desse filme, achei merecidas as indicações e as vitórias dos diversos prêmios da temporada, mesmo querendo dar empate do Oscar de Melhor Atriz para Jennifer Lawrence (que levou) e Jessica Chastain (A HORA MAIS ESCURA). 

Trailer com letrinhas!


Ficha técnica: 
título original: Silver Linings Playbook
ano de lançamento: 2012
direção: David O. Russell
roteiro: David O. Russel, baseado em livro de Matthew Quick
produção: Bob e Harvey Weinstein
música: Danny Elfman
fotografia: Masanobu Takayanagi
direção de arte: Judy Becker
figurino: Mark Bridges
edição: Jay Cassidy
elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver, Chris Tucker, Julia Stiles

Xuxuzinhos,

espero que estejam gostando dos posts. Aguardo sugestões de filmes e comentários de vocês.

bjoks e sonhem com Bradley Cooper, claro!

13.8.13

Argo (atrasado, mas tá valendo!)

Olá, gatinhas e gatões (que saudade que eu estava de cumprimentar vocês assim)

Eu sei que a noite do Oscar aconteceu em fevereiro e que todo mundo já sabe que o grande vencedor foi ARGO, mas como eu disse no post de “Volta”, vou escrever sobre filmes que me marcaram nesse ano sabático do blog.

Ben Affleck sempre foi um xuxuzinho na minha vida, apesar de nunca ter estado entre o seleto time do meu Top Five: só pra recordar 1) Rodrigo Santoro, 2) Jake Gyllenhaal, 3) Johnny Depp, 4) Brad Pitt e 5) Bradley Cooper, respectivamente, todos eles beeeeeeem depois do maridinho, claro. Sempre gostei de seus filmes e de sua beleza. Mesmo quando ele estrelou filmes podres como “Demolidor”, eu estava na torcida para ele se reerguer e seguir o caminho seu amigo Matt Damon, que só colecionava bons títulos.

E, finalmente, ARGO mostrou o quanto Ben pode ser o bom moço e nos brindar com todo seu talento na frente e por trás das câmeras. Claro que eu já tinha reparado isso no ótimo ATRAÇÃO PERIGOSA, visto aqui no blog no dia 292, estrelado e dirigido por ele com a participação de Jeremy Renner, Jon Hamm e Rebecca Hall.

A tarefa da CIA em tirar de Teerã (Irã) seis americanos que escaparam da Embaixada dos Estados Unidos
antes de uma invasão ao local por militantes que exigiam a extradição de um ex-governante (história verídica) é balela perto da idéia brilhante do personagem de Ben. Para salvar os seis compatriotas, o Agente Tony Mendez (Affleck) mistura sua vida de espião com um “antigo” sonho de ser cineasta (não dá pra contar mais ou vou acabar entregando a história toda).

Eu gostei muito do filme. O roteiro é muito bem direcionado por Ben e ainda conta com ótimas atuações de Alan Arkin (PEQUENA MISS SUNSHINE) e John Goodman (E aí, meu irmão, cadê você?) como os apoios de Mendez na idéia brilhante de literalmente despistar o governo iraniano até o último segundo.

Argo foi indicado a sete Oscars e levou as estatuetas de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Edição, e representa uma das maiores injustiças de todos os tempos: a ausência de indicação a melhor Diretor para Ben Affleck. O cara ganhou o BAFTA, o Broadcast Film Critics Association Award, o Directors Guild of America Award e o Globo de Ouro, tudo por Melhor Direção e não recebeu a merecida indicação ao Oscar nessa categoria. Mas, pra dançar no pescoço dos membros da Academia, ele subiu ao palco para receber o prêmio como produtor executivo de Argo (que é quem recebe quando a obra ganha como Melhor Filme). Fez um discurso lindo e apaixonado para sua “horrorosa” esposa Jennifer Garner e seus filhos. Quem acompanhou a minha “transmissão” do Oscar pelo Facebook se lembra da minha comemoração: Chuuuuuupa, Academia!!!!!

Nota: 4 popcorns. Não leva nota máxima, porque tem uma cena muito exagerada, que acabou ficando meio clichê no final. Mas, está na lista de recomendadíssimos.

Trailer com legendas. Êba, êba, êbaaaaaaa


Ficha Técnica:
título original: Argo
ano de lançamento: 2012
direção: Ben Affleck
produção: George Clooney, Grant Heslov, Ben Affleck, Graham King
roteiro: Chris Terrio
compositor: Alexandre Desplat
elenco: Ben Affleck, Alan Arkin, John Goodman, Bryan Cranston, Kyle Chandler, Chris Messina, Clea Duvall

É isso, meu povo amado! Espero que tenham gostado da crítica e voltem a acompanhar o blog.

bjoks e pra variar, hoje à noite sonhem com o Rodrigo Santoro!