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15.8.13

O lado bom da vida

Bradley Cooper faz parte do meu Top Five já faz um tempinho. Mesmo em 5º lugar, só do galã de belos olhos azuis (ou verdes, não consigo definir) estar na minha seleta lista já é uma honra (pra ele, claro!). Tenho quase certeza que ele ganhou o posto no meu rol de beldades depois que eu quase morri de rir em SE BEBER, NÃO CASE, mas, já tinha olhos pra ele desde PENETRAS BONS DE BICO, quando ele faz o namorado mauricinho e valentão (cagão, kkkk) da mocinha.

Se ele já tinha o meu voto em relação à beleza, ganhou a minha admiração nesse excelente O LADO BOM DA VIDA. Com uma atuação que vai do delírio à realidade em questão de milésimos de segundo, Bradley mostra que se tornou um ator merecedor de reconhecimento e deixou de ser só um rostinho/abdômen/olhos/cabelos bonitos.

Pat Solitano, Jr. (Cooper) é um cara problemático, explosivo e que está na pior depois de um tratamento psiquiátrico. Quando volta à vida familiar com seus pais Pat Solitano (Robert De Niro) e Dolores (Jacki Weaver), ele tenta colocar a vida no caminho certo e acaba conhecendo a biruta Tiffany (Jennifer Lawrence), outra criatura problemática.  Os dois começam uma amizade inusitada, brindada com as maluquices de cada um, ao mesmo tempo em que Tiffany faz uma proposta irrecusável a Pat. No spoilers, please!

E vamos tirar o chapéu também pra fofa Jennifer Lawrence, que vem dando show em seus últimos filmes, incluindo X-MEN ORIGINS e JOGOS VORAZES. Ela consegue trazer leveza ao papel da desequilibrada Tiffany, mas ao mesmo tempo dando o equilíbrio que falta na vida de Pat. Quando eles formam um par, um não se sobrepõe ao outro, eles se complementam e nos entregam um relacionamento estranho, mas normal. 

Li em muitos lugares que as pessoas se decepcionaram com O LADO BOM DA VIDA, esperavam mais de um filme que recebeu oito indicações ao Oscar. Não compartilho do mesmo sentimento. Lembro muito bem de quando saí do cinema com o maridinho, me sentindo muito feliz e satisfeita de ter visto um filme criativo e bacana, com uma trilha sonora bem legal e que conta com a ótima interpretação de Robert De Niro que recebeu uma indicação ao Oscar depois de 21 anos.

Nota: 5 popcorns. Eu gostei demais desse filme, achei merecidas as indicações e as vitórias dos diversos prêmios da temporada, mesmo querendo dar empate do Oscar de Melhor Atriz para Jennifer Lawrence (que levou) e Jessica Chastain (A HORA MAIS ESCURA). 

Trailer com letrinhas!


Ficha técnica: 
título original: Silver Linings Playbook
ano de lançamento: 2012
direção: David O. Russell
roteiro: David O. Russel, baseado em livro de Matthew Quick
produção: Bob e Harvey Weinstein
música: Danny Elfman
fotografia: Masanobu Takayanagi
direção de arte: Judy Becker
figurino: Mark Bridges
edição: Jay Cassidy
elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver, Chris Tucker, Julia Stiles

Xuxuzinhos,

espero que estejam gostando dos posts. Aguardo sugestões de filmes e comentários de vocês.

bjoks e sonhem com Bradley Cooper, claro!

28.9.11

Dia 361 - Filme 361 - O Fabuloso Destino de Amélie Poulain



Olá, meus queridos

Na última segunda-feira do 365Pipocas, tive que assistir a uma comédia que eu amo demais e que já está na minha estante há muuuuito tempo. Várias pessoas me pediram para ver esse filme durante todo esse ano do blog, mas eu resisti e deixei especialmente para a última semana.

"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" conta a história de Amélie (Audrey Tautou), uma moça que vive em Paris, especificamente no bairro de Montmartre e trabalha no Café des Deux Moulins como garçonete. Ela é uma garota sonhadora e bondosa, que, num belo dia, resolve mudar o mundo fazendo coisas boas para as pessoas que merecem.

Amélie tem ao seu redor vários núcleos de pessoas. Cada um deles têm suas características distintas e personagens únicos. No trabalho, ela convive com Suzanne, a dona do café; Gina, a outra garçonete que vive perseguida pelo seu ex-namorado, Joseph, que depois passa a correr atrás de Georgette, a hipocondríaca. Em seu prédio, Amélie desenvolve uma bela amizade com o pintor Dufayel, um homem que vive enclausurado por ter "ossos de vidro"; Lucien, o rapaz que faz entregas da mercearia e ama a princesa Diana; e Madeleine, a zeladora do prédio. E ainda tem o pai de Amélie, um médico aposentado, meio desligado da vida, que tem como amigo seu anão de jardim.

Um dia, o mundo de Amélie se transforma quando ela conhece o belo jovem Nino, um rapaz diferente de todos que ela já viu, que gosta de colecionar fotografias tiradas por pessoas desconhecidas em máquinas instantâneas. Os dois entram em uma dança de conquista e Amélie usa técnicas muito divertidas e misteriosas para agarrar o rapaz.

Para mim, "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" é um conto de fadas dos tempos modernos. Assistir ao filme é como observar pinturas criadas para cada cena. A fotografia é uma coisa surpreendente e não me recordo de ter visto em outro filme de forma tão importante para a história. Os personagens são uma doçura, especialmente Amélie, que é uma criatura tão perfeita que eu torço pra que um dia alguém grite e revele que ela existe de verdade. Com certeza, o mundo seria bem melhor.

Nota: 5 popcorns. É o filme que eu mais amo em toda a história do cinema. Número 1 da minha lista, com certeza!

Trailer em francês, mas com letrinhas. ;)



Ficha técnica:
título original: Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
ano de lançamento: 2001
direção: Jean-Pierre Jeunet
roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
produção: Jean-Marc Deschamps
música: Yann Tiersen
fotografia: Bruno Delbonnel
direção de arte: Volker Schäfer
figurino: Madeline Fontaine e Emma Lebail
edição: Hervé Schneid
elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Yolande Moreau

Queridos,

espero que gostem de Amélie como eu.

bjoks



25.9.11

Dia 354 - Filme 354 - Melhor é impossível


Olá, minha gente!

Segunda-feira é dia de comédia aqui no 365Pipocas e aproveitei para rever um clássico desse gênero, aproveitando que estamos na reta final aqui do blog: Melhor é Impossível.

Eu me lembro direitinho de ver a cerimônia do Oscar em 1998, quando Jack Nicholson e Helen Hunt ganharam as estatuetas para os prêmios de atores principais nesse filme. Não consigo esquecer a cara de tacho da Kate Winslet que perdeu o troféu para Helen e não acreditava que aquilo seria possível. Acho que depois de ver sua própria cara nos telões, ela melhorou um pouco sua postura frente às câmeras. Vergonhoso, Kate.

"Melhor é Impossível" é daquelas comédias que não dá pra não gostar. Melvin Udall (Jack Nicholson) é um escritor famoso de romances femininos que vive em Nova Iorque. Ele sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (lava as mãos sempre com sabonetes novos; tranca e destranca a porta várias vezes antes de fecha-la definitivamente; e não pisa em linhas nas calçadas) e pelo fato de ainda ser racista e homofóbico, não tem amizades ou qualquer contato desnecessário com a população mundial. O único lugar onde se sente seguro é em sua casa, mas também gosta de comer em um restaurante onde trabalha a garçonete Carol Connely (Helen Hunt), uma das poucas pessoas que entendem o comportamento maluco de Melvin.

Quando o vizinho gay de Melvin, Simon Bishop (Greg Kinnear) é atacado por assaltantes e tem que passar um tempo no hospital, seu namorado Frank Sachs (Cuba Gooding Jr.) deixa aos cuidados de Melvin o pequeno cachorrinho de Simon, Verdel. Relutante no começo, Melvin cai de amores por aquela criaturinha fofa e esperta e sua vida muda até o dia em que tem que devolvê-lo a Simon.

Carol também é ajudada por Melvin que contrata um médico e uma enfermeira para o filho dela para que ela possa voltar a trabalhar e servi-lo no restaurante diariamente, já que alterações na sua rotina o deixam transtornado.

Quando Simon precisa ir até Baltimore para pedir dinheiro emprestado aos seus pais, Melvin vai com ele e convida Carol para fazer companhia aos dois, já que o escritor tem medo de que o amigo esteja interessado nele. Nessa viagem, Melvin não mede as palavras e distribui comentários sem-noção a respeito da vida de Carol e Simon e só por um milagre ele vai ter alguma chance de vê-la de novo depois disso.

Eu amo "Melhor é impossível". Não se trata daquelas comédias apelativas e sem-graça de hoje em dia, onde tudo é relacionado a sexo e drogas para se tornar engraçado. O filme é criativo, inteligente, divertido e apaixonante, mesmo aguentando todas as mal-criações de Melvin. Eu gosto de tudo nesse filme: atores, cachorro, música, roteiro, direção. Recomendadíssimo!

Além dos prêmios para atores, o filme concorreu ao Oscar nas categorias de melhor filme, melhor ator coadjuvante (Greg Kinnear), melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor edição.

Nota: 5 popcorns. Já vi mil vezes e não me canso mesmo!

Trailer com legendas, iupiiiiiii!



Ficha técnica:
título original: As Good As It Gets
ano de lançamento: 1997
direção: James L. Brooks
roteiro: Mark Andrus e James L. Brooks, baseado em estória de Mark Andrus
produção: James L. Brooks, Bridget Johnson e Kristi Zea
música: Hans Zimmer
fotografia: John Bailey
direção de arte: Philip Toolin
figurino: Molly Maginnis
edição: Richard Marks
elenco: Jack Nicholson, Helen Hunt, Greg Kinnear, Cuba Gooding Jr.

Lindões,

agora eu vou dormir. Amanhã continuo as críticas, ok? Boa noite!

bjoks


Dia 347 - Filme 347 - Falando Grego


Olá, minha gente

O banzo das férias foi grande, então na segunda-feira, dia 12, assisti a um filme muito engraçado naquele canal mágico da minha TV a cabo, chamado "Falando Grego", que fala sobre a Grécia, claro, eheeheheh. E pra variar um pouquinho, quem estrela o filme é a mais conhecida atriz quase grega, Nia Vardalos, de "Casamento Grego", visto aqui no 365Pipocas.

Georgia (Nia Vardalos) é uma guia turística americana que vive na Grécia à espera de uma resposta de emprego nos EUA. Ela não curte muito seu trabalho, já que sua chefe sempre dá os "piores" grupos de turistas para ela comandar.

O grupo que aparece no filme não é diferente: um casal de americanos que não sabem nada da história grega e são bem mal-educados; um casal de australianos que vivem bêbados e conversam em um inglês ininteligível; um casal americano com sua filha rebelde-sem-causa; um casal de velhinhos que vive atrasando o grupo; um executivo que passa mais tempo ao telefone que apreciando alguma coisa da paisagem; e o engraçadinho do grupo, um aposentado americano chamado Irv (Richard Dreyfuss) que vive fazendo piadinhas com todo mundo.

O problema é que Georgia quer fazer um tour histórico e cultural e passa o dia cansando o grupo com suas explicações de professora de história. Irv vai se aproximando dela e faz com que ela perceba o quanto ficaria melhor se ela mostrasse os pontos turísticos com mais romantismo e paixão e isso acaba acendendo a chama do amor dela pelo esquisito à primeira vista, mas super charmoso motorista do ônibus do grupo, Prokopi (Alexis Georgoulis).

Eu ri muito ao assistir a essa comédia e fiquei morrendo de saudades das paisagens gregas mostradas em todo o filme. Nia Vardalos ainda parece bem forçada em algumas partes do filme, mas Richard Dreyfuss dá uma equilibrada e deixa tudo mais agradável quando está em cena.

Nota: 3 popcorns. Filme bacaninha que tira umas risadas de quem assiste.

Trailer sem letrinhas. Humpf!



Ficha técnica:
título original: My Life in Ruins
ano de lançamento: 2009
direção: Donald Petrie
roteiro: Mike Reiss
produção: Michelle Chydzik Sowa e Nathalie Marciano
música: David Newman
fotografia: José Luis Alcaine
direção de arte: Jonathan McKinstry
figurino: Lala Huete e Lena Mossum
edição: Patrick J. Don Vito
elenco: Nia Vardalos, Richard Dreyfuss, Alexis Georgoulis, Alistair McGowan

Queridões

aguardem a crítica de terça-feira mas, com filme da categoria de sábado.

bjoks

19.9.11

Dia 338 - Filme 338 - Trovão Tropical


Olá, malucos!

Quase lá com a atualização do blog e no dia 03 de setembro, sábado, antecipei mais uma vez as categorias e assisti a comédia, indicada, emprestada e amada de paixão pela minha amiga Camilinha: Trovão Tropical. Inclusive, a indicação dela vem de muito tempo, acho que desde o começo do blog ela me pede para ver esse filme. Então, Camilinha, o filme foi visto diretamente de terras gregas.


Tugg Speedman (Ben Stiller), Kirk Lazarus (Robert Downey Jr.) e Jeff Portnoy (Jack Black) são atores de sucesso e estão no Vietnã para a gravação de Trovão Tropical, o mais novo filme do diretor Damien Cockburn (Steve Coogan), baseado nas memórias de John "Four Leeves" Tayback (Nick Nolte), durante a Guerra do Vietnã.

Cada ator está em uma situação em sua carreira e precisa do filme para melhorar sua imagem ou se manter sob os holofotes: Speedman é super famoso por uma franquia de filmes de violência ao melhor estilo Rambo, mas está quase perdendo tudo depois de fazer um filme onde foi muito criticado por interpretar um jovem com problemas mentais; Lazarus é um ator australiano loiro e de olhos azuis, extremamente metódico e detalhista que passou por uma cirurgia para escurecer sua pele para viver o personagem em Trovão Tropical; e Portnoy é um ator de comédias que está se afundando em seu vício em heroína.

Os três, junto com Alpa Chino (Brandon T. Jackson), um rapper que esconde ser homossexual, e Kevin Sandusky (Jay Baruchel), o único ator sério do grupo, em seu primeiro grande filme, são largados na mata selvagem após o diretor perder a paciência com a briga de egos dos astros. Com o filme atrasado e de saco cheio de ouvir cobranças do produtor executivo da produção, Les Grossman (Tom Cruise, irreconhecível), Cockburn espalha câmeras pela mata e dá um mapa e armas de mentira para os atores e diz que eles têm que seguir o roteiro e se virar para gravar todo o filme.

Achando que tudo é interpretação, o grupo de cinco malucos enfrenta a selva e se depara com vários perigos, especialmente um vilarejo onde traficantes da pesada organizam a produção de heroína da localidade. Speedman é capturado por esses malvadões e o restante do grupo tem que se organizar para salvá-lo.

Não tem explicação o tanto que esse filme é engraçado e sem noção. Com cenas hilárias e piadas ótimas e perfeitas, não tem como ficar um minuto sem dar risada dos absurdos em cena. O roteiro e a direção é de Ben Stiller que usou de tudo para criticar vários filmes de ação e até mesmo os de drama como "O Segredo de Brokeback Mountain".

"Trovão Tropical" foi um sucesso em seu lançamento arrecadando milhões de dólares em bilheterias do mundo todo. Robert Downey Jr. recebeu indicações ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e junto com Tom Cruise, também a mesma indicação no Globo de Ouro.

Nota: 4 popcorns. Tem umas cenas bem forçadas, mas é daqueles filmes para assistir sem pensar muito no humor negro.

Trailer sem dicionário. Legendas, legendas.........



Ficha técnica:
título original: Tropic Thunder
ano de lançamento: 2008
direção: Ben Stiller
roteiro: Justin Yheroux, Ben Stiller e Etan Cohen, baseado em história de Ben Stiller e Justin Theroux
produção: Stuart Cornfeld, Eric McLeod e Ben Stiller
música: Theodore Shapiro
fotografia: John Toll
direção de arte: Richard L. Johnson e Dan Webster
figurino: Marlene Stewart
edição: Greg Hayden
elenco: Ben Stiller, Robert Downey Jr., Jack Black, Jay Baruchel, Brandon T. Jackson, Tom Cruise

Queridões,

rapidinho chega a crítica de domingo, dia 04.

bjoks

17.9.11

Dia 333 - Filme 333 - Uma Linda Mulher


Olá, lindos e lindas

Dia de comédia aqui no 365Pipocas, na segunda-feira, dia 29, resolvi aproveitar mais um patrocínio da minha amiga Karlinha e rever, ou ver pela primeira vez, desde o começo, "Uma Linda Mulher". Quero deixar registrada a minha homenagem à minha tia Vilma que aaaaaammmmmmaaaa de paixão esse filme. Bjoks, tia!

Acho que todo mundo já ouviu falar de algum conto de fadas. E "Uma Linda Mulher" é bem isso: uma garota pobre conhece um cara rico, os dois passam alguns dias juntos, se apaixonam e no fim eles vivem felizes para sempre. Mas, temos que acrescentar alguns detalhes nessa história: a moça pobre é Vivian (Julia Roberts), uma prostituta que trabalha nas ruas de Beverly Hills (EUA); o cara rico é o bilionário Edward Lewis (Richard Gere), que ganha a vida comprando empresas falidas, fatiando-as e vendendo cada pedaço por um preço muito maior que pagou. O "passar uns dias juntos" é na verdade um contrato de trabalho: Edward paga a Vivian para que ela passe uma semana com ele, enquanto ele frequenta vários eventos na cidade para fechar um negócio bilionário.

No início tudo gira em torno da sedução e do sexo, mas ao longo da semana, Edward e Vivian vão se aproximando cada vez mais, tendo encontros românticos, como a clássica cena de quando ele a leva para assistir a uma ópera em São Francisco. Ela se transforma, com a ajuda do dinheiro de Edward, claro, mas também com os palpites e confiança de Barnard "Barney" Thompson (Hector Elizondo), o gerente do hotel onde estão hospedados.

No fim do período combinado, os dois têm que voltar às suas realidades, especialmente quando o asqueroso advogado de Edward tenta outras coisas mais íntimas com Vivian para se vingar de seu chefe. Mas todo mundo já sabe que o sentimento agora é outro e numa cena linda, com direito a cavalo branco (leia-se limousine branca), tudo se resolve entre Edward e Vivan. "E foram felizes para sempre".

Eu já vi esse filme mil vezes, mas todas as vezes acho a história linda e perfeita. Revendo dessa vez, percebi que gosto mais de Julia Roberts nesse papel do que em qualquer outro. Ela convence, mas com um certo exagero, de que é uma moça da vida, simples, sem recuros, mas muito verdadeira. Richard Gere está um pão de ló, charmoso e lindo!

Nota: 4 popcorns. Apesar de alguns exageros é uma comédia que marcou a história do cinema, queiram os críticos concordarem ou não.



Ficha técnica:
título original: Pretty Woman
ano de lançamento: 1990
direção: Garry Marshall
roteiro: J.F. Lawton
produção: Arnon Milchan e Steven Reuther
música: James Newton Howard
fotografia: Charles Minsky
direção de arte: David M. Haber
figurino: Marilyn Vance
edição: Raja Gosnell e Priscilla Nedd-Friendly
elenco: Richard Gere, Julia Roberts, Hector Elizondo, Jason Alexander

Gatinhas e gatões,

daqui a pouco a crítica de terça-feira.

bjoks!

14.9.11

Dia 326 - Filme 326 - Casa Comigo?


Olá, amorecos

Na segunda-feira, dia 22 de agosto, meu primeiro dia de merecidas férias, aproveitei a TV a cabo e assisti a uma comédia romântica beeeem clichê, porque férias merecem coisas lights, não é mesmo?

A jovem Anna (Amy Adams) tem um relacionamento estável e promissor com seu namorado, Jeremy, um bem-sucedido cirurgião. Achando que chegou o dia do grande pedido de casamento, Anna se decepciona quando ganha um par de brincos ao invés de um anel de brilhantes.

De acordo com a tradição irlandesa, um homem que recebe um pedido de casamento no dia 29 de fevereiro (ano bissexto), não pode recusá-lo. E é baseada nessa tradição que Anna vai atrás do namorado na Irlanda onde ele vai participar de um congresso médico.

Ao chegar lá, Anna é pega de surpresa pelo mau tempo e não consegue chegar a Dublin. Decidida a pedir Jeremy em casamento de qualquer maneira, ela contrata Declan, um jovem bonitão dono de um pub irlandês para levá-la até a capital. Daí, tudo só piora: o carro dele estraga, ela é assaltada e sua mala é levada, eles enfrentam uma chuva de granizo que os faz perder o trem... e por aí vai. E, como toda comédia romântica, tudo dá errado de um lado, mas pro coração dá tudo certo. Anna percebe que Jeremy já não é aquilo que ela quer e Declan se dá bem no final.

O filme é bem bonitinho e os dois atores principais são super fofos juntos, além das paisagens lindas da Irlanda mostradas durante todo o filme. Amy Adams mostra que também é boa de comédia, já que vem se destacando em filmes de drama como “Dúvida” com Meryl Streep e “O Lutador”, visto aqui no blog.

Nota: 4 popcorns. Filme light, sem muitas pretensões, mas com ótimas cenas divertidíssimas.

Trailer com legendas. Iupiiiiiiii!



Ficha técnica:
Título original: Leap Year
Ano de lançamento: 2010
Diretor: Anand Tucker
Produção: Gary Barber, Chris Bender, Roger Birnbaum, Jonathan Glickman, Jake Weiner
Roteiro: Deborah Kaplan, Harry Elfont
Fotografia: Newton Thomas Sigel
Trilha Sonora: Randy Edelman
Elenco: Amy Adams, Matthew Goode, Adam Scott, John Lithgow, Noel O'Donovan

Queridões,

Daqui a pouco a crítica de terça-feira. Filme indicado pela minha hermanita Kekel.

bjoks

18.8.11

Dia 319 - Filme 319 - Doce Lar


Olá, queridões

Segunda, pra começar bem a semana é dia de comédia aqui no 365Pipocas, já quase na reta final do projeto de um ano. Acreditam? Nem eu!!!!

Aproveitei o dia para rever uma comédia que eu gosto bastante, mas que não recebeu críticas muito boas. Mas, como aqui as críticas são MINHAS, eu digo o que eu quiser, kkkkkk.

Melanie Carmichael (Reese Witherspoon) é uma promissora designer de moda que namora o lindão McDreamy ;) Andrew Hennings (Patrick Dempsey), filho da prefeita de Nova Iorque, Kate Hennings (Candice Bergen). Quando ele resolve pedi-la em casamento, dentro de uma loja enorme da Tiffany's com direito a escolher o brilhante que ela quiser, a vida de Melanie vira de pernas pro ar sulista.

Melanie ainda é casada com Jake (Josh Lucas), seu namoradinho do colégio que ela abandonou no Alabama para buscar seu sonho em NY. Por isso, ela precisa conseguir de uma vez por todas o divórcio do "caipirão" para casar-se com o príncipe encantado.

Mas, de volta à sua cidade, Melanie começa a perceber que seu lugar é ali, com seus verdadeiros amigos e a chama do amor por Jake volta a ficar forte. E todo mundo já sabe como é o final, né?

Eu gosto muito desse filme, pois sempre gostei dos personagens de Reese Whiterspoon. Ela tem um carisma muito grande e consegue conquistar quem assiste aos seus filmes. Mas, nesse, eu simplesmente A-D-O-R-O o cabelo dela, as roupas, os óculos de sol e os dois mocinhos que disputam seu coração, claro. ;)

Nota: 4 popcorns. Não é "A" comédia romântica, mas eu me divirto toda vez que assisto.

Trailer sem letrinhas! Humpf!



Ficha técnica:
título original: Sweet Home Alabama
ano de lançamento: 2002
direção: Andy Tennant
roteiro: C. Jay Cox, baseado em estória de Douglas J. Eboch
produção: Stokely Chaffin e Neal H. Moritz
música: George Fenton
fotografia: Andrew Dunn
direção de arte: Jay Pelissier
figurino: Sophie Carbonell
edição: Troy Takaki e Tracey Wadmore-Smith
elenco: Reese Whiterspoon, Josh Lucas, Patrick Dempsey, Candice Bergen

Bonitos e bonitas,

daqui a pouco a crítica de terça com filme indicado por minha mommy!

bjoks

9.8.11

Dia 312 - Filme 312 - Juntos pelo acaso


Olá, xuxus

Mais uma segunda-feira com mais uma comédia para começar bem a semana.

Bom, acho que vocês já sabem que eu não gosto nem um pouco da Katherine Heigl, já que ela esnobou e abandonou a série mais perfeita da história da televisão, a minha amada e idolotrada, salve, salve "Grey's Anatomy", como se alguém pudesse largar um sucesso como aquele de forma tão "não tô nem aí pra vocês", como ela fez. Mas, quero dizer que passei a odiá-la um pouquinho menos depois de assistir a "Juntos pelo acaso".

No filme, ela é Holly Berenson, uma banqueteira dona de uma patisserie em ascensão. Eric Messer (Josh Duhamel, o lindo marido da Fergie) é um operador de edição de esportes que vive a vida de mulher em mulher, todo os dias. Os dois têm amigos em comum e acabam marcando um encontro que nem começa direito, já que tudo dá errado desde que ela abre a porta de casa. Mas, mesmo odiando um ao outro, os dois têm que se aturar já que se tornam padrinhos da pequena Sophie, filha do casal de amigos responsável pela apresentação de um ao outro.

Quando a pequena fica órfã, Holly e Messer são nomeados seus tutores e devem morar juntos na casa dos amigos para criarem Sophie. Daí, o que já era ruim piora bastante. Holly é romântica e organizada, enquanto Messer é mulherengo e muito folgado. Os dois não têm nenhuma experiência com crianças e penam horrores para se adaptar à nova rotina de família, trocando fraldas, preparando papinhas e organizando seus horários para ainda conseguirem aproveitar a vida amorosa separadamente. Mas, claro, que os finais de comédias românticas são sempre iguais, então, já imaginam o que acontece né?

Eu gostei muito de "Juntos pelo acaso". Ri muito com diversas cenas hilárias, além de aproveitar para ver o tchuqui-tchuqui Josh Duhamel em um papel de comédia, já que eu não suporto assistir a "Transformers". A bebê Sophie é uma fofura e dá vontade de levar pra casa e Katherine Heighl também mostra que está afiada tanto nas cenas de comédia como nas partes dramáticas.

Nota: 4 popcorns. Pode assistir que vale a pena. Comédia super legal e sem apelação.

Trailer com letrinhas. Iupi!



Ficha técnica:
título original: Life as We Know It
ano de lançamento: 2010
direção: Greg Berlanti
roteiro: Ian Deitchman e Kristin Rusk Robinson
produção: Paul Brooks e Barry Josephson | Brad Kessell e Alexander F. Young
música: Blake Neely
fotografia: Andrew Dunn
direção de arte: Austin Gorg
figurino: Debra McGuire
edição: Jim Page
elenco: Katherine Heigl, Josh Duhamel, Christina Hendricks, Josh Lucas

Barbies e Kens,

consegui colocar o blog em dia. E hoje tem filme indicado na promoção dos 300 dias do 365Pipocas.

bjoks

2.8.11

Dia 304 - Filme 304 - Minhas Adoráveis Ex-Namoradas



Olá, xuxus!

Estavamos maridinho e eu no domingo pensando em ir à locadora para pegar um DVD de indicado ao Oscar de melhor filme, categoria do dia. Mas, trocando de canal na TV, vimos que ia começar a passar um filme com Jennifer Garner (umas das queridas do maridinho), então, antecipamos a categoria de segunda e a locadora ficou pra outro dia.

"Minhas Adoráveis Ex-Namoradas" é uma comédia romântica que tem como ator principal o bonitão Matthew McConaughey no papel de Connor Mead, um fotógrafo de sucesso, especialmente com as mulheres.

Com aversão absoluta ao casamento, ele vai ser o padrinho de seu único irmão no casamento dele durante o fim-de-semana. Lá, Connor encontra sua antiga namorada Jenny Perotti (Jennifer Garner), seu amor de infância (com cenas fofíssimas em flashbacks) e única paixão quando adulto. Os dois trocam farpas o tempo todo, especialmente quando Connor pra lá de Bagdad, resolve antecipar seu discurso de padrinho e detonar a "instituição" do casamento.

Connor mal sabe o que o espera, já que seu falecido tio Wayne Mead (Michael Douglas), um mulherengo que ensinou a arte da conquista a ele, resolve aparecer do além e avisa que Connor vai receber a visita de três fantasmas: o passado, o presente e o futuro. Todas elas vão abrir os olhos de Connor a respeito do amor e principalmente da chance que ele está despediçando ao não se declarar a Jenny.

De verdade, eu esperava que esse filme fosse bem fraquinho, mas confesso que me diverti bastante. Matthew e Jennifer têm química e as cenas de Michael Douglas são hilárias.

Nota: 4 popcorns. Filme bacana, comédia romântica no ponto. Assista sem filosofias, eheheeh.

Dispense o dicionário: trailer com legendas.



Ficha técnica:
título original: Ghosts of Girlfriends Past
ano de lançamento: 2009
direção: Mark Waters
roteiro: on Lucas e Scott Moore
produção: Brad Epstein e Jonathan Shestack
música: Rolfe Kent
fotografia: Daryn Okada
direção de arte: Maria L. Baker
figurino: Denise Wingate
edição: Bruce Green
elenco: Matthew McConaughey, Jennifer Garner, Michael Douglas, Emma Stone

Lindões,

já, já a crítica de segunda.

bjoks

25.7.11

Dia 298 - Filme 298 - Alguém tem que ceder


Olá, meus queridos

Mais uma segunda-feira aqui no blog e começando a semana bem, o dia é de comédia. Revi um filme muito engraçado, emprestado pela minha tia e minhas primas lindonas, com o lindão Keanu Reeves como coadjuvante.

Harry Samborn (Jack Nicholson) é um coroa que só namora mulheres mais jovens, com idade para serem suas filhas. Sua mais nova conquista é Marin (Amanda Peet) e os dois vão aproveitar o fim-de-semana na casa de praia da mãe dela, Erica Barry (Diane Keaton), uma escritora teatral de sucesso.

O que o casal não espera é que Erica também está na casa de praia e acaba, relutantemente, tendo que socorrer Harry após um quase-enfarto, quando tentava "brincar" com Marin. No hospital, o médico de Harry, Julian Mercer (Keanu Charmoso Reeves) interessa-se por Erica, mas coloca o paciente de repouso, sem que ele possa voltar para casa em Nova Iorque. Só restou a Harry ficar na casa de praia tendo Erica como babá.

Daí, já viu, né? Os dois passam a se conhecer melhor e Harry começa a mudar sua opinião sobre mulheres mais velhas. Erica fica dividida entre Harry e Julian, mas o amor fala mais alto e Paris acaba ajudando o casal. Qual deles? Só assistindo ao filme, pois aqui não conto, eheheheh.

"Alguém tem que ceder" é um filme divertido, engraçado e tem atuações ótimas de Jack e Diane (como a capa do filme ressalta). Daquelas comédias românticas que agrada pelo simples e pelos clichês, mas aqui nem são tantos assim. E ainda tem Frances McDormand como a irmã zen de Erica. Ótima! E eu amo o cabelo de Diane Keaton nesse filme. Lindíssimo!!!!

No comecinho do blog assisti a outro filme da mesma diretora desse aqui, Nancy Meyers: Simplesmente Complicado com Meryl Streep, Alec Baldwin e Steve Martin. Confira a crítica aqui.

Nota: 4 popcorns. Já assisti várias vezes e continuo recomendando.

Trailer sem legendas. :(



Ficha técnica:
título original: Something's Gotta Give
ano de lançamento: 2003
direção: Nancy Meyers
roteiro: Nancy Meyers
produção: Bruce A. Block e Nancy Meyers
música: Hans Zimmer
fotografia: Michael Ballhaus
direção de arte: Steve Graham e John Warnke
figurino: Suzanne McCabe
edição: Joe Hutshing
elenco: Jack Nicholson, Diane Keaton, Frances McDormand, Amanda Peet

Amores,

amanhã é dia de vocês por aqui. E aguardo a participação de todos na promoção dessa semana, ok?

bjoks e vamos dormir!

21.7.11

Dia 291 - Filme 291 - RED - Aposentados e Perigosos


Olá, minha gente

Mais uma segunda-feira aqui no 365Pipocas e dia de comédia pra começar a semana dando umas risadas, não é mesmo?

Desde a premiação do Globo de Ouro 2011, que eu estava com vontade de assistir a "RED". Pensei assim: Bruce Willis (charmosão) como um agente da CIA aposentado que se reúne com seus amigos velhotes em um filme de ação, cheio de perseguições e explosões deve valer a pena.

Willis é o ex-agente da CIA, Frank Moses que vive seus dias de aposentado em uma casa bonitinha com uma rotina que tem como maior emoção falar com Sarah (Mary-Louise Parker), uma atendente de telemarketing da Previdência Social.

Após ter sua casa destruída e com agentes matadores na sua cola, ele e Sarah, após um primeiro encontro muito inusitado, saem em busca de antigos amigos de Frank. Joe (Morgan Freeman), Marvin (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), todos aposentados da CIA vão ajudar Frank a descobrir quem mandou matá-lo e o motivo disso tudo. Claro que para isso eles vão destruir todos os prédios possíveis em inúmeras cidades do mundo, matar um bando de gente, acabar com um aeroporto e colocar um dos homens mais importantes dos EUA na mira das metralhadoras. Quase não é mentiroso, imaginem!!!!

Li vários comentários sobre esse filme na internet. Alguns a favor e alguns totalmente contra a obra. Confesso que eu me diverti muito. "RED" é cheio de piadas light, com cenas engraçadas e absurdas que lembram um pouquinho (pouquinho mesmo) os filmes dos irmãos Coen. Não é daqueles de rolar no chão de rir, mas vale a diversão.

"RED - Aposentados e Perigosos" foi indicado a melhor filme de comédia/musical no Globo de Ouro 2011.

Nota: 4 popcorns. Filme bem bacana com elenco de peso. Assista sem pretensões de grandes filosofias (pois, não tem nenhuma), apenas pra se divertir.

Trailer sem legendas :(



Ficha técnica:
título original: RED
ano de lançamento: 2010
direção: Robert Schwentke
roteiro: Erich Hoeber & Jon Hoeber, baseados nos quadrinhos de Warren Ellis e Cully Hamner
produção: Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian e David Ready (co produtor)
fotografia: Florian Ballhaus
direção de arte: Alec Hammond (desenho de produção)
figurino: Susan Lyall
edição: Thom Noble
elenco: Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Mary-Louise Parker

Xuxus,

daqui a pouco a crítica de terça. Estamos quase lá. ;)

bjoks

17.7.11

Dia 284 - Filme 284 - Fargo


Olá, gatinhas e gatões

Minha gente, tô até envergonhada desse atraso aqui no blog, mas como sempre digo pra vocês, os filmes estão sendo vistos. E como não quero escrever qualquer coisa aqui pra vocês, acabo demorando um pouquinho para colocar os posts em dia. Espero que me perdoem.

Na segunda-feira, resolvi aproveitar aquele canal mágico da minha TV a cabo e comprei bem baratinho o filme "Fargo", de um dos irmãos Coen, o Joel. Comédia de humor negro, não é daqueles filmes de rolar de rir no chão, mas é uma história muito engraçada.

Jerry Lundegaard (William H. Macy) é gerente de uma concessionária de automóveis em Minneapolis (EUA) e passa por problemas financeiros. Ele resolve contratar dois malandros na cidade de Fargo na Dakota do Norte, Carl Showalter (Steve Buscemi) e Gaear Grimsrud (Peter Stormare), para sequestrarem sua esposa, na tentativa de que o pai dela (um velhão riquíssimo) pague o resgate.

O problema é que os bandidos matam três pessoas após o sequestro e isso inicia uma investigação por parte da policial Marge Gunderson (Frances McDormand), uma grávida de sete meses muito engraçada, tranquila, com jeito de caipira e muito eficiente no que faz.

Marge une cada ponto dos assassinatos, checando ligações, placas de carros e histórias de pessoas até começar a fechar a história toda. Mas, o número de mortes vai aumentando, principalmente quando a quantia de dinheiro envolvida no resgate fica cada vez mais real.

"Fargo" é extremamente divertido. Não tem nada de piadas bestas e apelativas, mas muita construção boa de personagens, especialmente a ótima Marge. Mais um filme dos Coen que ganha nota boa por aqui ("Bravura Indômita" e "Um Homem Sério" já estiveram por aqui. Clique nos nomes para ver a crítica).

Nota: 4 popcorns. Tem cenas ótimas e personagens engraçadíssimos. Um pouco sangrento, mas de uma forma cômica.

Trailer sem legendas. :(



Ficha técnica:
título original: Fargo
ano de lançamento: 1996
direção: Joel Coen
roteiro: Joel Coen e Ethan Coen
produção: Ethan Coen
música: Carter Burwell
fotografia: Roger Deakins
direção de arte: Thomas P. Wilkins
figurino: Mary Zophres
edição: Ethan Coen e Joel Coen
elenco: William H. Macy, Frances McDormand, Steve Buscemi, Peter Stormare

Xuxus,

daqui a pouco a crítica de terça. Filme recomendado pela minha prima Lulú.

bjoks

11.7.11

Dia 277 - Filme 277 - Três Solteirões e um Bebê


Olá, meus queridos

Na segunda-feira, revi um clássico da Sessão da Tarde que eu sempre gostei de assistir, mas que não me lembrava de quase nada da história: Três Solteirões e um Bebê.

Peter (Tom Selleck), Michael (Steve Guttenberg) e Jack (Ted Danson) são três amigos solteiros que dividem um enorme apartamento próximo ao Central Park em Nova Iorque. Os rapazes aproveitam a vida como todo solteiro com dinheiro em NY: mulheres, festas e hobbies caros.

Peter é arquiteto, Michael é desenhista de quadrinhos e Jack é um ator ainda em busca da fama. No dia seguinte a uma festança de aniversário para Peter, Jack viaja para a Turquia a trabalho e avisa que vai ser entregue um pacote muito importante no apartamento e que alguns dias depois alguém iria passar para buscar. Mas, o que é "entregue" no apartamento é uma bebezinha de poucos meses chamada Mary com um bilhete da mãe dizendo que Jack é o pai e que ele deve cuidar da pequena.

Com o amigo fora da cidade, Peter e Michael têm que se virar para tomar conta de Mary. As cenas são engraçadíssimas quando eles tentam trocar a fralda da bebê ou quando vão dar banho nela na pia da cozinha.

O lance é que existe um outro pacote que foi entregue no apartamento: um envelope cheio de papelotes de heroína, que na verdade não são de Jack, mas de um amigo que pediu para que ele o recebesse. Daí, entra a polícia no meio, perseguições e bandidos, enquanto os três solteirões vão se apaixonando cada vez mais por Mary.

O filme é um clássico dos anos 1980. Eu até vi um cara com mulets (cabelo de argentino, sabe?) durante a festa de aniversário de Peter. A história é uma graça e os atores são ótimos. E não tem como não se apaixonar pela bebê Mary. É uma fofa!!!!

Curiosidade: Tem uma cena que eu vi um vulto escondido atrás de uma cortina, enquanto Jack fala com sua mãe para ajudá-lo com Mary. Li na internet que existem fóruns de discussão quanto à verdadeira identidade do vulto. Um monte de gente diz que é um fantasma que morreu no apartamento onde foi gravado o filme. Mas, os produtores garantem que é apenas um daqueles displays em tamanho natural de Jack, que foi esquecido pela produção durante a cena. Eu acho que não tem fantasma nenhum, já que em outra cena é possível ver o display bem de perto. ;)

Nota: 4 popcorns. Obrigatório filme dos anos 1980. E a sequência, chamada "Três Solteirões e uma Pequena Dama" também é muito legal.

Não achei uma versão do trailer que não seja para discutir o suposto fantasma. Então, trouxe uma cena bem bacana dos três cantando para a pequena dormir. Fofo!



Ficha técnica:
título original: Three Men and a Baby
ano de lançamento: 1987
direção: Leonard Nimoy
roteiro: Jim Cruickshank e James Orr, baseado em peça de Coline Serreau
produção: Robert W. Cort e Ted Field
música: Marvin Hamlisch
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte: Buena Vista Pictures
edição: Michael A. Stevenson
elenco: Tom Selleck, Steve Guttenberg, Ted Danson, Nancy Travis

Queridões,

daqui a pouco a crítica de terça. Filme dos anos 1980 também. Clássico!

bjoks

4.7.11

Dia 270 - Filme 270 - Eu odeio o Dia dos Namorados



Olá, amorecos

Na segunda-feira, resolvi dar uma economizada e assistir a um filme grátis naquele canal super bacana da minha TV a cabo. Mas, não fui muito feliz na minha escolha e vocês vão entender porquê.

Nia Vardalos e John Corbett, ambos de "Casamento Grego", reúnem-se de novo em mais uma comédia romântica. Só que "Eu odeio o Dia dos Namorados" é uma tentativa de comédia e fica bem distante do sucesso que foi o primeiro filme com o casal.

Genevieve (Vardalos) é dona de uma floricultura e adora um romance, o Dia dos Namorados, mandar flores e tem um comportamento de apaixonada por tudo o que faz. Menos com seus relacionamentos. Ela tem uma regra: cinco encontros e só. É o número máximo de saídas com o mesmo cara sem que ninguém fique magoado no final do prazo. E como ela é super feliz o tempo todo (chegando até a ficar enjoativo de tanta felicidade), Genevieve passa a ser uma conselheira amorosa de seus amigos.

A receita dá certo até que ela conhece Greg (Corbett), o novo dono de um restaurante no bairro que adora a idéia dos cinco encontros e a chama pra sair. A química entre os dois é imediata, mas o quinto encontro está chegando. Por causa de uma confusão, essa última saída não acontece e o sofrimento cai sobre as duas partes do casal. Genevieve passa a odiar o Dia dos Namorados e para sua humilhação ser completa, todos os seus amigos começam a namorar sem a ajuda dela. Mas, claro, tudo se resolve no fim e todos vivem extremamente felizes para sempre.

Sinceramente, o filme deve ter duas cenas engraçadas, ou nem isso. Repleto de cenas forçadíssimas, não tem nada a ver com a delícia que foi "Casamento Grego". Acho que Nia Vardalos achou que repetindo o casal, daria tudo certo. Tadinha, enganadíssima.

Nota: 2 popcorns. Comédia chata e forçada. Uma pena, porque o John Corbett é um fofuxo.

Trailer com legendas. Iupi!!!



Ficha técnica:
título original: I Hate Valentine's Day
ano de lançamento: 2009
direção e roteiro: Nia Vardalos
produção: Madeleine Sherak, William Sherak e Jason Shuman
música: Keith Power
fotografia: Brian Pryzpek
direção de arte: Carl Baldasso
figurino: Jenny Gering
edição: Steve Edwards e Tony Lombardo
elenco: Nia Vardalos, John Corbett, Judah Friedlander, Zoe Kazan

Bonitos,

daqui a pouco a crítica de terça. Filme com o lindão Ben Affleck. Êba!

bjoks

26.6.11

Dia 263 - Filme 263 - Como perder um homem em 10 dias



Olá, xuxus

Segunda foi dia de comédia por aqui e assisti a um DVD emprestado pela minha tia e minhas primas lindonas: Como perder um homem em dez dias. Obrigada, queridonas!!!!!

Eu já tinha assistido a essa comédia romântica muito legal com Kate Hudson e Matthew McConaughey, onde ela faz o papel de Andie Anderson, uma jornalista de uma revista feminina e ele é o publicitário Ben Barry.

Ben faz uma aposta com o dono da agência onde trabalha de que é capaz de fazer uma mulher se apaixonar por ele em 10 dias, e como prêmio, Ben ganha a conta publicitária de uma empresa de diamantes. Ao mesmo tempo, Andie está escrevendo uma reportagem de como perder um homem em 10 dias, ou seja, o que uma mulher acaba fazendo nos relacionamentos que expulsam os homens da vida delas.

Claro que vocês já entenderam que Ben conhece Andie e o relacionamento deles começa a andar de uma forma super engraçada: ela fazendo de tudo para acabar com a relação e ele aguentando tudo para ganhar a aposta, até mesmo receber um apelido nada másculo para seu órgão sexual: Princesa Sophia.

E como toda comédia romântica que se preze, dá tudo errado, o casal se separa, no dia seguinte a mocinha já conseguiu um emprego em outra cidade e está dentro do taxi para fugir, mas tudo se resolve no final e eles vivem felizes para sempre.

"Como perder um homem em 10 dias" é uma comédia muito legal, a química dos dois personagens é muito boa e é um filme que faz diferença na lista de milhares comédias românticas.

Nota: 4 popcorns. Tem cenas muito legais e o Matthew é um gato, né, meninas????

Trailer "corre pro dicionário"!



Ficha técnica:
título original: How to Lose a Guy in 10 Days
ano de lançamento: 2003
direção: Donald Petrie
roteiro: Kristen Buckley, Brian Regan e Burr Steers, baseado em livro de Michele Alexander e Jeannie Long
produção: Robert Evans, Christine Forsythe-Peters e Lynda Obst
música: David Newman
fotografia: John Bailey
direção de arte: James C. Feng e Brandt Gordon
figurino: Karen Patch
edição: Debra Neil-Fisher
elenco: Kate Hudson, Matthew McConaughey, Kathryn Hahn, Annie Parisse

Lindões,

na terça assisti a um filme com o lindão Matt Damon.

bjoks

19.6.11

Dia 256 - Filme 256 - Se eu fosse você


Olá, meu povo

Na segunda-feira, como vocês sabem, foi dia de comédia aqui no 365Pipocas. Procurando alguma coisa pra assistir, dei de cara com "Se eu fosse você" começando num canal da TV a cabo. Daí, resolvi rever essa comédia brasileira dirigida por Daniel Filho, que reúne dois atores brilhantes nos papéis principais - Tony Ramos e Glória Pires.

Cláudio e Helena (Ramos e Pires) são um casal comum, que vive uma vida rotineira com sua filha adolescente. Ele é publicitário e ela é professora de música num colégio católico, além de coordenar a rotina na bela casa do casal. Numa noite, após uma premiação de publicidade, os dois voltam para casa discutindo bobeiras. Após as clássicas acusações da vida a dois, Cláudio e Helena começam a falar as mesmas frases ao mesmo tempo e acabam com "Se eu fosse você!!!".

No dia seguinte, a surpresa para os dois. Por conta do alinhamento de vários planetas!, os dois trocam de corpos após a terrível frase, ou seja, Cláudio está no corpo de Helena e vice-versa. Daí, começa a comédia.

As cenas são muito engraçadas, especialmente as de Helena no corpo de Cláudio: como se acostumar com o órgão sexual de um homem? Como andar sem rebolar? Como aguentar piadinhas machistas e descobrir que é possível que seu marido tem uma amante no escritório?

"Se eu fosse você" é uma comédia light que deu muito certo. Tony Ramos dá um show sendo Cláudio ou Helena no corpo de Cláudio. Glória Pires também está bem, mas o filme é de Tony, sem dúvida. Tanto que teve uma continuação que levou o maior número de espectadores brasileiros ao cinema até a chegada de Tropa de Elite 2.

Nota: 4 popcorns. Filme bacana, que gera muitas risadas. Daqueles pra assistir sem "pensar" muito.

Trailer em português ;)



Ficha técnica:
título original: Se eu fosse você
ano de lançamento: 2006
direção: Daniel Filho
roteiro: Adriana Falcão, Daniel Filho, Renê Belmonte e Carlos Gregório
produção: Iafa Britz, Vilma Lustosa, Daniel Filho, Marcos Didonet e Walkíria Barbosa
música: Guto Graça Mello
fotografia: José Roberto Eliezer
figurino: Beth Filipeck
edição: Felipe Lacerda
elenco: Glória Pires, Tony Ramos, Thiago Lacerda, Danielle Winits

Gatinhas e gatões,

na terça tivemos Russel Crowe e Cate Blanchett por aqui. Já, já.

bjoks

13.6.11

Dia 249 - Filme 249 - Par Perfeito


Olá, meu povo!

Correria, correria, correria!!!! Semana passada não consegui respirar e só parei para ver o filme do dia, mas as críticas acabaram ficando para depois. Sorry!

Na segunda-feira, aproveitei os filmes grátis da TV a cabo e assisti a "Par Perfeito", que a minha amiga Babi me recomendou, tendo em vista o abdômen de Ashton Kutcher!!!! Valeu a pena, flore!

No filme, Jen (Katherine Heigl, traidora Izzie Stevens de "Grey's Anatomy") é uma moça que acaba de terminar um namoro e viaja para a França com seus pais (Tom Selleck e Catherine O'Hara) totalmente sem noção, daqueles que passam vergonha nos filhos o tempo todo. Lá, Jen conhece o homem perfeito (lindo, sarado, inteligente, divertido e educado) chamado Spencer, o tudo de bom Ashton Kutcher. Os dois se envolvem apaixonadamente e rapidinho já estão casados. Só que ela não conhece todos os segredos de seu amor - o cara é um matador profissional.

Alguns anos depois, Jen e Spencer vivem uma vida de casados tranquila e feliz até que o antigo chefe dele resolve dar as caras para contratar um último trabalho. Mas, o trabalho vira contra Spencer que passa a ser o alvo de uma perseguição milionária: quem matá-lo leva uma bolada. A coitada da Jen, que nunca soube de nada, tem que ajudar o marido a sair dessa, mesmo enfrentando dúvidas existenciais a respeito do relacionamento dos dois.

O filme é bacana, mas não sei se é implicância minha, mas a Katherine Heigl faz o mesmo papel sempre: a moça histérica e que se acha a linda e só é engraçada por conta dos gritos de desespero. Vale assistir pelo lindão do Ashton, claro!

Nota: 3 popcorns. Pra assistir uma vez tá bom.

Pelo menos o trailer é com letrinhas.



Ficha técnica:
título original: Killers
ano de lançamento: 2010
direção: Robert Luketic
roteiro: Bob DeRosa e Ted Griffin
produção: Scott Aversano, Jason Goldberg, Mike Karz, Ashton Kutcher e Chad Marting
música: Rolfe Kent
fotografia: Russell Carpenter
direção de arte: Missy Stewart
figurino: Johanna Argan
edição: Richard Francis-Bruce e Mary Jo Markey
elenco: Ashton Kutcher, Katherine Heigl, Tom Selleck, Catherine O'Hara

Xuxus,

prometo que vou correr para colocar tudo em dia por aqui, ok?

bjoks

30.5.11

Dia 242 - Filme 242 - Encontros e Desencontros


Olá, queridos!

Eu até tentei assistir ao novo filme da Sofia Copola, "Um Lugar Qualquer", comprando no Pay Per View da TV a cabo. Mas, quando comprei, o filme que apareceu não tinha nada a ver com a história de Stephen Dorff como um ator decadente e a relação dele com sua filha. Liguei, reclamei, mas mesmo assim vou ter que ficar de olho pra não cobrarem na fatura!!!!

Pra não deixar Sofia de lado, resolvi, então, assistir de novo a outra comédia dela que acabou de chegar na estante aqui de casa: Encontros e Desencontros.

Bob Harris (Bill Murray) é um ator na crise da meia idade que está em Tóquio como garoto-propaganda de um uísque japonês. Charlotte é uma garota de vintes e poucos anos que está na capital japonesa acompanhando seu marido que trabalha como fotógrafo de uma banda de rock. Mesmo com vários compromissos de trabalho, Bob passa muito tempo sem fazer nada na cidade. Charlotte faz menos coisas ainda, já que seu marido super workaholic a deixa sozinha no hotel por dias.

Hospedados no mesmo hotel, Bob e Charlotte acabam se cruzando e começam a construir uma amizade muito bacana. Cada um com seus problemas de relacionamento - ele num casamento falido e rotineiro e ela no início do seu -, de carreira - ela recém-graduada sem rumo e ele famoso, mas deprimido com os trabalhos atuais - e de sono - nenhum dos dois consegue dormir por conta do fuso horário -, Bob e Charlotte passam a sair juntos e conversar horas e horas, gerando entre eles cumplicidade e compreensão.

Eu simplesmente adoro esse filme. Já vi e revi e continuo dando risada das situações em que se encontram os personagens principais. A dificuldade dita no título é perceptível o tempo todo, não só com o idioma do Japão (mesmo com tradutores), mas com a cultura, a comida, as pessoas. Além da dificuldade de diálogo de Bob e Charlotte com seus próprios cônjuges - a mulher de Bob só dá atenção à reforma da casa deles e o marido de Charlotte só se preocupa com o trabalho.

Bill Murray está simplesmente perfeito no papel do ator cansado e deprimido e Scarlett Johansson traz doçura e sensualidade a um papel muito bacana que é Charlotte.

Eu sou meio suspeita quando se trata dos filmes de Sofia Copolla. Adoro "As Virgens Suicidas" e vocês já conhecem minha opinião sobre "Maria Antonieta" (reveja a crítica). Mas, "Encontros e Desencontros", com certeza total, é o meu filme preferido dessa diretora, ganhadora do Oscar de Melhor Roteiro Original por este filme 242 do 365Pipocas.

Nota: 5 popcorns. Comédia na medida certa com personagens ótimos e história deliciosa de se ver e rever e rever...

Ninguém perdido na tradução. Trailer com legendas!!!!



Ficha técnica:
título original: Lost in Translation
ano de lançamento: 2003
direção e roteiro: Sofia Coppola
produção: Sofia Coppola e Ross Katz
música: Brian Reitzell e Kevin Shields
fotografia: Lance Acord
direção de arte: Mayumi Tomita
figurino: Nancy Steiner
edição: Sarah Flack
elenco: Scarlett Johansson, Bill Murray, Giovanni Ribisi, Fumihiro Hayashi, Anna Faris

Crianças,

amanhã é dia de vocês por aqui. Só que estou sem indicações de filmes por parte dos meus amados seguidores. Cadê vocês?

bjoks

25.5.11

Dia 235 - Filme 235 - LOL - Rindo à toa


Olá, crianças do meu core!

Na segunda-feira estava sem opção aqui para a categoria "A Divina Comédia". Daí, procurando alguma coisa pra assistir, vi que ia passar um filme francês na TV a cabo chamado LOL - Rindo à toa. Resolvi encarar, mesmo sem saber do que se tratava.

O filme acompanha a vida de Lola, uma garota de 15 anos que vive em Paris com sua mãe e seus dois irmãos menores. Ela é uma garota popular na escola e tem uma turma animada e "descolada". A história acompanha essa galera na volta do ano letivo, quando Lola termina seu namoro com Arthur e passa a sofrer com a implicância do rapaz.

Mael é o melhor amigo de Lola e ela derrama todas as suas lamentações no ombro dele. E o que já estava escrito para todo mundo, menos para Lola, acontece: ela se apaixona por seu melhor amigo. Cheia de dúvidas a respeito da vida, passando por uma fase difícil após o divórcio de seus pais, Lola tem medo do que os colegas vão pensar a respeito de seu relacionamento com Mael.

O filme tem de tudo a respeito da vida dos adolescentes hoje em dia: relacionamentos imaturos, sexo sem compromisso, drogas, descobertas e incertezas. Confesso que fiquei com medo dessa maneira casual de encarar as relações, tanto amorosas quanto as de amizade. Tudo é muito liberado!!!! Imagino como será isso quando os meus futuros filhos estiverem nessa fase. :-0 Mas, é um filme interessante. A relação de mãe e filha é mostrada de uma forma doce e amarga ao mesmo tempo. E a atriz que faz a mãe de Lola, Sophie Marceau (Coração Valente, Sonhos de uma noite de verão) está muito bem no papel de uma mãe bem gente boa, mas que tem que ter pulso firme para não perder o respeito dos filhos.

Nota: 3 popcorns. Um filme bacaninha. Se estiver passando na TV a cabo, vale a atenção. Mas, só.

Trailer com legendas em inglês. Já ajuda!



Ficha técnica:
título original: LOL (Laughing out loud)
ano de lançamento: 2008
direção e roteiro: Lisa Azuelos
produção: Romain Le Grand
fotografia: Nathaniel Aron
direção de arte: Yvon Fustec
edição: Stan Collet
elenco: Sophie Marceau, Christa Teret, Jérémy Kapone, Marion Chabassol

Lindões,

já, já, a crítica de terça.

bjoks