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29.9.11

Dia 363 - Filme 363 - Guerra nas Estrelas - Uma Nova Esperança


Olá, guerreiros das galáxias ;)

Última quarta-feira do maridinho aqui no blog e ele me deu um presente tão legal pra assistir: Guerra nas Estrelas - Episódio IV - Uma Nova Esperança. Acho que eu tava com tanto medo do que ele ia aprontar na última semana que até agora não acredito que ele foi bonzinho comigo. Valeu, amore!

Gente, eu vou confessar uma coisa pra vocês que até fico com vergonha de revelar: o primeiro filme que eu vi da saga "Star Wars" foi o número um cronologicamente, ou seja, "A Ameaça Fantasma"!!!!! Até eu entrar na faculdade em 1999, eu nunca tinha visto nenhuma cena das histórias de Luke Skywalker, dos Jedis e de Darth Vader. E lembro até hoje que fui com o pessoal da faculdade para a estréia do episódio I e o maridinho, que já era louco por mim ;) foi quem me contou toda a história de cada personagem. Claro que, depois que nós começamos a namorar, ele assistiu comigo todos os primeiros filmes - episódios IV, V e VI.

No episódio IV, Darth Vader, o líder do Império Intergalático, captura a nave da senadora Princesa Léia (Carrie Fisher), pois ela está tramando contra o Império e faz parte da Aliança Rebelde, que luta contra as forças do malvadão de preto. Sabendo que vai ser presa, Léia grava uma mensagem no andróide R2-D2 para Obi-Wan Kenobi (Alec Guiness). O dróide e seu amigo C-3PO (Anthony Daniels) fogem da nave e caem no planeta Tatooine, onde são capturados e vendidos para Owen Lars e seu sobrinho Luke Skywalker (Mark Hamill).

Luke descobre a mensagem em R2-D2 e lembra-se de um ermitão que vive na região conhecido como Ben Kenobi. Com a ajuda e R2-D2 e C-3PO ele encontra o velho Ben que revela ser ele Obi-Wan Kenobi, antigo Jedi que lutou com o pai de Luke nas Guerras Clônicas. Vendo o pedido de ajuda de Léia, Kenobi decide ir até Alderan (onde estão os rebeldes) e Luke e os dróides o acompanham.

Para chegar até Alderan, eles têm que conseguir um piloto que os leve até lá. Em Mos Eislei eles contratam Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca e viajam até Alderan na nave Millenium Falcon (uma lata-velha que voa que é uma beleza, segundo Solo).

Enquanto Obi-Wan ensina a Luke as técnicas da "Força", "campo de energia criado por todas os seres vivos, que nos cerca, nos permeia e mantém a galáxia unida", segundo o velho Jedi, Léia é torturada por Darth Vader na Estrela da Morte, arma construida pelo Império para destruir o que aparecer pela frente. Vader ameaça destruir Alderan, mas com informações gravadas por Léia em R2-D2, os rebeldes conseguem armar um plano para destruir de uma vez por todas a Estrela da Morte.

Eu já cansei de falar aqui que não sou fã de filmes de fantasia, com exceção de "O Senhor dos Anéis". E agora revelo que também tenho a exceção para a saga "Guerra nas Estrelas". Eu não sei explicar o que é, mas os filmes de George Lucas são extremamente interessantes, talvez pela profundidade das relações dos personagens, ou mesmo pelo suspense que ele criou ao lançar os episódios IV, V e VI primeiro e depois contar o início da história. Gosto muito dos Jedis, seres serenos e sábios que mostram o quanto é importante a tolerância e a paciência para encontrar o caminho certo em todas as situações. Nesse filme, os Jedi não têm muito espaço, sendo representados apenas por Obi-Wan, mas já dá pra ter um gostinho do que vem pela frente nos outros filmes.

Além disso, a trilha sonora de John Williams é uma das mais famosas da história do cinema. O maridinho gosta tanto de "Guerra nas Estrelas" que a música que ele entrou na igreja no nosso casamento foi o tema final do episódio IV, quando Luke, Han Solo e Chewbacca são condecorados pela Princesa Léia. E ficou ótimo! Fã é fã mesmo!

"Guerra nas Estrelas - Episódio IV - Uma Nova Esperança" ganhou os Oscar de Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhores Efeitos Especiais, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e um Oscar especial a  Ben Burtt, pelo seu trabalho junto aos efeitos sonoros do filme. Recebeu indicações da Academia por Melhor Filme, Melhor Diretor (George Lucas), Melhor Ator Coadjuvante (Alec Guiness) e Melhor Roteiro Original.

Nota: 5 popcorns. Clássico de todos os tempos, obrigatórios para todos os fãs de cinema. Nem que seja pra opinar sobre eles depois.

Não trouxe o trailer, mas a cena onde rola a música do casamento do maridinho. A música é linda mesmo!



Ficha técnica:
título original: Star Wars
ano de lançamento: 1977
direção e roteiro: George Lucas
produção: Gary Kurtz
música: John Williams
fotografia: Gilbert Taylor
direção de arte: Leslie Dilley e Norman Reynolds
figurino: John Mollo
edição: Richard Chew, Paul Hirsch e Marcia Lucas
elenco: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Peter Cushing, Alec Guiness

Jedis do meu core,

nessa quinta é o último dia de "Drama já basta a vida" aqui no primeiro ano do 365Pipocas. Filme que eu aaaaammmooooo de paixão.

bjoks

25.9.11

Dia 346 - Filme 346 - O Poderoso Chefão


Olá, meninos e meninas

Desfazendo as malas e com saudades da Itália, me alertei de que ainda não tinha revisto "O Poderoso Chefão" aqui para o 365Pipocas. E em homenagem ao meu amigo Rafael Pastro que, sempre que nos encontramos com ele e minha querida amiga, Andressa, pede que eu assista a esse clássico do cinema mundial. Valeu, Rafa e Dessa pela constante lembrança!!!

"O Poderoso Chefão" conta a história da família Corleone, comandada pelo "padrinho" (godfather, em inglês) Don Vito Corleone (Marlon Brando), um homem poderoso, influente e temido em toda a cidade de Nova Iorque. Rodeado pelos filhos Sonny (James Caan), Fredo (John Cazale) e o caçula Michael (Al Pacino), Don Vito comanda um império da máfia e vai organizando os negócios com a ajuda de seu filho adotivo Tom Hagen (Robert Duvall).

Brigas entre as outras famílias de mafiosos, acerto de contas, assassinatos e várias situações onde Don Vito prova exatamente quão grande é seu poder e influência e vários ramos da sociedade são o que recheiam esse clássico dirigido por Francis Ford Coppola. Don Vito deixa seu posto para Michael, que assume a responsabilidade de tomar conta da família, bem mais precioso para um mafioso ítalo-americano.

A história de "O Poderoso Chefão" é tão complexa e extensa que o post ficaria enooooorme se eu contasse cada detalhe. Quem nunca ficou impressionado, ou mesmo com medo de Don Vito Corleone? Aquele jeito manso e educado dele que com poucas palavras, ou mesmo gestos quase imperceptíveis comprava que é ele quem manda no pedaço. Um cara que sempre resolve seus problemas com a frase "Farei uma proposta irrecusável a ele", comanda, não é mesmo?

Clássico do cinema americano, o filme concorreu a nove Oscar, vencendo como Melhor Filme, Melhor Ator (Marlon Brando) e Melhor Roteiro Adaptado em 1973 e se tornou referência para todos os filmes sobre mafiosos feitos desde então. Teve dois filmes em sequência: "O Poderoso Chefão - Parte 2" que mostra boa parte da vida de Don Vito ainda jovem, chegando à América e "O Poderoso Chefão - Parte 3", que fala das tentativas de Michael Corleone em rever e legalizar os negócios da família.

Nota: 5 popcorns. Um filme que reúne um elenco desse, com uma música marcante e que influenciou e continuará influenciando várias outras obras do cinema, tem que ganhar nota máxima por aqui.

Trailer sem legendas. :(



Ficha técnica:
título original: The Godfather
ano de lançamento: 1972
direção: Francis Ford Coppola
roteiro: Mario Puzo e Francis Ford Coppola, baseado em livro de Mario Puzo
produção: Albert S. Ruddy
música: Nino Rota
fotografia: Gordon Willis
direção de arte: Warren Clymer
figurino: Anna Hill Johnstone
edição: Marc Laub, Barbara Marks, William Reynolds, Murray Solomon e Peter Zinner
elenco: Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall, James Caan, Diane Keaton, Richard S. Castellano

Queridões,

"jázinho" vem a crítica de segunda-feira.

bjoks

8.8.11

Dia 310 - Filme 310 - Noivo Neurótico, Noiva Nervosa



Olá, queridos e queridas

Acabei me enrolando com os dias para entregar DVDs na locadora e tive que antecipar a categoria de domingo para esse sábado. Mas, tudo bem, o que tá valendo é que o filme do dia foi assistido ;)

Já tinha um tempo que eu queria assistir a "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa", um filme com título que eu tenho que parar pra pensar antes de falar se não sai tudo ao contrário. E como estou tentando colocar filmes inéditos na minha vida nesses últimos dias de blog, aproveitei para pegar esse na locadora.

Confesso que não assisti a muitos filmes de Woody Allen, mas gostei da maioria que vi. Por exemplo, achei "Celebridades" um filme bacana, "Vicky Cristina Barcelona" (visto AQUI no blog) muito divertido e estou doida pra ver "Meia-noite em Paris".

"Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" é um filme de 1977, mas é totalmente atual. Fala do desespero de começar e manter um relacionamento, as paranóias das duas partes que estão tentando conquistar o sexo oposto e, claro, as loucuras de Woody Allen. Ele é Alvy Singer, um comediante judeu, irritado com tudo e que tem regras para várias coisa da vida. Alvy conhece Annie (Diane Keaton), uma jovem que não tem muita perspectiva do que vai fazer no futuro e está iniciando uma carreira de cantora. Os dois começam a namorar e logo passam a morar juntos e mesmo se dando bem, as brigas e desentendimentos se iniciam rapidamente.

O mais legal do filme é a forma non-sense que Woody Allen traz para desenhar cada cena. Tem de tudo: desenho animado falando de sensualidade; Marshall McLuhan (o meio é a mensagem) aparecendo numa fila de cinema para que Alvy comprove que um cara está dizendo bobagens; e várias cenas em que no meio da conversa, Alvy vira pra você, espectador e conversa diretamente contigo. Mas, uma das cenas mais legais é quando Alvy está com seu analista ao mesmo tempo em que Annie está falando com a dela. A tela é dividida ao meio enquanto eles derramam suas queixas. O diálogo de um completa o do outro e fica uma coisa muito doida e engraçadíssima.

Gostei de "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" porque é uma comédia inteligente. Nada dos enlatados de hoje em dia que só tem sexo e baixaria. Diane Keaton me surpreendeu com sua Annie maluquinha, apaixonada e perdida. E Woody Allen atua, escreve e dirige uma história de mais de 30 anos atrás que poderia se passar tranquilamente por hoje.

Venceu quatro Oscar: melhor filme, diretor, atriz (Diane Keaton) e roteiro original. Woody Allen também foi indicado a melhor ator, mas não levou.

Nota: 4 popcorns. Filme bacana demais. Me diverti muito.

Pra vocês terem noção do non-sense do filme, trouxe a cena inicial com um monólogo de Alvy Singer, ou seria o próprio Woody Allen?



Ficha técnica:
título original: Annie Hall
ano de lançamento: 1977
direção: Woody Allen
roteiro: Woody Allen e Marshall Brickman
produção: Charles H. Joffe e Jack Rollins
fotografia: Gordon Willis
direção de arte: Mel Bourne
figurino: Ralph Lauren e Ruth Morley
edição: Wendy Greene Bricmont e Ralph Rosenblum
elenco: Woody Allen, Diane Keaton, Tony Roberts, Carol Kane

Lindões,

daqui a pouco a crítica de domingo.

bjoks

25.7.11

Dia 297 - Filme 297 - Contatos Imediatos de Terceiro Grau


Olá xuxus!

Ontem terminei de assistir ao filme do dia muito tarde, então, deixei a crítica pra hoje. Por conta de data de devolução na locadora, o maridinho pediu pra anteciparmos a categoria dele e assistir a "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", ficção-científica escrita e dirigida por um tal de Steven Spielberg. ;)

O filme começa com uma descoberta de vários aviões da Segunda Guerra Mundial numa região de deserto. Apenas um detalhe faz com que o evento seja inacreditável: as aeronaves estão desaparecidas desde a época da guerra e encontram-se intactas. Ao mesmo tempo, um garotinho é acordado por seus brinquedos que ganham vida durante a noite, enquanto luzes no céu o levam para fora de casa e sua mãe sai a procura dele. No mesmo momento, o eletricista Roy Neary (Richard Dreyfuss) vive um contato imediato de terceiro grau e participa de uma perseguição da polícia a luzes que correm pelo céu.

Roy fica obcecado com as luzes e a possível presença alienígena na Terra. Ele passa os dias visualizando uma montanha muito estranha e fica tentando fazer modelos dela com tudo, inclusive uma réplica de terra e grama dentro de casa. Gillian, a mãe do garotinho dos brinquedos, também vê a mesma montanha em seus pensamentos e os dois vão até o Wyoming, após verem uma reportagem na TV comprovando que o lugar é real.

O exército e a ONU começam a estudar esses contatos no Wyoming, após descobrirem que dados enviados pelos "aliens" são coordenadas cartográficas que indicam a montanha como possível local do contato definitivo entre as duas raças. Lá, eles constroem rapidamente uma pista de pouso, mentindo para a população local de que um acidente de trem poluiu o ar com gás tóxico e todos devem evacuar a região.

Roy e Gillian conseguem chegar à região da montanha e presenciam a aparição de várias naves espaciais e um show de luzes, acompanhados de notas musicais que repetem os sons emitidos por uma nave que apareceu na Índia (trilha de John Williams, perfeita!). Um contato mega-master acaba acontecendo e só posso dizer que os ETs sabem muito sobre a nossa raça e nós não sabemos nada sobre eles. "No spoilers, please!"

É impossível acreditar que esse filme foi feito em 1977! Os efeitos especiais são perfeitos para a época e a trilha sonora é um personagem do filme. Spielberg colocou sua paixão pelo espaço e por vida fora da Terra (leia-se E.T - o Extraterrestre) e fez um filme muito bacana, um dos poucos em que os aliens são do bem. Mas, como muitos sabem, não sou fã de ficção-científica e achei o filme muito longo e bem parado, apesar de ficar impressionada com a grandeza das cenas.

Oscar: Venceu na categoria de melhor fotografia e recebeu um Oscar especial, pela edição dos efeitos sonoros do filme. Foi também indicado nas categorias de melhor diretor, melhor atriz (Melinda Dillon), melhor direção de arte, melhor edição, melhores efeitos especiais, melhor som e melhor trilha sonora.

Nota: 4 popcorns. Filme que marcou o cinema e que é tão copiado até hoje. Não é muito a minha praia, mas recomendo a todo mundo.

Pro trailer, corre pro dicionário.



Ficha técnica:
título original: Close Encounters of the Third Kind
ano de lançamento: 1977
direção: Steven Spielberg
roteiro: Steven Spielberg
produção: Julia Phillips e Michael Phillips
música: John Williams
fotografia: William A. Fraker, Douglas Slocombe e Vilmos Zsigmond
direção de arte: Daniel A. Lomino
edição: Michael Kahn
elenco: Richard Dreyfuss, François Truffaut, Teri Garr, Melinda Dillon

Amorecos,

daqui a pouco a crítica de segunda.

bjoks

20.6.11

Dia 259 - Filme 259 - Tubarão


Olá, meus xuxus!

Na quinta, alterei a categoria de drama para a de Oscar do domingo, já que no Dia dos Namorados assisti a "Namorados para Sempre". Então, procurando um filme no canal super da minha TV a cabo, achei "Tubarão", que foi indicado a vários Oscar, incluindo Melhor Filme, e que eu nunca tinha assistido.

Martin Brody (Roy Scheider) é o novo xerife de uma cidade litorânea, que tem sua economia baseada no turismo. Poucos dias antes do feriado da Independência, uma moça aparece morta na praia, coberta de dentadas e com várias partes do corpo aos pedaços. O xerife, suspeitando de que poderia ser um ataque de tubarões, solicita a interdição das praias, mas o prefeito da cidade não quer perder dinheiro no feriado. Para convencê-lo, o xerife contata um especialista em tubarões, Matt Hooper (Richard Dreyfuss), mas ele também não consegue mudar a idéia do prefeito sobre a segurança das praias.

No dia seguinte, uma criança também é atacada e durante o feriado, várias pessoas presenciam a chegada de um tubarão enooorme na praia. Brody e Hooper decidem se unir a um pescador maluco (que adora caçar tubarões), para ir atrás do bichão e acabar com o medo da população local. Daí, o filme fica mais tenso ainda. Cenas ótimas em alto-mar de ataque do tubarão e as técnicas para apagar o monstrengo ficam cada vez melhores com a perfeita trilha sonora de John Williams. Na minha opinião, um dos temas mais marcantes de toda a história do cinema. Vai dizer que nunca cantou a música de Tubarão brincando na piscina???

Nota: 5 popcorns. Suspense na medida certa! Spielberg dando show desde o início. Obrigatório assistir!

Trailer tenso e sem legendas.



Ficha técnica:
título original: Jaws
ano de lançamento: 1975
direção: Steven Spielberg
roteiro: Carl Gottlieb, baseado em livro de Peter Benchley
produção: David Brown e Richard D. Zanuck
música: John Williams
fotografia: Bill Butler
edição: Verna Fields e Steven Spielberg
elenco: Roy Scheider, Robert Shaw, Richard Dreyfuss, Lorraine Gary

Bonitos,

sexta foi dia da criançada por aqui.

bjoks

28.5.11

Dia 236 - Filme 236 - Mad Max


Olá, xuxucos!

Na terça-feira, por conta da data de devolução dos DVDs na locadora, antecipei a categoria do maridinho, para assistir a "Mad Max" indicado por ele. Gente, o arrependimento não foi só meu.

Eu lembro de ver pedaços de "Mad Max" na Sessão da Tarde, aqueles carros no deserto, a Tina Turner toda doidona e tal. Mas, isso tudo está em "Mad Max 2". Nesse primeiro filme não tem nada disso.

De acordo com a história, num futuro apocalíptico sem combustível suficiente para a população, esse artigo vira coisa rara e motivo de brigas e matança. Numa cidade do interior, um grupo de motoqueiros delinquentes causa desordem enquanto é perseguida por policiais patrulheiros das estradas. Max Rockatansky (Mel Gibson) é um desses policiais, conhecido como Mad Max, por sua postura insana quando está trabalhando.

Mad Max enche-se de ódio após a morte de seu parceiro, causada pelos motoqueiros do mal. Na tentativa de esquecer essa perda, ele sai de férias com sua esposa e seu filhinho, mas um encontro inesperado dela com os delinquentes, dão início a uma perseguição sanguinária que termina numa horrível tragédia.

Minha gente, eu acho que nós assistimos ao filme com a lembrança de Mad Max 2 e por isso achamos esse primeiro horrível. O filme é muito perdido e eu acho que o que justifica toda a febre de "ótimo filme de ficção" que rola por trás desse "Mad Max" é por conta do filme 2. Não tem explicação!!!!! Sem pé nem cabeça, um monte de cenas perdidas, sem um pingo de ligação entre uma parte e outra. Nem o maridinho gostou, acreditam?

Mesmo não gostando, eu até tentei tirar uma fotinha com cara de "Mad Max". Ainda que seja mais para o filme 2.

Nota: 2 popcorns. Até que tem umas cenas de perseguição e explosões que vale a pena.

Trailer sem letrinhas. :(



Ficha técnica:
título original: Mad Max
ano de lançamento: 1979
direção: George Miller
roteiro: George Miller e James McCausland
produção: Byron Kennedy
música: Brian May
fotografia: David Eggby
direção de arte: Jon Dowding
figurino: Clare Griffin
edição: Cliff Hayes e Tony Paterson
elenco: Mel Gibson, Joanne Samuel, Hugh Keays-Byrne, Steve Bisley

Bonitos,

daqui a pouco a crítica de quarta.

bjoks

17.5.11

Dia 222 - Filme 222 - Três Dias do Condor


Olá, meus queridos!

Gente, vamos chegar lá, ok? Na terça-feira assisti a um filme indicado e claro, emprestado pela minha amiga Aline. Sinceramente eu nunca tinha ouvido falar em "Três Dias do Condor", filme com o bonitão Robert Redford e com a Faye Dunaway.

Dirigido por Sidney Pollack, mesmo diretor de "Tootsie" e "Entre Dois Amores" já vistos aqui no 365Pipocas, "Três Dias do Condor" conta a história do agente da CIA, Joseph Turner, que não tem uma vida muito agitada na agência. Ele trabalha em uma sessão onde as pessoas lêem o tempo todo, tentando identificar em livros e revistas alguma pista de conspiração de outros países ou mesmo dentro dos EUA. Muito louco isso, né?

Num dia comum de trabalho, todos os colegas de trabalho de Turner são assassinados enquanto ele sai para comprar o almoço do pessoal. Desesperado com a situação toda, só lhe resta entrar em contato com a CIA, identificando-se com seu codinome "Condor", para ser orientado a respeito do que fazer. Ele percebe que as ações da CIA levam a crer que o pescoço dele também está na reta. Mas, ele não vai deixar barato.

Sem saber muito o que fazer, já que não é um agente de campo, ele acaba sequestrando a fotógrafa Kathy Hale (Faye Dunaway) para conseguir um lugar para ficar enquanto pensa nos próximos passos para descobrir o que aconteceu com seus colegas e o porquê da CIA estar atrás dele.

Vou contar uma coisa pra vocês. Eu acho Robert Redford um charme total, criador do Festival de Sundance, totalmente um cara "cool". Mas, não gostei muito desse filme, não. A história é até interessante, mas eu achei que tem muitas cenas perdidas e não gostei da química entre Redford e Dunaway. Mas, não sei explicar muito bem o motivo.

Nota: 3 popcorns. Infelizmente não gostei tanto desse filme como de "Tootsie" e "Entre Dois Amores". Pra assistir uma vez só tá bom.

Trailer sem letrinhas.



Ficha técnica:
título original: Three Days of Condor
ano de lançamento: 1975
direção: Sydney Pollack
roteiro: Lorenzo Semple Jr. e David Rayfiel, baseado em livro de James Grady
produção: Stanley Schneider
música: Dave Grusin
fotografia: Owen Roizman
direção de arte: Gene Rudolf
figurino: Theoni V. Aldredge e Joseph G. Aulisi
edição: Don Guidice
elenco: Robert Redford, Faye Dunaway, Cliff Robertson, Max von Sydow

Xuxus,

daqui a pouco a crítica de quarta, que teve alteração de categoria.

bjoks

10.5.11

Dia 215 - Filme 215 - Apocalypse Now


Olá, meu povo!

Gente, quero dizer que eu não esqueci do blog não, ok? Fiquem calmos! Os filmes estão sendo assistidos, mas a correria tá muita! Mas, vamos colocar isso em dia!

Na terça-feira assisti a um filme indicado-emprestado pela minha amiga Aline, considerado um clássico do cinema de guerra: Apocalypse Now. Assisti à versão de 2001, chamada "Apocalypse Now Redux" que tem 60 minutos a mais que a versão original de 1979, totalizando impressionantes 210 minutos. Gente, são três horas e trinta minutos de filme!!! Acho que até hoje o mais longo já assistido na minha humilde vida de cinéfila.

Bom, durante a Guerra do Vietnã, um grupo do alto escalão do exército americano (um deles o quase desconhecido Harrison Ford) ordena que o capitão Willard (Martin Sheen), encontre e dê fim ao coronel Kurtz (Marlon Brando), um militar que enlouqueceu com a guerra e que está realizando massacres contra inocentes no Camboja.

Willard, um veterano naquela guerra, já cansado das maluquices dos confrontos, mas que também não consegue ficar sossegado em casa, sobe o rio em busca do maluco. Com a escolta de quatro soldados que não sabem de nada sobre a missão, Willard encontra
de tudo pelo caminho: um coronel maluco que aproveita os helicópteros do exército para levá-lo para surfar; marinheiros que usam o rio para fazer manobras radicais; e claro, muita, mas muita matança mesmo, até chegar ao encontro com seu alvo.

O problema ao chegar ao local onde Kurtz vive é que a população local idolatra o coronel como a um deus. Protegido pelo povo, Kurtz age como lhe convém e Willard tem que decidir se completa sua tarefa ou não.

O filme é impressionantemente verdadeiro. Quer dizer, eu não estive na Guerra do Vietnã ;) mas pelo que a gente ouve e lê sobre o que aconteceu lá, parece bem lógico "Apocalypse Now" mostrar toda a loucura, a sujeira, o desequilíbrio e a carnificina daquele lugar. Martin Sheen, com cara de criança, segura a onda e nos oferece um soldado confuso e com medo, que questiona a sua real missão no meio daquele caos.

Assisti a poucos filmes de Francis Ford Coppola. Da saga da família Corleone só vi "O Poderoso Chefão". E gosto muito também de "O homem que fazia chover" com Matt Damon. Mas, um diretor que levou três anos para conseguir terminar o filme, mesmo depois de vários obstáculos, inclusive um enfarto de Martin Sheen durante as gravações, prova que é um apaixonado pela sétima arte e que merece o reconhecimento que tem. Além de ser pai de Sofia Coppola, diretora que eu gosto muito.

Nota: 4 popcorns. Um filme intenso. Mas, prepare-se para várias horas assistindo.

Trailer sem legendas :(



Ficha técnica:
título original: Apocalypse Now Redux
ano de lançamento: 1979
direção: Francis Ford Coppola
roteiro: Francis Ford Coppola e John Milius, baseado em romance de Joseph Conrad
produção: Francis Ford Coppola
música: Carmine Coppola, Francis Ford Coppola e Mickey Hart
fotografia: Vittorio Storaro
direção de arte: Angelo P. Graham
figurino: Charles E. James
edição: Lisa Fruchtman, Gerald B. Greenberg, Richard Marks, Walter Murch e Randy Thom
elenco: Marlon Brando, Robert Duvall, Martin Sheen, Frederic Forrest, Dennis Hopper

Amorecos,

daqui a pouco a crítica de quarta.

bjoks

20.3.11

Dia 171 - Filme 171 - Golpe de Mestre


Olá, meus queridos!

Nesse domingo, Dia de Oscar por aqui, assisti a um filme emprestado pela minha amiga Aline, que está curtindo uma praia nas férias e ainda postando fotos do almoço dela (lagosta, camarão...) para ficarmos com vontade aqui no Planalto Central. Amiga, valeu pelo DVD, mas você ta sacaneando com essas fotos, viu?

“Golpe de Mestre” é um filme de 1973 estrelado por Robert Redford e Paul Newman. No longa, Redford é o trambiqueiro Johnny Hooker que ganha a vida aplicando os mais criativos golpes o tempo todo e em todo mundo que cruza o seu caminho. Newman é o experiente malandro Henry Gondorff que também tem uma vida parecida com a de Hooker, mas como muitos anos de trapaças na frente. Após a morte do parceiro de Hooker, Luther, ele se une à Gondorff para aplicar um golpe no banqueiro ganancioso e milionário, Doyle Lonnegan.

Eles montam uma casa de apostas em corridas de cavalos, mas só de fachada, para que Lonnegan deixe todo o seu precioso dinheirinho lá. Hooker finge ser o garçom que trabalha na casa e que quer passar a perna no patrão Gondorff, que faz o papel do proprietário do estabelecimento. O problema é quando o FBI exige que Hooker entregue Gondorff no dia do golpe.

O filme é ótimo, cheio de cenas engraçadas e o golpe é muito bom!!!! Redford está excelente no papel de aprendiz de malandro, mas eu não consigo percebê-lo muito quando quem é seu parceiro de filme é o meu coroa, Paul Newman, que como sempre dá o show! Venceu sete Oscar, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro original.

Ah, e não foi programado esse filme cair no dia 1-7-1 do blog. Legal, né?

Nota: 5 popcorns. Filme leve que deixa a gente se divertir! Recomendadíssimo!

Corre pro Google Translator. Sem letrinhas!



Ficha técnica:
Título original: The Sting
Ano de lançamento: 1973
direção: George Roy Hill
roteiro: David W. Maurer e David S. Ward
produção: Tony Bill, Julia Phillips e Michael Phillips
música: Scott Joplin
fotografia: Robert Surtees
direção de arte: Henry Bumstead
figurino: Edith Head
edição: William Reynolds
elenco: Paul Newman, Robert Redford, Robert Shaw, Charles Durning

Xuxus,

segunda é dia de comédia por aqui. Confiram!

bjoks

Dia 170 - Filme 170 - Touro Indomável


Olá, meus amados!

Sábado foi dia de biografia aqui no 365Pipocas e assisti a um filme super famoso da também conhecida parceria entre Martin Scorsese e Robert De Niro: Touro Indomável.

Jake La Motta é um boxeador que começou sua carreira em 1941 e ficou conhecido como o "Touro do Bronx". A violência de La Motta não aparece só nos ringues, mas em todos os relacionamentos de sua vida. Um cara perturbado que ama e odeia a esposa ao mesmo tempo, trata seu irmão e treinador como um cachorro e sua vida pessoal influencia em suas vitórias e derrotas o tempo todo.

O filme fala da rápida ascensão de La Motta na carreira de boxe e ao mesmo tempo o declínio de sua vida pessoal, repleta da mais pura violência. Famoso por ser o primeiro lutador a vencer o campeão Sugar Ray Robinson (considerado o maior lutador do século 20 pelo Associated Press), La Motta age na maioria das vezes como um animal, brutalidade extrapolando seus músculos e ele só sabe resolver uma discussão com socos e pontapés, independente do oponente.

"Touro Indomável" é um clássico dos anos 1980, considerado um marco no cinema e um exemplo de "filme de diretor". Scorcese soube transportar a vida cheia de traumas e violência de La Motta para as telas de forma brilhante. E nem precisamos falar de Robert De Niro, provavelmente um dos maiores atores de todos os tempos. Eclético, camaleônico, detalhista, ele nos entrega um Jake La Motta real, com emoções e sentimentos palpáveis, amado e odiado pelo espectador, que no final acaba torcendo pela recuperação do astro do boxe.

Nota: 5 popcorns. Gostei muito do filme, apesar da violência e de ser um pouco parado. Mas, não tem como dar outra nota!

Trailer sem letrinhas :(



Ficha técnica:
título original: Raging Bull
ano de lançamento: 1980
direção: Martin Scorsese
roteiro: Paul Schrader e Mardik Martin, baseado em livro de Jake LaMotta, Joseph Carter e Peter Savage
produção: Robert Chartoff e Irwin Winkler
música: Robbie Robertson
fotografia: Michael Chapman
direção de arte: Kirk Axtell e Alan Manser
figurino: Richard Bruno
edição: Thelma Schoonmaker
elenco: Robert De Niro, Cathy Moriarty, Joe Pesci, Frank Vincent

Fofuxos,

domingo, pé de cachimbo e dia de Oscar no 365Pipocas.

bjoks!

8.2.11

Dia 131 - Filme 131 - Laranja Mecânica


Olá, amados!

O filme de hoje foi indicado pela minha tia lindona, que hoje deve estar babando com o neto postiço que ela ganhou. Parabéns pra Jú, tia! E obrigada pelo empréstimo do DVD ;)

Acho que todo mundo já ouviu falar de "Laranja Mecânica" de Stanley Kubrick e não da seleção holandesa de futebol ;) Bom, eu sempre imaginei como seria esse filme super famoso desse diretor bem diferente de todos, mas nunca pensei que seria toda essa loucura que eu vi hoje.

O filme fala de Alex DeLarge, um adolescente delinquente que curte Beethoven, vive em Londres num futuro indeterminado e comanda uma gangue de marginais que gosta de espancar, roubar, estuprar e matar pessoas gratuitamente. Após um crime brutal, Alex é enviado para a prisão onde deve permanecer trancafiado por 14 anos. Lá ele descobre que o governo está desenvolvendo um novo método corretivo para prisioneiros que pode deixá-lo livre bem antes do que ele imagina. Esperto, ele dá um jeito de ser escolhido para o tratamento.

A idéia é que os criminosos sejam tratados através de injeções, análise do cérebro e, principalmente, assistindo sessões de vídeo intermináveis onde são mostradas as piores formas de violência, até que o corpo do "paciente" comece a reagir fisicamente a cada cena. Esse é o truque do tratamento: sempre que o criminoso pensa em cometer um ato violento, seu corpo diz que não, deixando-o sem escolha própria de usar a violência ou não.

O filme é uma viagem maluca! Tudo é baseado no sexo, violento ou consensual. A violência está na vida de Alex como parte dele, desde o seu olhar até o seu menor gesto. Sinceramente, eu achei que não ia gostar de nada no começo do filme, mas achei interessante. Mas, pra assistir uma vez só tá bom.

Nota: 3 popcorns. Pode ser um filme perfeito para muitos, principalmente pela influência dele no cinema, mas pra mim a nota é essa.

Trailer "The book is on the table".



Ficha técnica:
título original: A Clockwork Orange
ano de lançamento: 1971
direção: Stanley Kubrick
roteiro: Stanley Kubrick, baseado em livro de Anthony Burgess
produção: Stanley Kubrick
música: Wendy Carlos
fotografia: John Alcott
direção de arte: Russell Hagg e Peter Shields
figurino: Milena Canonero
edição: Bill Butler
elenco: Malcolm McDowell, Patrick Magee, Michael Bates, Warren Clarke

Lindões,

amanhã é dia do maridinho aqui no blog. Bem que ele podia me indicar um filme do Oscar no cinema, né?

bjoks

23.1.11

Dia 115 - Filme 115 - Todos os Homens do Presidente


Olá, bonitos e bonitas!

Domingo da preguiça, mas com muita coisa pra fazer. Acabei de encontrar uns amigos, conhecemos um restaurante novo e ainda passei no supermercado pra comprar umas coisinhas ou a minha diarista me matava!!!


O filme de hoje foi um patrocínio da minha amiga Aline (Jasmin), que está me ajudando a aumentar o número de filmes de outras décadas que não sejam 1990 e 2000. E o filme é a cara dela, jornalista apaixonada, defensora da necessidade do diploma e tudo mais. Valeu, flore!!!

Eu já tinha assistido a "Todos os Homens do Presidente", mas não me lembrava direito da trama toda. Meses antes da reeleição do presidente Richard Nixon, cinco homens são presos com câmeras e microfones no quartel-general do Partido Democrata, o edifício Watergate. Dois jornalistas do Washington Post, Bob Woodward (Robert Redford, o Brad Pitt daquela época) e Carl Bernstein (Dustin Hoffman) começam a investigar o que esse grupo fazia no edifício.

O que parecia ser apenas um incidente pequeno de briga entre partidos, revelou ser um esquema de espionagem envolvendo até ex-membros do FBI e da CIA. Woodward e Bernstein buscam a fundo as informações a respeito da participação de membros do Comitê da campanha de reeleição de Nixon no esquema de Watergate. No fim das contas, os dois desmascaram a maior treta já realizada por um partido político, fazendo com que o então presidente Nixon renuncie ao cargo, ato nunca realizado por outro presidente dos EUA.

O filme é puro jornalismo. Fontes anônimas, telefonemas reveladores, anotações em guardanapos ou maços de cigarros e a construção dos fatos com base no testemunho dos envolvidos. Outra coisa curiosa é a forma como a matéria é elaborada, o cuidado dos editores em publicar ou não aquela bomba, tomando decisões pensadas, sem impulsos, o que faz o material ter credibilidade. Redford e Hoffman dão um show e o filme é dirigido por Alan J. Pakula, o mesmo de A Escolha de Sofia, que eu quero assistir novamente, agora no blog. Indicado a oito Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor. Venceu nas categorias Melhor Ator Coadjuvante (Jason Robards), Melhor Direção de Arte, Melhor Som e Melhor Roteiro Adaptado.

Curiosidade: os jornalistas reais, Bob Woodward e Carl Bernstein ganharam vários prêmios com seu trabalho no caso Watergate e ainda trabalham envolvidos com jornalismo, de acordo com a Wikipédia.

Nota: 5 popcorns. O filme é excelente, mesmo sendo tão rápido quanto à investigação, o que deixa a gente sem fôlego pra entender toda a trama. Recomedadíssimo!

Trailer sem letrinhas :(



Ficha técnica:
título original: All the President's Men
ano de lançamento: 1976
direção: Alan J. Pakula
roteiro: William Goldman, baseado em livro de Bob Woodward e Carl Bernstein
produção: Walter Coblenz
música: David Shire
fotografia: Gordon Willis
edição: Robert L. Wolfe
elenco: Dustin Hoffman, Robert Redford, Jason Robards, Jack Warden, Jane Alexander

Lindões,

amanhã tem comédia por aqui.

bjoks

13.12.10

Dia 74 - Filme 74 - Os irmãos cara-de-pau


Olá, amorecos!

Dia de dar risadas aqui no 365Pipocas. Ah, e vocês torceram pouco, ok? A correria continua!!!!

O filme de hoje foi patrocínio da minha amiga Aline, mãe da Bebel Gilberto. Valeu, flor. Economizei na locação!


"Os Irmãos Cara-de-Pau" começa com a saída de Jake (John Belushi) da cadeia, o reencontro com seu irmão Elwood (Dan Aykroyd) e a descoberta que o orfanato onde foram criados será fechado pela prefeitura por conta de uma dívida de US$ 5 mil.

Após um sinal divino, os dois começam a odisséia para retomar a formação original da banda "The Blues Brothers", que segundo eles fez muito sucesso antes de Jake ir parar na prisão e será a solução para a dívida do orfanato. Mas, pros integrantes, Jake e Elwood não contam nada sobre a falta de shows e que eles estão jogados à própria sorte.

O filme é cheio de números musicais com nomes famosos da música da época: James Brown, Ray Charles, Aretha Franklin e outros. Além disso, conta com a participação da Princesa Léia do Star Wars, Carrie Fisher, num papel muito doido e engraçado!

Nota: 3 popcorns. O filme não é de fazer xixi na roupa de rir, mas tem seus momentos engraçados e as participações especiais são bem legais.

Ixi, tem que pegar o dicionário!



Ficha técnica:
Título original: The Blues Brothers
Ano de lançamento: 1980
direção: Henry Larrecq
roteiro: Dan Aykroyd e John Landis
produção: Robert K. Weiss
música: Elmer Bernstein
fotografia: Stephen M. Katz
elenco: John Belushi, Dan Aykroyd, James Brown, Cab Calloway, Carrie Fisher

Amorecos,

amanhã é dia de indicação dos seguidores aqui no blog. Espero os comentários.

bjoks

12.12.10

Dia 73 - Filme 73 - Kramer vs Kramer


Olá, xuxus!

E a preguiça do domingo? Quanto mais passa o dia, mais a preguiça estaciona, né? Bom demais!!!!

Aproveitei o domingão pra assistir a um vencedor de cinco Oscar, incluíndo para melhor ator, Dustin Hoffman e para atriz coadjuvante, a indicada anualmente ao prêmio, Meryl Streep. Eu acho que a Academia já deixa uma vaga para ela todo ano, seja para melhor atriz ou coadjuvante. Pra vocês terem uma idéia, em 12 prêmios, de 1998 a 2009, ela foi indicada 8 vezes!!!!

Mas, vamos ao filme, que foi patrocinado pela minha amiga Ale, mãe do bebezuco que tá curtindo seus presentes de niver, né, bebê?


"Kramer vs Kramer" conta uma história triste de divórcio do casal vivido por Dustin (Ted) e Meryl (Joanna). Um dia, Ted chega tarde em casa e encontra Joanna com as malas prontas, dizendo que vai deixá-lo. Até aí, está tranquilo, mas Ted é um publicitário de sucesso, atolado em trabalho que agora se vê responsável por cuidar do filho do casal, Billy, um garotinho de seis anos.

O filme mostra as dificuldades de Ted em se relacionar com o filho, pois sempre foi um pai distante. Tem cehas lindas de aproximação entre os dois, principalmente quando mostra uma manhã onde os dois tomam café juntos, cada um no seu mundo, mas totalmente conectados.

Mas, a problemática Joanna volta e quer a guarda do filho, levando o caso à justiça. Mas, Ted não deixa barato e une todas as suas forças e finanças para conseguir ficar com Billy.

O filme é lindo! O garotinho que faz o Billy faz direitinho o seu papel de filho mimado pela mãe, mas no final ficamos muito apaixonados por ele. Além disso, nos traz uma mensagem do quanto é importante nos aproximarmos cada vez mais de quem já está perto de nós.

Nota: 5 popcorns. Lindo! Com atuações marcantes dos dois atores principais.

Hoje o trailer é "the book is on the table". Google Translator!!!!!



Ficha técnica:
título original: Kramer Vs. Kramer
ano de lançamento: 1979
direção: Robert Benton
roteiro: Robert Benton, baseado em livro de Avery Corman
produção: Richard Fischoff e Stanley R. Jaffe
música: Herb Harris e John Kander
fotografia: Néstor Almendros
elenco: Dustin Hoffman, Meryl Streep, Jane Alexander, Justin Henry

Bom, xuxus! Amanhã é dia de comédia aqui.

Torçam aí pra que a minha correria diminua um pouquinho!!!!!

bjoks

8.12.10

Dia 69 - Filme 69 - Superman - O Filme


Olá, lindonas e lindões!

Suuuuper cansada, com um monte de coisa pra preparar pro curso, mas tô aqui.

Então, fofuxos, hoje o maridinho foi bonzinho comigo e me deu um filme clássico pra assistir. Eu já tinha visto esse filme quando era criança. Também, passava todo mês na Sessão da Tarde, então, não tinha como fugir.


Acho que todo mundo conhece a história de “Superman – O Filme”, não é? Um bebê é enviado à Terra numa cápsula por seus pais, vindo do planeta Krypton, que explodiu por conta de problemas com o sol deles. Chegando aqui, o bebê já virou um garoto e é adotado por um casal de fazendeiros. Anos depois, o agora Clark Kent, já consciente de seus superpoderes, perde o pai adotivo e sai em busca de respostas. Encontra um lugar (acho que no Pólo Norte, eheheh) onde entra em contato com seu pai verdadeiro, Jor-El (Marlon Brando) que explica toda a origem de Clark, ou Kal-El.

Depois disso, encontramos Clark adulto em seu primeiro dia de trabalho no famoso Planeta Diário, um dos jornais mais conceituados de Metrópolis. Lá ele conhece a tagarela Lois Lane e claro, se apaixona. Por conta de uma situação de perigo envolvendo Lois, Clark opta por se revelar ao mundo como o Superman. E é aí que entra o melhor personagem do filme na minha opinão: o vilão Lex Luthor (Gene Hackman, que eu acho o máximo). Como todo vilão que se preze, Luthor quer dominar o mundo e acaba envolvendo o Superman em uma luta contra o relógio para salvar várias pessoas de dois mísseis desgovernados, incluindo sua amada Lois.

O filme é muito bom! Clássico dos anos 1970, com uma trilha sonora excelente do sempre ótimo John Williams e personagens que fazem a gente se apaixonar. Quem nunca sonhou com o Superman, hein?

Nota: 4 popcorns. Só não dou nota máxima porque acho que o Lex tinha que aparecer mais. Ele é hilário!

Trailer com legendas!!!!



Ficha técnica:
Título original: Superman
Ano de lançamento: 1978
Direção: Richard Donner
Roteiro: Jerry Siegel, Joe Shuster, Mario Puzo, David Newman, Leslie Newman, Robert Benton, Tom Mankiewicz
produção: Alexander Salkind e Pierre Spengler
música: John Williams
fotografia: Geoffrey Unsworth
elenco: Christopher Reeve, Marlon Brando, Margot Kidder, Gene Hackman, Ned Beatty

Bonitões, amanhã é dia de drama por aqui. Espero os comentários de vocês.

Desculpa a correria, mas ta difícil fugir muito dela.

bjoks

12.11.10

Dia 43 - Filme 43 - O Pequeno Príncipe


Olá, crianças do meu core!

Sexta-feiraaaaaaaaaaaaaa, com feriado na segundaaaaaaaaaaaaa!!!!! Bom demais da conta!!!!!

Bom, e sexta também é dia da criançada aqui no 365Pipocas. E hoje, assisti a mais um filme emprestado pela minha amiga Aline: O Pequeno Príncipe.


Gente, muito engraçado assistir a esse filme. Eu achei que ia reconhecer toda a história, pois li o livro quando era adolescente. Mas, pensa em uma pessoa que apagou da memória tudo o que leu. Eu não me lembrei de nada, então foi super interessante assistir a esse menininho louro e descabelado, que nos apresenta grandes questões filosóficas de forma doce e simples, com aquela carinha mais fofa que ele tem.

O filme conta a história de um piloto que cai com seu avião no meio do deserto do Saara. Ao tentar consertar o avião, ele se depara com o menino louro, vestido com uma roupa de príncipe e carregando uma espada, perguntando a ele se poderia lhe desenhar um carneiro. O piloto fica sem entender de onde veio aquele menino, mas após o primeiro susto e se deparar com algumas perguntas de criança, ele se rende à sabedoria daquele pequeno ser.

O Pequeno Príncipe conta ao piloto como conseguiu chegar até ali, passando por vários planetas e conhecendo seres estranhos: um rei que só queria saber de demarcar fronteiras, um homem que se julgava rico por ser dono de todas as estrelas e de um general sem exército. Já na Terra, ele conhece uma serpente que lhe promete que consegue mandá-lo de volta ao seu planeta e uma raposa que o ensina uma das maiores lições do filme: Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa (creio, que a frase mais repetida do livro).

Pra quem leu o livro, acho que o filme deixa a desejar. Mas, como eu não me lembrava de nada da leitura, achei o filme uma gracinha e o menininho que faz o papel do príncipe é muito lindinho, com uma risada super fofa.

Nota: 4 popcorns. O filme é antigo e olhando hoje, vemos alguns problemas de filmagem. Mas a história é muito linda, então a gente esquece disso. Vai pra prateleira dos cinco filhos.

Quando eu era criança, assistia aos desenhos das Aventuras do Pequeno Príncipe. E era disso que eu mais me lembrava, assistindo ao filme. Então, como não achei um trailer legal, trago a primeira parte do desenho 01:



Ficha técnica:
título original: The Little Prince
ano de lançamento: 1974
Diretor: Stanley Donen
Roteiro: Antoine de Saint-Exupéry (livro), Alan Jay Lerner
Elenco: Richard Kiley, Steven Warner, Gene Wilder, Joss Ackland

Então, amigos, espero que gostem da dica.

Amanhã é dia de biografia aqui no 365, com a categoria "Quem é mesmo?"

bjoks e até!

11.11.10

Dia 42 - Filme 42 - Em algum lugar do passado


Oi, meus queridos amigos!

Quero dizer que estou muito feliz com o 365Pipocas. O projeto que começou meio tímido, está conquistando seguidores e fico muito satisfeita com a participação de todos vocês. Obrigada do fundo do core!

Bom, hoje como vocês já sabem é dia de drama aqui no blog. E com a ajuda de minha amiga Aline, que me emprestou vários filmes, escolhi um filme lindo dos anos 80 que eu nunca tinha assistido. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Figurino e ao Globo de Ouro de melhor trilha sonora, que é linda mesmo!


No filme "Em algum lugar do passado", Richard Collier (Christopher Reeve, eterno homem com a cueca por cima da calça) é um dramaturgo do teatro, que na estréia de sua primeira peça recebe das mãos de uma senhora idosa um relógio de bolso e acrescenta a frase "Volte para mim". Sem entender nada, Richard nunca esquece disso.

Oito anos depois, em 1980, Richard está com problemas para finalizar uma nova peça e resolve sair de Chicago e acaba se hospedando no Grand Hotel, mesmo lugar para onde vai a senhora idosa no início do filme. Sem ter muito o que fazer, Richard conhece o Museu Histórico do hotel e se depara com uma linda fotografia de uma bela moça. Ele fica obcecado com aquela mulher e com a ajuda de um empregado relíquia do hotel, descobre que aquela jovem, Elise McKenna, é a senhora idosa que ele conheceu oito anos antes, uma famosa atriz de teatro.

Por conta de várias coincidências, Richard decide que precisa voltar no tempo para conhecer essa bela mulher, que ele acredita que tem uma ligação com ele. E ele consegue realmente voltar ao dia em que Elise estava no Grand Hotel para uma apresentação de teatro, em 1912. Daí pra frente, Richard se apaixona por Elise e vice-versa e eles vivem uma linda e curta história de amor.

Nota: 4 popcorns. O filme é lindo, com cenas belíssimas e elenco muito afiado. O casal convence e a trilha sonora é excelente e emocionante. Mas, já vou avisando: não gostei do final. Não posso contar, né, mas acho que poderia ser diferente.

Curiosidade: Durante o filme fiquei o tempo todo falando pro maridinho: Amor, essa mulher tem um olho de cada cor. Procurei na internet e achei: igualzinho aos meus - o esquerdo verde e o direito castanho. Irmãs! :)

Trailer:



Ficha técnica:
título original: Somewhere in time
ano de lançamento: 1980
direção: Jeannot Szwarc
roteiro:Richard Matheson, baseado em livro de Richard Matheson
produção:Stephen Deutsch e Ray Stark
música:John Barry
fotografia:Isidore Mankofsky
elenco: Christopher Reeve, Jane Seymour, Christopher Plummer, Teresa Wright, Bill Erwin, George Voskovec

Crianças, amanhã é dia de todo mundo feliz aqui no 365. Dia das Crianças!!!!!!

bjoks e agora assistindo Leo Di Caprio em Diamante de Sangue. Lindão!

8.11.10

Dia 39 - Filme 39 - Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado




Oi, xuxus!

Mais uma segunda-feira no 365Pipocas e mais uma comédia clássica, que eu nunca tinha visto. Quero agradecer à minha amiga Aline (Jasmin) por ter me emprestado um monte de filmes pra eu poder economizar um dindin na locadora. Então, por alguns dias, teremos vários clássicos da prateleira de Jasmin Tuk. Valeu, flor!

E hoje, assisti a um filme que ela já cansou de me dizer que valia a pena e até queria ver junto comigo, mas não deu.

"Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado" é uma comédia clássica dos anos 1970, escrita, produzida e estrelada pelo grupo de comediantes ingleses Monty Python. Comédia cheia de bizarrices e cenas absurdas, sendo considerada inspiração para diversos filmes no estilo baixo orçamento + idéias malucas + atores sem vergonha nenhuma.

O filme conta a história do Rei Arthur em sua busca na Inglaterra da Idade Média pelos futuros Cavaleiros da Távola Redonda. Após encontrar e convencer Sir Lancelot e outros comparsas a fazer parte do seu "clube", Arthur recebe uma missão do próprio Deus (em cartoon) de sair em busca do Santo Graal. Para conseguir cumprir a tarefa, o grupo se separa e cada um encontra um tipo de povo do Reino Unido, vivendo as mais absurdas situações: moças louras e assanhadas do Castelo de Antraz, cavaleiros franceses muito desbocados e os temidos Cavaleiros que falam "Ni". Além disso, enfrentam uma fera de botar medo em qualquer um.

O filme faz uma crítica ao regime político do Reino Unido e mostra descaradamente quanto dinheiro eles tinham pra fazer a produção - os atores fingem que estão montados em cavalos e seus empregados vêm atrás batendo duas cascas de côco para fingir o som dos passos dos cavalos. E o Castelo de Camelot não passa de uma maquete, como ressalta um dos personagens.

Com a mistura de narração maluca, cartoon mal feito, multi-interpretações dos atores e cenas non-sense, "Em Busca do Cálice Sagrado" é um clássico da comédia. De tão absurdo, fica muito cômico.

Nota: 4 popcorns. Eu não chorei de rir como esperava, mas o filme faz comédia de forma inteligente (???) e bizarra.

Pra vocês terem uma idéia da loucura desse povo, trouxe a cena onde eles são atacados por uma grande-fera.


Ficha Técnica:
Título Original: Monty Python and the Holy Grail
Ano de lançamento: 1975
Diretor: Terry Gilliam e Terry Jones
Roteiro: Monty Python
Elenco: Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Terry Jones

Gente, eu não tinha idéia do que representava esse filme.
Valeu a dica, Aline!

Amanhã, mais um filme da coleção dela.

bjoks e fui!

2.11.10

Dia 33 - Filme 33 - Um dia de cão


Olá, xuxus!

Gente, to p... da vida com a locadora onde eu pego DVD. É a segunda vez que eu pego a capa do filme na prateleira e quando chega no caixa, eles não têm o filme. Acreditam???? Tô querendo trocar de locadora. Mas, eles tem uns preços tão bons!!!!! Ó dúvida cruel.

Então, hoje é dia de sugestão dos seguidores. Daí, aproveitei uma conversa que eu estava tendo com a minha amiga Aline, que ama o Al Pacino, e achei esse filme na locadora.


"Um dia de cão" é um filme baseado em uma história real de um assalto a banco que não saiu como planejado. Em 1972, dois assaltantes entram em um banco no Brooklyn para realizar o que seria um assalto de dez minutos. Mas, tudo dá errado e os dois acabam com reféns, fazendo exigências para a polícia e se enrolando cada vez mais na situação.

Só que o melhor do filme é como ele é cômico. O assaltante-chefe Sonny (Al Pacino, brilhante, claro) nos traz várias cenas excelentes, como quando enfrenta "sete mil" policiais armados, gritando o nome de um banco onde houve uma carnificina alguns meses antes, levando a multidão de curiosos a considerarem-no um herói; ou quando somos apresentados ao seu marido, que sonha em ser uma mulher, desejo que motivou Sonny a assaltar o banco; ou mesmo a cena com a mãe de Sonny, que vai até o banco para falar com o filho e tem a ótima idéia de que ele pode fugir e resolver tudo aquilo.

Sonny acaba ganhando a nossa simpatia, pois não é um ladrão qualquer. É um cara perdido, sem grana e sem futuro, que ama muito outro homem, mas não quer machucar ninguém pra resolver seus problemas.

Nota: 4 popcorns. O filme tem um roteiro excelente, Al Pacino está ótimo, mas achei o filme um pouco longo e vi alguns erros de continuidade.

Abaixo, vocês podem ver a cena onde Sonny enfrenta os "sete mil" policias.



Ficha técnica:
título original: A Dog Day Afternoon
ano de lançamento: 1975
direção: Sidney Lumet
roteiro:Frank Pierson, baseado em artigo de P.F. Kluge e Thomas Moore
produção:Martin Bregman e Martin Elfand
Elenco: Al Pacino, Penelope Allen, Sully Boyar, John Cazale, Beulah Garrick

Galera, amanhã é dia do maridinho aqui no blog.
Esperem pra ver o que ele preparou pra mim. Boa sorte, Marina!

Bjoks e amanhã tem trabalho, cambada!

10.10.10

Dia 10 - Filme 10 - Taxi Driver


Olá, galera

Já estamos no finzinho do dia 10 do blog, dia 10 do mês 10 do ano 10 do século XXI, e vou escrever sobre um filme que não ganhou o Oscar de melhor filme, mas foi indicado nessa categoria e em outras três em 1976: Taxi Driver.

Jà tinha ouvido falar várias vezes desse filme e sabia da sua fama de cult, mas nunca tinha visto realmente como era a história. E como não achei nenhum filme "curto" na locadora que tivesse vencido o Oscar, pra dar tempo de assistir e postar ainda hoje, resolvi locar esse indicado.

Taxi Driver conta a história de um taxista de Nova Iorque, nos anos 1970, que trabalha várias horas por dia, por não conseguir dormir. Ele faz corridas para todas as partes de NY, então vê toda a escória e podridão da cidade lotada de lixo e pessoas do submundo. Nesse meio tempo, Travis, o taxista, conhece Betsy, uma voluntária num partido político e eles saem juntos poucas vezes. Mas, o taxista acaba obsessivo pela moça e cria situações constrangedoras para ela em seu ambiente de trabalho.

Travis vira uma pessoa violenta, ou será, acorda seu lado violento? Bom, eu não entendo muito de psicologia, mas conseguimos ver traços muito claros de uma pessoa mentalmente doente, anti-social e perturbada. Travis também conhece uma jovem, bem jovem mesmo, prostituta e se sente responsável por ajudá-la a sair desse mundo podre, usando muita violência, e no final ele de certa forma, consegue.

Robert De Niro dá um show de atuação, com uma carinha de bebê que podemos até rotulá-lo galã. E mais bebê ainda, está Jodie Foster no papel da jovem prostituta Iris. Além desses motivos para assistit, Taxi Driver é um dos primeiros filmes do diretor Martin Scorsese.

Nota: 04 popcorns, por ser um cult e contar com ótimos atores. Por ser um filme antigo (70's), pode não agradar pela fotografia e som, mas eu achei muito bom.

Vejam o trailer e a uma parte da ficha técnica do filme:



Ficha técnica:
Ano de lançamento: 1976
direção: Martin Scorsese
roteiro:Paul Schrader
produção:Julia Phillips e Michael Phillips
música:Bernard Herrmann
Elenco: Robert De Niro, Jodie Foster, Albert Brooks, Harvey Keitel, Leonard Harris, Peter Boyle, Cybill Sheperd

Galera, espero que gostem do filme.
E amanhã é dia de comédia, ou melhor, da Divina Comédia.
Bjoks e até lá.